Dia Mundial do Turismo em Portugal
Coimbra faz congresso internacional de Turismo
e oferece entradas em espaços museológicos
26-09-2011 (16h10) Coimbra vai assinalar amanhã o Dia Mundial do Turismo com um congresso internacional sobre turismo, que integra um Seminário sobre Gastronomia e Vinhos e a Feira Internacional de Turismo de Coimbra, e com a realização de visitas guiadas, e oferta de entradas gratuitas em diversos espaços museológicos e patrimoniais.
O Congresso Internacional de Turismo vai reunir conferencistas de vários destinos, nomeadamente, Reino Unido, Argentina, Trinidad e Tobago, investigadores nacionais e internacionais provenientes de diferentes universidades e instituições de Ensino Superior Politécnico, e vai contar com a presença de diversos governantes internacionais, bem como da Secretária de Estado do Turismo, Cecília Meireles.
O congresso visa perspectivar o turismo, designadamente, os desafios em termos de sustentabilidade e de competitividade que se colocam aos vários Estados-membros da Lusofonia. A Feira Internacional de Turismo de Coimbra pretende “valorizar o empreendedorismo inovador e sustentável, nas suas múltiplas vertentes” e conta com mais de 40 expositores, projectos de referência no âmbito do turismo, mas conhecimentos, culturas e tradições locais e show cooking, informa o Turismo de Coimbra.
O programa de Coimbra inclui ainda:
“Coimbra: espaço de culturas”
Visita guiada gratuita
Ponto de encontro: Posto de Turismo da Universidade (átrio da Biblioteca Geral da UC)
Horário: 10h
Percurso: Torres Medievais | Claustro de Santo Agostinho | Repúblicas | Correio-mor | Hospital Real
Duração da visita: 2h
Recomenda-se a utilização de calçado confortável
Mosteiro de Santa-Clara-a-Velha
Visitas guiadas às ruínas arqueológicas e horta monástica
Horário: 11h | 16h
Não necessita marcação prévia
Portugal dos Pequenitos
Visitas guiadas - 27 e 28 Setembro
Horário: 11h; 14h30; 15h30
Marcação prévia: até 10m. antes do inicio da visita
Duração média: 1h
Nº mínimo /máximo de pessoas por grupo: 5/30
Preço incluído no bilhete de entrada
Roteiro “Recantos de Coimbra”
17h30 – Praça da República, frente ao Jardim da Sereia
A visita-guiada integra um percurso pedonal, no decurso do qual são explorados aspectos relacionados com botânica, a fauna, as lendas, a história, os aspectos artísticos e arquitectónicos dos seguintes espaços: Jardim da Sereia, Jardim dos Patos, Jardim Botânico e Penedo da Saudade.
“Rota das Tabernas de Coimbra”
20h00 – Merenda* na Casa Costa, com animação por Zé do Arménio e Casa do Povo de Tentúgal
(7euros/pessoa, lotação limitada)
* Merenda – Broa de milho e azeitonas, Grelhada mista, Papas laverças, Petinga em molho escabeche, Arroz doce, vinho do Lavrador e café.
Inscrições: Divisão de Acção Cultural CMC - tel. 239 702 630
Orquestra de Sopros de Coimbra Noites de Verão em Coimbra
22h - Praça 8 de Maio
Funtastic Coimbra – Yellow bus - utilização gratuita
Igreja de Santa Cruz – Panteão Nacional - entradas gratuitas
Museu da Ciência - entradas gratuitas
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segunda-feira, 26 de setembro de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
Cecília Meireles é a nova secretária de Estado do Turismo
2011-06-27
Cecília Meireles é a nova secretária de Estado do Turismo
Cecília Meireles (CDS) irá ocupar a secretaria de Estado do Turismo, na dependência do ministério da Economia e do Emprego.
O XIX Governo Constitucional tem oito mulheres num total de 46 elementos, duas ministras e seis secretárias de Estado, o que equivale a menos de um quinto dos membros do executivo.
Ao todo o Governo liderado por Pedro Passos Coelho terá 35 secretarias de Estado, menos três do que as que integravam os dois últimos executivos de José Sócrates (38).
Em relação ao número de mulheres, comparando novamente o novo Governo com os dois executivos de José Sócrates, Passos Coelho terá seis mulheres a chefiar secretarias de Estado, enquanto nos executivos socialistas esse número era de apenas cinco.
