Alimentos ajudam a manter-se jovem durante mais tempo
Entre os alimentos há uma espécie muito rara. Podemos chamá-los
de super-heróis, pois detêm nutrientes que permitem batalhar contra os efeitos da idade.
Por: Activa.pt
04 Abril 2012, às 17:16
A escolha acertada dos alimentos incluídos na nossa dieta é essencial para nos mantermos jovens, porque nem todos são iguais. Aqueles que gozam de capacidades ‘especiais’ para travar o processo de envelhecimento são ricos em antioxidantes, nutrientes que ajudam a manter a qualidade das células do nosso corpo e as suas capacidades regenerativas, o que é essencial na prevenção de doenças como o cancro, ou as complicações do foro cardiovascular. São variados os alimentos que podem ajudar a essa auto-regeneração das células: falamos dos que possuem elevada concentração de ácidos gordos ómega 3, vitaminas A, B6, B12, C e E, selénio e ácido fólico.
Atenção: Estas indicações são para ser seguidas durante toda a vida. Se não for persistente e as colocar em prática apenas nos momentos em que tem rebates de consciência, para depois regressar aos velhos maus hábitos, não funciona!
• Legumes verdes e frutas
Parece que estamos sempre a bater na mesma tecla? Pois é, mas contra factos não há argumentos: se todos nós incluíssemos cinco porções de frutas e legumes na nossa alimentação diária, quer fazer uma aposta que seriam muito menos os ataques cardíacos no nosso país? Isto sem falar de cancro e diabetes. Os legumes possuem grandes quantidades de vitamina C e do grupo B, fibras insolúveis, betacaroteno e minerais, além de serem baixos em calorias.
• Peixe
O peixe é uma fonte abundante de ácidos gordos ómega 3, vitaminas D e B12, ferro e outros minerais. Destaque para o salmão, que ajuda a regularizar o seu nível de colesterol no controlo da pressão arterial e reduz o risco de desenvolvimento de doenças do coração e aterosclerose. Coma peixe pelo menos quatro vezes por semana.
• Nozes
Deliciosas e ainda por cima a transbordar de ácidos gordos ómega 3 – poderoso antioxidante –, ácido fólico, vitamina E e B, magnésio (e com a vantagem de não corrermos o risco de estarem contaminadas com mercúrio, o que pode ocorrer no caso do peixe), as nozes são um poderoso aliado. O que tem a fazer? Comer todos os dias uma dúzia de nozes e, assim, satisfazer as suas necessidades diárias de ácidos gordos ómega 3.
• Leguminosas
Proteínas e antioxidantes: isso é o que encontra no feijão, grão, ervilhas, soja, fava e lentilhas. Ajudam a reduzir os níveis de colesterol no sangue, agindo como antioxidantes.
Ler mais: http://activa.sapo.pt/belezaesaude/nutricao/2012/04/04/alimentos-ajudam-a-manter-se-jovem-durante-mais-tempo#ixzz1rDxLSypm
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quinta-feira, 5 de abril de 2012
domingo, 30 de janeiro de 2011
Tomate, goiaba, graviola, cenoura: Comer vegetais variados ajuda a combater o câncer
Tomate, goiaba, graviola, cenoura: Comer vegetais variados ajuda a combater o câncer

Rio – Contra o câncer de pulmão, coma frutas e verduras variadas. Foi essa a conclusão de um estudo publicado na revista ‘Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention’, da Associação Americana de Pesquisas Sobre o Câncer. Segundo os pesquisadores, para prevenir tumores, a diversidade dos alimentos é mais importante do que a quantidade.
“A fumaça do cigarro contém uma mistura complexa de substâncias que causam câncer. Por isso, é necessário combinar vários agentes protetores com efeitos benéficos para reduzir os riscos de ter câncer de pulmão”, afirmou o representante da associação, Stephen Hecht.
Já o nutricionista do Instituto Nacional do Câncer (Inca), Fábio Gomes, explica que os compostos dos alimentos dependem uns dos outros para serem ‘ativados’. “Logo que surgiram evidências que provaram que frutas e hortaliças têm elementos preventivos contra o câncer, a indústria farmacêutica começou a isolar essas substâncias para vender em formas de medicamentos. Entretanto, experimentos mostraram que, em cápsulas, os elementos não faziam efeito”, explicou, ressaltando que, em alguns casos, além de não fazerem efeito, os elementos isolados poderiam aumentar o risco do câncer.
“Quando você come uma fruta, você consome o elemento preventivo e outras vitaminas que só atuam juntas. Quanto mais elementos diferentes, maior é a interação e prevenção”, explicou o nutricionista.
MELHOR PARAR DE FUMAR
De acordo com Gomes, parar de fumar é a atitude preventiva mais importante para reduzir os riscos de câncer. Ele também destacou que é fundamental consumir, no mínimo, 400g de frutas e hortaliças por dia. “Se todos começassem a se alimentar adequadamente, em um ano 36% dos casos de câncer de pulmão seriam evitados.
Boa alimentação aliada à prática de exercícios físicos previne não só todos os tipos de tumores, mas também outras doenças, como diabetes e problemas cardíacos”, orientou.
A pesquisa norte-americana foi realizada com 1,6 mil portadores de câncer de pulmão e avaliou o consumo de 14 frutas e 26 vegetais frescos, enlatados ou desidratados.
PODEROSOS