De acordo com a lista hoje divulgada, o ministério da Educação e Ciência terá duas secretárias de Estado: Maria Leonor Parreira (Ciência) e Isabel Maria Santos Silva (Ensino Básico e Secundário).
No ministério das Finanças, Maria Luís Albuquerque irá assumir a secretária de Estado do Tesouro e das Finanças, enquanto no ministério dos Negócios Estrangeiros Vânia Dias da Silva irá assumir o cargo de Subsecretária de Estado Adjunta do ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros.
Teresa Morais irá ser secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade, sob a tutela do ministro adjunto e dos Assuntos Parlamentares.
Estas seis secretárias de Estado juntam-se, assim, às ministras da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, e da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, Assunção Cristas.
Dos 33 secretários de Estado do executivo hoje anunciados, oito ocuparam o lugar de deputados nas duas primeiras sessões plenárias. Do PSD, saem do Parlamento para o Governo Francisco José Viegas, Maria Luís Albuquerque, José Cesário, Teresa Morais, Feliciano Barreiras Duarte e António Almeida Henriques. Já do CDS, apenas Cecília Meireles e Filipe Lobo d’ Ávila deixam a Assembleia da República para assumir secretarias de Estado.
Cecília Meireles é a nova secretária de Estado do Turismo
Cecília Meireles (CDS) irá ocupar a secretaria de Estado do Turismo, na dependência do ministério da Economia e do Emprego.
O XIX Governo Constitucional tem oito mulheres num total de 46 elementos, duas ministras e seis secretárias de Estado, o que equivale a menos de um quinto dos membros do executivo.
Ao todo o Governo liderado por Pedro Passos Coelho terá 35 secretarias de Estado, menos três do que as que integravam os dois últimos executivos de José Sócrates (38).
Em relação ao número de mulheres, comparando novamente o novo Governo com os dois executivos de José Sócrates, Passos Coelho terá seis mulheres a chefiar secretarias de Estado, enquanto nos executivos socialistas esse número era de apenas cinco.
De acordo com a lista hoje divulgada, o ministério da Educação e Ciência terá duas secretárias de Estado: Maria Leonor Parreira (Ciência) e Isabel Maria Santos Silva (Ensino Básico e Secundário).
No ministério das Finanças, Maria Luís Albuquerque irá assumir a secretária de Estado do Tesouro e das Finanças, enquanto no ministério dos Negócios Estrangeiros Vânia Dias da Silva irá assumir o cargo de Subsecretária de Estado Adjunta do ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros.
Teresa Morais irá ser secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade, sob a tutela do ministro adjunto e dos Assuntos Parlamentares.
Estas seis secretárias de Estado juntam-se, assim, às ministras da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, e da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, Assunção Cristas.
Dos 33 secretários de Estado do executivo hoje anunciados, oito ocuparam o lugar de deputados nas duas primeiras sessões plenárias. Do PSD, saem do Parlamento para o Governo Francisco José Viegas, Maria Luís Albuquerque, José Cesário, Teresa Morais, Feliciano Barreiras Duarte e António Almeida Henriques. Já do CDS, apenas Cecília Meireles e Filipe Lobo d’ Ávila deixam a Assembleia da República para assumir secretarias de Estado.
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domingo, 9 de maio de 2010
Turismo de Portugal coloca campo de golfe de Marvão à venda

2010-05-06 09:37:07
Turismo de Portugal coloca campo de golfe de Marvão à venda
Turismo de Portugal coloca campo de golfe de Marvão à venda O Turismo de Portugal, que vai efectuar a venda do espaço através de uma hasta pública, adquiriu o campo de golfe de Marvão em Fevereiro, também através de uma hasta pública, por mais de 565 mil euros. Inaugurado em 1997, o campo de golfe situa-se no centro de uma moldura única em pleno coração do Parque Natural da Serra de São Mamede, tendo sido considerado em 2000, pela Federação Portuguesa de Golfe, "O Campo do Ano".
Ao abandono há alguns anos, costumando mesmo servir para as ovelhas pastarem, o golfe de Marvão tem adjacente o empreendimento turístico Aldeia D'Azenha, obra ainda por concluir, e que está também envolvido num outro processo judicial.
A Câmara de Marvão refere haver um investidor, de nacionalidade espanhola, interessado na aquisição do campo de golfe e com um projecto "muito interessante", segundo a C.M. de Marvão.