LARANJA, CENOURA E BANANA
Assim como outras frutas e legumes de cor alaranjada ou amarela, têm betacaroteno e alfacaroteno. O elemento tem o papel de inibir a multiplicação de células defeituosas e desordenadas, evitando câncer. Também são antioxidantes, o que protege as células e impede que elas sejam atingidas por radicais livres.

ALFACE E MAÇÃ
Ricos em quercetina. A substância ajuda a proteger as células do corpo de fatores cancerígenos.

GRAVIOLA, PINHA E FRUTA DO CONDE
Têm acetogenina, que promove e programa a morte de células cancerosas antes mesmo que elas comecem a se multiplicar.

TOMATE, GOIABA E MELANCIA
Ricos em licopeno, um super-antioxidante que impede que radicais livres entrem nas células, evitando que elas se tornem defeituosas e se multipliquem desordenadamente.
(O Dia Online)

Rio – Contra o câncer de pulmão, coma frutas e verduras variadas. Foi essa a conclusão de um estudo publicado na revista ‘Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention’, da Associação Americana de Pesquisas Sobre o Câncer. Segundo os pesquisadores, para prevenir tumores, a diversidade dos alimentos é mais importante do que a quantidade.
“A fumaça do cigarro contém uma mistura complexa de substâncias que causam câncer. Por isso, é necessário combinar vários agentes protetores com efeitos benéficos para reduzir os riscos de ter câncer de pulmão”, afirmou o representante da associação, Stephen Hecht.
Já o nutricionista do Instituto Nacional do Câncer (Inca), Fábio Gomes, explica que os compostos dos alimentos dependem uns dos outros para serem ‘ativados’. “Logo que surgiram evidências que provaram que frutas e hortaliças têm elementos preventivos contra o câncer, a indústria farmacêutica começou a isolar essas substâncias para vender em formas de medicamentos. Entretanto, experimentos mostraram que, em cápsulas, os elementos não faziam efeito”, explicou, ressaltando que, em alguns casos, além de não fazerem efeito, os elementos isolados poderiam aumentar o risco do câncer.
“Quando você come uma fruta, você consome o elemento preventivo e outras vitaminas que só atuam juntas. Quanto mais elementos diferentes, maior é a interação e prevenção”, explicou o nutricionista.
MELHOR PARAR DE FUMAR
De acordo com Gomes, parar de fumar é a atitude preventiva mais importante para reduzir os riscos de câncer. Ele também destacou que é fundamental consumir, no mínimo, 400g de frutas e hortaliças por dia. “Se todos começassem a se alimentar adequadamente, em um ano 36% dos casos de câncer de pulmão seriam evitados.
Boa alimentação aliada à prática de exercícios físicos previne não só todos os tipos de tumores, mas também outras doenças, como diabetes e problemas cardíacos”, orientou.
A pesquisa norte-americana foi realizada com 1,6 mil portadores de câncer de pulmão e avaliou o consumo de 14 frutas e 26 vegetais frescos, enlatados ou desidratados.
PODEROSOS

LARANJA, CENOURA E BANANA
Assim como outras frutas e legumes de cor alaranjada ou amarela, têm betacaroteno e alfacaroteno. O elemento tem o papel de inibir a multiplicação de células defeituosas e desordenadas, evitando câncer. Também são antioxidantes, o que protege as células e impede que elas sejam atingidas por radicais livres.

ALFACE E MAÇÃ
Ricos em quercetina. A substância ajuda a proteger as células do corpo de fatores cancerígenos.