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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
WTM 2009: A luta por um lugar ao sol
WTM 2009: A luta por um lugar ao sol
Ruben Obadia
2 de Dezembro de 2009
Duas semanas após o fecho de portas do Excel London, o recinto onde decorreu a trigésima edição da World Travel Market, os números oficiais de visitantes ainda não são conhecidos. No entanto, é possível afirmar sem margem para muito erro que o certame deste ano sofreu os efeitos retardados da crise económica mundial, especialmente no Reino Unido com a desvalorização da libra. Essa mesma opinião foi corroborada por algumas das 52 empresas nacionais que marcaram presença no stand do Turismo de Portugal. De acordo com Nuno Ferrari, director de marketing e vendas da cadeia Olissipo Hotels, “este ano notou-se uma efectiva redução de participantes e, consequentemente, de contactos”. Pedro Ribeiro, director comercial dos Hotéis Dom Pedro, vai mais longe e classifica esta WTM como “uma das edições mais fracas de sempre” e explica: “O primeiro dia, a segunda-feira, já foi o segundo ano consecutivo que foi fraco, mas pela primeira vez a quarta-feira foi negativa em termos de visitantes profissionais, o que não é normal.” José Quintino, director geral da Intervisa, faz um comentário bem ilustrativo da situação: “Este ano até foi possível ir sentado no metro.”
Opinião ligeiramente contrária tem João Luís Moita, director geral da Citur, para quem “depois da quebra acentuada e do desânimo que estava latente na edição do ano passado, este ano sentiu-se que há sinais de uma certa retoma”.
Mas apesar de terem sentido uma retracção dos mercados durante a WTM, a realidade é que a presença continua a ser imprescindível. Por exemplo, para Nuno Ferrari, é importante “para divulgar ainda mais o crescimento da empresa. Com a aquisição recente do Lapa Palace, e a construção em curso do Olissippo Oceanos, é necessário cada vez mais darmo-nos a conhecer e aos projectos que aí vêm”. Aliás, segundo o mesmo responsável, dos três pedidos de cotação solicitados na feira, dois já se confirmaram, um resultado que considera positivo. Pedro Ribeiro também veio de Londres com uma mão cheia de contactos e clientes novos, especialmente no mercado espanhol, mas garante que a presença dos Dom Pedro é essencialmente institucional e também de relações públicas. Do lado da Citur esta feira continua a ser uma das que tem maior interesse. “Por um lado, tem um timing correcto para sentirmos o mercado; por outro, trata-se de um certame internacional e abrangente do ponto de vista das diversas segmentações do turismo e dos mercados emissores.”, explica João Luís Moita.
Presença portuguesa positiva
E quanto ao stand de Portugal, que avaliação fazem alguns dos profissionais “mais batidos” nas feiras internacionais do trade desta presença nacional? A única nota negativa foi dada pelo director de marketing e vendas dos Olissipo Hotels que considera ser “mais do mesmo”, justificando “ser necessário alterar a imagem cansada do nosso stand. A funcionalidade e a vontade de entrar devem imperar na futura filosofia do espaço”.
João Luís Moita, José Quintino e Pedro Ribeiro discordam.
O responsável dos Dom Pedro destaca “o excelente stand, quer em dimensão, quer em imagem, igualmente as áreas promocionais estavam bem representadas e de forma lógica.
Nada a apontar à presença do destino. Igualmente a comunicação à presença de Portugal estava bem feita e dava bastante destaque ao destino, sendo muito fácil encontrar o stand, quer pela comunicação quer pela localização/dimensão”. Além destas questões, José Quintino salienta também a “excelente equipa de apoio no catering”. Normalmente crítico João Luís Moita desta feita só tem elogios: “A representatividade do sector estava alargada e era de peso, o staff do TP esteve sempre disponível e imparável. Estivemos todos muito bem e sem dúvida que Portugal saiu mais uma vez dignificado como excelente destino turístico, que o é.”
Incoming
O mercado britânico
Foram mais de meia centena de empresas nacionais que marcaram presença no stand do Turismo de Portugal. Além destas, as sete Agências Regionais de Promoção Turística (Açores, Algarve, Alentejo, Centro, Lisboa, Madeira e Norte) asseguraram a promoção internacional dos respectivos destinos. No total a área ocupada por Portugal foi de 686 metros quadrados, num stand bastante semelhante ao do ano anterior onde a novidade foi a existência de um pequeno auditório com 40 metros quadrados que recebeu apresentações públicas da ARPT do Norte, Algarve e Açores.
Ao nível da promoção institucional o enfoque foi na campanha “Perfectly Priced”, para além do “Portugal: Europe’s West Coast”.
Recorde-se que em 2008 o mercado do Reino Unido manteve-se como o principal mercado emissor de turistas para Portugal, tendo sido responsável por 7,3 milhões de dormidas e gerado 1.640 milhões de euros. Estas cifras elevaram Portugal ao 5.º destino mundial de turistas britânicos, tanto em dormidas como em receitas. De acordo com um estudo da GFK Metris, invocado pelo TP, a atractividade de Portugal junto dos turistas britânicos cresceu no espaço de um ano, aumentando a percentagem de pessoas que dizem pretender fazer férias no nosso País em breve.
Ruben Obadia
2 de Dezembro de 2009
Duas semanas após o fecho de portas do Excel London, o recinto onde decorreu a trigésima edição da World Travel Market, os números oficiais de visitantes ainda não são conhecidos. No entanto, é possível afirmar sem margem para muito erro que o certame deste ano sofreu os efeitos retardados da crise económica mundial, especialmente no Reino Unido com a desvalorização da libra. Essa mesma opinião foi corroborada por algumas das 52 empresas nacionais que marcaram presença no stand do Turismo de Portugal. De acordo com Nuno Ferrari, director de marketing e vendas da cadeia Olissipo Hotels, “este ano notou-se uma efectiva redução de participantes e, consequentemente, de contactos”. Pedro Ribeiro, director comercial dos Hotéis Dom Pedro, vai mais longe e classifica esta WTM como “uma das edições mais fracas de sempre” e explica: “O primeiro dia, a segunda-feira, já foi o segundo ano consecutivo que foi fraco, mas pela primeira vez a quarta-feira foi negativa em termos de visitantes profissionais, o que não é normal.” José Quintino, director geral da Intervisa, faz um comentário bem ilustrativo da situação: “Este ano até foi possível ir sentado no metro.”
Opinião ligeiramente contrária tem João Luís Moita, director geral da Citur, para quem “depois da quebra acentuada e do desânimo que estava latente na edição do ano passado, este ano sentiu-se que há sinais de uma certa retoma”.
Mas apesar de terem sentido uma retracção dos mercados durante a WTM, a realidade é que a presença continua a ser imprescindível. Por exemplo, para Nuno Ferrari, é importante “para divulgar ainda mais o crescimento da empresa. Com a aquisição recente do Lapa Palace, e a construção em curso do Olissippo Oceanos, é necessário cada vez mais darmo-nos a conhecer e aos projectos que aí vêm”. Aliás, segundo o mesmo responsável, dos três pedidos de cotação solicitados na feira, dois já se confirmaram, um resultado que considera positivo. Pedro Ribeiro também veio de Londres com uma mão cheia de contactos e clientes novos, especialmente no mercado espanhol, mas garante que a presença dos Dom Pedro é essencialmente institucional e também de relações públicas. Do lado da Citur esta feira continua a ser uma das que tem maior interesse. “Por um lado, tem um timing correcto para sentirmos o mercado; por outro, trata-se de um certame internacional e abrangente do ponto de vista das diversas segmentações do turismo e dos mercados emissores.”, explica João Luís Moita.
Presença portuguesa positiva
E quanto ao stand de Portugal, que avaliação fazem alguns dos profissionais “mais batidos” nas feiras internacionais do trade desta presença nacional? A única nota negativa foi dada pelo director de marketing e vendas dos Olissipo Hotels que considera ser “mais do mesmo”, justificando “ser necessário alterar a imagem cansada do nosso stand. A funcionalidade e a vontade de entrar devem imperar na futura filosofia do espaço”.
João Luís Moita, José Quintino e Pedro Ribeiro discordam.
O responsável dos Dom Pedro destaca “o excelente stand, quer em dimensão, quer em imagem, igualmente as áreas promocionais estavam bem representadas e de forma lógica.
Nada a apontar à presença do destino. Igualmente a comunicação à presença de Portugal estava bem feita e dava bastante destaque ao destino, sendo muito fácil encontrar o stand, quer pela comunicação quer pela localização/dimensão”. Além destas questões, José Quintino salienta também a “excelente equipa de apoio no catering”. Normalmente crítico João Luís Moita desta feita só tem elogios: “A representatividade do sector estava alargada e era de peso, o staff do TP esteve sempre disponível e imparável. Estivemos todos muito bem e sem dúvida que Portugal saiu mais uma vez dignificado como excelente destino turístico, que o é.”