GRAVIOLA, PINHA E FRUTA DO CONDE
Têm acetogenina, que promove e programa a morte de células cancerosas antes mesmo que elas comecem a se multiplicar.

TOMATE, GOIABA E MELANCIA
Ricos em licopeno, um super-antioxidante que impede que radicais livres entrem nas células, evitando que elas se tornem defeituosas e se multipliquem desordenadamente.
(O Dia Online)
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quarta-feira, 26 de maio de 2010
As Vantagens e as Propriedades do Côco
Água de côco faz maravilhas para sua saúde!
Se você é daquelas pessoas que não dispensa uma saborosa água de coco gelada, pode ficar ainda mais feliz: essa deliciosa bebida pode fazer maravilhas por sua saúde.
Um copo desse líquido precioso equivale às calorias de uma laranja ou meia maçã; portanto, é ideal para ser consumida entre as refeições. Dessa forma, aquela vontade de comer um lanchinho à tarde é satisfeita de forma saudável e pouco calórica.
E tem mais ...
Ideal para os dias quentes, a água de coco ajuda no funcionamento do intestino, pois é rica em potássio, e não apresenta grande quantidade de calorias (22 para cada 100ml). Além disso, por possuir composição semelhante ao plasma sanguíneo, essa bebida pode actuar como soro fisiológico, prevenindo casos de diarreia com risco de desidratação.
As pessoas que fazem quimioterapia também podem consumí-la sem medo, pois a bebida costuma ser bem tolerada (coisa que não acontece em relação a outros líquidos).
E os benefícios não param por aí...
A polpa do coco verde, embora extremamente calórica (590 calorias a cada 100 gramas) é bastante nutritiva. O leite dela extraído, após passar por um processo de retirada da gordura, pode ser usado na alimentação infantil para crianças que apresentam intolerância ao leite de vaca.
Mas, cuidado!
Mesmo apresentando tantas vantagens, hipertensos e diabéticos não devem consumir água de coco em excesso, pois o líquido contém muito sódio e carboidrato.
Mais uma recomendação:
Na hora de comprar a fruta, preste atenção para não escolher aquelas que apresentem casca trincada e manchas marrons; e depois de aberta, consuma o líquido imediatamente ( tais cuidados evitarão que o sabor da água seja alterado por causa da acidez).
Fonte: saudeinformacoes