Incoming
O mercado britânico
Foram mais de meia centena de empresas nacionais que marcaram presença no stand do Turismo de Portugal. Além destas, as sete Agências Regionais de Promoção Turística (Açores, Algarve, Alentejo, Centro, Lisboa, Madeira e Norte) asseguraram a promoção internacional dos respectivos destinos. No total a área ocupada por Portugal foi de 686 metros quadrados, num stand bastante semelhante ao do ano anterior onde a novidade foi a existência de um pequeno auditório com 40 metros quadrados que recebeu apresentações públicas da ARPT do Norte, Algarve e Açores.
Ao nível da promoção institucional o enfoque foi na campanha “Perfectly Priced”, para além do “Portugal: Europe’s West Coast”.
Recorde-se que em 2008 o mercado do Reino Unido manteve-se como o principal mercado emissor de turistas para Portugal, tendo sido responsável por 7,3 milhões de dormidas e gerado 1.640 milhões de euros. Estas cifras elevaram Portugal ao 5.º destino mundial de turistas britânicos, tanto em dormidas como em receitas. De acordo com um estudo da GFK Metris, invocado pelo TP, a atractividade de Portugal junto dos turistas britânicos cresceu no espaço de um ano, aumentando a percentagem de pessoas que dizem pretender fazer férias no nosso País em breve.
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segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Dinamarca elege novamente Turismo de Portugal como melhor organismo turístico oficial
Dinamarca elege novamente Turismo de Portugal como melhor organismo turístico oficial
Pelo segundo ano consecutivo, a representação do Turismo de Portugal na Dinamarca foi considerada o melhor organismo oficial do sector turístico nos Danish Travel Awards, prémios de turismo dinamarqueses.
Esta é a primeira vez que uma delegação internacional recebe esta distinção em dois anos consecutivos, e a quarta que o Turismo de Portugal é nomeado nos Danish Travel Awards.
A equipa de turismo nacional ganhou às congéneres da Alemanha e da Irlanda, também nomeadas para esta categoria. O prémio resulta, essencialmente, do trabalho de promoção que o Turismo de Portugal tem desenvolvido no mercado escandinavo, considerado como uma das apostas estratégicas para a promoção externa.
Os vencedores dos Danish Travel Awards são escolhidos através da votação online junto de 4000 consumidores dinamarqueses e 1600 profissionais do sector. Os dados são avaliados por uma consultora independente. Na categoria de Melhor Organismo Oficial a consultora efectua avaliações anónimas ao nível do serviço e da qualidade das informações prestadas pela representação internacional do Turismo de Portugal na Dinamarca.
No ano passado a Dinamarca representou 103,9 mil hóspedes, 476 mil dormidas e 84,7 milhões de euros de receitas turísticas para Portugal. De 2007 para 2008 as receitas cresceram 7 %. A Madeira e os Açores são as principais regiões de destino, com uma quota conjunta de 53,3 % em 2008.
N.A.
Pelo segundo ano consecutivo, a representação do Turismo de Portugal na Dinamarca foi considerada o melhor organismo oficial do sector turístico nos Danish Travel Awards, prémios de turismo dinamarqueses.
Esta é a primeira vez que uma delegação internacional recebe esta distinção em dois anos consecutivos, e a quarta que o Turismo de Portugal é nomeado nos Danish Travel Awards.
A equipa de turismo nacional ganhou às congéneres da Alemanha e da Irlanda, também nomeadas para esta categoria. O prémio resulta, essencialmente, do trabalho de promoção que o Turismo de Portugal tem desenvolvido no mercado escandinavo, considerado como uma das apostas estratégicas para a promoção externa.
Os vencedores dos Danish Travel Awards são escolhidos através da votação online junto de 4000 consumidores dinamarqueses e 1600 profissionais do sector. Os dados são avaliados por uma consultora independente. Na categoria de Melhor Organismo Oficial a consultora efectua avaliações anónimas ao nível do serviço e da qualidade das informações prestadas pela representação internacional do Turismo de Portugal na Dinamarca.
No ano passado a Dinamarca representou 103,9 mil hóspedes, 476 mil dormidas e 84,7 milhões de euros de receitas turísticas para Portugal. De 2007 para 2008 as receitas cresceram 7 %. A Madeira e os Açores são as principais regiões de destino, com uma quota conjunta de 53,3 % em 2008.
N.A.
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