Benefícios do óleo de coco
Por Mary G. Enig, Ph.D.
Saúde e Nutricional Benefícios de óleo de coco: um alimento funcional importante para o Século 21
Apresentado no Simpósio de Óleos AVOC láurico, Ho Chi Min City, no Vietnã, 25 de abril de 1996
Abstract
O óleo de coco tem um papel único na dieta como um alimento importante fisiologicamente funcionais. A saúde e os benefícios nutricionais que podem ser derivados de óleo de coco consumindo ter sido reconhecido em muitas partes do mundo durante séculos. Embora a vantagem do consumo regular de óleo de coco tem sido subestimado pelos consumidores e produtores tanto para os últimos dois ou três décadas, os seus benefícios exclusivos devem ser atraente para a saúde mente do consumidor de hoje. Uma revisão da dieta / doença cardíaca literatura pertinente ao óleo de coco indica claramente que o óleo de coco é pior, neutro em relação a aterogenicidade de gorduras e óleos e, de fato, é provável que seja um óleo benéfico para a prevenção e tratamento de algumas doenças do coração . Além disso, o óleo de coco é uma fonte de lipídios antimicrobiana para os indivíduos com sistemas imunológicos comprometidos e é uma gordura nonpromoting com relação à carcinogênese química.
I. Introdução
Sr. Presidente e os membros da ASEAN Óleos Vegetais clube, eu gostaria de lhe agradecer por me convidar para participar deste Óleos láurico Symposium. Estou contente por ter a oportunidade de rever com você algumas informações que espero ajudar a corrigir alguns dos anti-retórica óleos tropicais que tem sido tão problemático para a sua indústria.
Eu vou estar cobrindo duas áreas importantes na minha apresentação. Na primeira parte, eu gostaria de rever a história do maior desafio da saúde enfrenta o óleo de coco hoje. Esse desafio é baseado em um suposto papel negativo desempenhado por gordura saturada na doença cardíaca. Espero poder dissipar qualquer aceitação dessa noção com a informação que irá apresentar a você hoje. Eu vou te mostrar como ambos os estudos em animais e estudos humanos exonerado óleo de coco de causar o problema.
Na segunda parte da minha palestra vou sugerir alguns novos rumos, onde importantes benefícios positivos para a saúde são vistas para o óleo de coco. Estes benefícios resultam da utilização de óleo de coco como um alimento com grandes benefícios antimicrobiana e anticâncer. Vou apresentar-vos algumas das razões para este efeito e alguma da literatura de apoio.
Os benefícios nutricionais e de saúde derivados do óleo de coco é único e irresistível. Embora o padeiro e processador de alimentos têm reconhecido as vantagens funcionais de óleo de coco em suas indústrias, a maior parte dos óleos concorrentes, por muitos anos, acredito que estes benefícios são subestimados hoje, tanto o produtor eo consumidor. É hora de educar e reeducar toda a mangueira de t que abrigam esta desinformação.
Historicamente, cocos e seu óleo extraído ter servido o homem como alimentos importantes para milhares de anos. O uso do óleo de coco como um encurtamento foi anunciado nos Estados Unidos, em livros de culinária popular no final do século 19. Tanto a promoção da saúde atributos de óleo de coco e as propriedades funcionais úteis para a dona de casa foram reconhecidas 100 anos atrás. Estes mesmos atributos, além de alguns mais recentemente descobertos, devem ser de grande interesse para ambos os países produtores, bem como os países consumidores.
II. Origens da dieta / coração Hipótese
Embora a literatura popular de estudos epidemiológicos geralmente atributo de um aumento do risco de doença arterial coronariana (DAC) para níveis elevados de colesterol, que por sua vez, são pensados para resultar de uma ingestão de gorduras saturadas e colesterol. Mas, gorduras saturadas podem ser considerados um culpado principal para CHD somente se as relações entre colesterol e doença coronária, e entre gordura saturada e colesterol sérico são cada firmemente estabelecida. Décadas de testes de larga escala e as conclusões daí que pretendia estabelecer a primeira ligação. Na verdade, essa relação atingiu o nível de dogma. Através dos anos, enfermaria metabólica e estudos em animais afirmam que dieta as gorduras saturadas aumentam os níveis séricos de colesterol, assim, supostamente, que institui a segunda ligação. Mas a base científica para essas relações já foi contestada como resultante de interpretações em grande escala e deturpação dos dados. (1991 Enig, Mann 1991, Smith 1991, Ravnskov 1995)
Ancel Keys é o maior responsável por iniciar o anti-gordura saturada agenda nos Estados Unidos. De 1953-1957 Chaves fez uma série de declarações relativas a aterogenicidade de gorduras. Estes pronunciamentos foram:
“Todas as gorduras aumentam o colesterol sérico; Quase metade do total de gorduras vem de gorduras e óleos vegetais; Não houve diferença entre as gorduras animais e vegetais em vigor na DAC (1953), tipo de gordura não faz diferença, a necessidade de reduzir a margarina eo encurtamento (1956) ; Todas as gorduras são comparáveis, gorduras saturadas e gorduras poliinsaturadas elevar colesterol sérico; gorduras vegetais hidrogenadas são o problema; gorduras animais são o problema (1957-1959). “
Como pode ser visto, seus resultados foram inconsistentes.
Qual foi o papel da indústria de óleo comestível na promoção da dieta / hipótese de coração?
É importante perceber que, naquela época (1960), a indústria de óleo comestível nos Estados Unidos aproveitaram a oportunidade para promover os seus ácidos gordos polinsaturados. A indústria fez isso através do desenvolvimento de um problema de saúde enfocando Key’s anti-preconceito de gordura saturada. Com a ajuda da indústria de óleo comestível de lobby nos Estados Unidos, as metas do governo federal na dieta e diretrizes foram aprovadas incorporar essa idéia equivocada de que o consumo de gordura saturada estava causando a doença cardíaca. Este anti-gordura saturada questão tornou-se a agenda do governo e agências privadas de os E.U. e na medida em outras partes do mundo. Esta é a agenda que tem tido um efeito tão devastador sobre a indústria de coco para a década passada. Ao longo da década de 1960, 1970, 1980, e 1990, a retórica anti-gordura saturada aumentou em intensidade.
Quais são algumas das contradições com a hipótese de culpar a gordura saturada?
Recentemente, um editorial de Harvard por Walter Willett, MD no American Journal of Public Health (1990) reconheceu que, embora
“O foco das recomendações dietéticas geralmente é uma redução do consumo de gordura saturada, nenhuma relação entre consumo de gordura saturada e do risco de doença coronária foi observado no estudo prospectivo mais informativo a data.”
Um outro editorial, desta vez por William Framingham P. Castelli no Archives of Internal Medicine (1992), declaradas para o registro que
“… em Framingham, Mass, a mais de gordura saturada comeu, o que comiam mais colesterol, mais calorias um comeu, a diminuir o colesterol da pessoa soro … o oposto do que as equações fornecidas por Hegsted at al (1965 ) e Chaves et al (1957) faria prever … “
Castelli ainda admitiu que
“… Em Framingham, por exemplo, descobrimos que as pessoas que comeram a maioria de colesterol, comiam mais gordura saturada, comeu mais calorias, pesavam menos, e foram os mais ativos fisicamente.”
III. Óleo de coco ea dieta / Coração Hipótese
Para as últimas décadas que você já ouviu falar sobre animais e estudos humanos alimentação de óleo de coco que supostamente mostrou aumento dos índices de risco cardiovascular. Blackburn et al (1988) reviram a literatura do efeito do óleo de coco no colesterol sérico e aterogênese e concluíram que, quando … [óleo de coco é] fisiologicamente alimentados com outras gorduras ou adequadamente suplementada com ácido linoléico, óleo de coco é um neutro gordura em termos de aterogenicidade. Depois de analisar esta mesma literatura, Kurup e Rajmohan (1995) realizaram um estudo em 64 voluntários e encontrou … não houve alteração estatisticamente significativa no colesterol total, colesterol HDL, o colesterol LDL, colesterol HDL / colesterol total eo colesterol LDL / HDL rácio de colesterol triglicérides a partir dos valores de referência … Um efeito benéfico da adição do kernel do coco para a dieta foi anotado por estes pesquisadores.
Como o óleo de coco obter uma reputação tão negativa?
A pergunta então é: como é que o óleo de coco obter uma reputação tão negativa? A resposta é muito simples, inicialmente, o significado dessas mudanças que ocorreram durante os estudos de alimentação animal foram mal interpretadas. A interpretação errada foi então repetido até que finalmente a desinformação ea desinformação ganhou vida própria.
Os problemas para o óleo de coco começaram há quatro décadas quando pesquisadores animais alimentados com óleo de coco hidrogenado, que foi propositadamente modificado para torná-lo completamente desprovida de ácidos gordos essenciais. O óleo de coco hidrogenado foi selecionado em vez de algodão hidrogenado, óleo de milho ou de soja, porque era uma gordura macia o suficiente para a mistura com dietas devido à presença da menor cadeia de fusão médio de ácidos gordos saturados. A mesma funcionalidade não pode ser obtido a partir do caroço de algodão, milho ou soja, óleos, se eles foram feitos totalmente saturado, uma vez que todos seus ácidos graxos de cadeia longa e de fusão muito elevado e não poderia ser facilmente misturado nem eram tão facilmente digerível.
Os animais alimentados com óleo de coco hidrogenado (como a única fonte de gordura) tornou-se naturalmente ácido graxo essencial deficiente, os seus níveis de colesterol sérico aumentou. Dietas que causam uma deficiência de ácidos graxos essenciais sempre produzem um aumento nos níveis séricos de colesterol, bem como um aumento nos índices de aterosclerose. O mesmo efeito também foi observado quando outros ácidos graxos essenciais deficiente, altamente óleos hidrogenados, tais como algodão, soja, milho ou de óleos ter sido alimentado, por isso é claramente uma função dos produtos hidrogenados, ou porque o petróleo é de ácidos graxos essenciais ( EFA) ou porque deficiente de ácidos graxos trans (TFA).
E sobre os estudos em que os animais foram alimentados com óleo de coco não transformados?
Hostmark et al (1980) comparou os efeitos de dietas contendo 10% de gordura de coco e óleo de girassol 10% na distribuição de lipoproteínas em ratos Wistar. Alimentação de óleo de coco produziu níveis significativamente mais baixos (p = <0,05) do pré-beta lipoproteínas (VLDL) e significativamente superior (p = <0,01) de alfa-lipoproteínas (HDL) em relação à alimentação de óleo de girassol.
Awad (1981) comparou os efeitos de dietas contendo 14% de óleo de coco, óleo de açafrão 14% ou a 5% "controle" (principalmente soja) óleo sobre acumulação de colesterol em tecidos de ratos Wistar. As dietas sintéticas tinha 2% de adição de óleo de milho, com um total de gordura de 16% a acumulação de colesterol total de tecidos de animais sobre a dieta de açafrão era seis vezes maior do que para os animais alimentados com o óleo de coco, e duas vezes maior que dos animais alimentados com o óleo de controle.
A conclusão de que podem ser extraídas algumas dessas pesquisas é que a alimentação animal, óleo de coco hidrogenado desprovido de ácidos graxos essenciais (EFA), em uma dieta de outra forma destituída de EFA leva à deficiência de EFA e potencializa a formação de marcadores de aterosclerose. É de notar que os animais alimentados com óleo de coco regular têm menos colesterol depositado em seus fígados e outras partes de seus corpos.
Que sobre os estudos em que o óleo de coco é parte da dieta normal do ser humano?
Kaunitz e Dayrit (1992) revisaram alguns dos dados epidemiológicos e experimentais a respeito do coco-de comer os grupos e observou que os estudos disponíveis mostram que a população de óleo de coco na dieta não levam a colesterol alto, nem a mortalidade por doença cardíaca coronária ou de alta morbidade. Eles observaram que, em 1989 Mendis et al relataram alterações lipídicas indesejáveis em adultos jovens do sexo masculino do Sri Lanka foram alteradas de suas dietas normais pela substituição de óleo de milho óleo de coco para os seus habituais. Embora o colesterol total diminuiu 18,7% 179,6-146,0 mg / dl e colesterol LDL diminuíram 23,8% 131,6-100,3 mg / dl, o colesterol HDL diminuiu 41,4% 43,4-25,4 mg / dl (colocando os valores de HDL abaixo do limite aceitável) e do LDL / HDL aumentou em 30% de 3,0-3,9. Estas duas últimas alterações seriam considerados bastante indesejáveis. Como mencionado acima, Kurup e Rajmohan (1995) estudou a adição de óleo de coco previamente misturado sozinho para dietas ricas em gordura e relatório não houve diferença significativa.
Anteriormente, Prior et al (1981) mostraram que os ilhéus com alta ingestão de óleo de coco não mostrou nenhuma evidência do consumo de gordura saturada ter um efeito prejudicial nestas populações. Quando estes grupos migraram para a Nova Zelândia no entanto, e reduziu o consumo de óleo de coco, o colesterol total e LDL colesterol aumentado, e seus níveis de colesterol HDL diminuído.
Que sobre os estudos em que o óleo de coco foi deliberadamente alimentado para seres humanos?
Alguns dos estudos apresentados e mais de trinta anos atrás, deveria ter aprovado o óleo de coco de qualquer implicação no desenvolvimento da doença arterial coronariana (DAC).
Por exemplo, quando Frantz e Carey (1961) alimentados com uma 810 kcal / dia adicionais suplemento de gordura por um mês inteiro de homens com níveis elevados de colesterol sérico normal, não houve diferença significativa em relação aos níveis originais mesmo que o suplemento de gordura hidrogenada foi o óleo de coco .
Halden e Lieb (1961) também apresentaram resultados semelhantes em um grupo de hyperchole-sterolemics quando o óleo de coco foi incluído em suas dietas. Original níveis de colesterol sérico foram relatadas como 170-370 mg / dl. Óleo de coco Straight produziu uma série 170-270 mg / dl. O óleo de coco combinado com 5% de óleo de girassol e 5% do azeite produzido um intervalo de 140 a 240 mg / dl.
Anteriormente, Hashim e colegas (1959) mostraram claramente que um suplemento alimentar de gordura para doentes com hipercolesterolemia, onde a metade do complemento (21% de energia) foi o óleo de coco (ea outra metade era de cártamo), resultou em reduções significativas no total colesterol sérico. A redução média de -29% e variou de -6,8 a -41,2%.
E mesmo antes, Ahrens e colegas (1957) mostraram que a adição de óleo de coco para a dieta dos doentes com hipercolesterolemia reduz o colesterol de soro, por exemplo, 450 mg / dl a 367 mg / dl. Isto é quase um efeito de aumento de colesterol.
Bierenbaum et al (1967) seguiram 100 homens jovens com infarto do miocárdio documentado por 5 anos com rações contendo gordura limitada a 28% da energia. Não houve diferença significativa entre as duas diferentes misturas de gorduras (óleos de milho 50/50 e 50/50 cártamo ou óleos de coco e amendoim), que foram alimentados com a metade do subsídio de gordura total, ambas as dietas reduziu o colesterol sérico. Este estudo mostrou claramente que 7% da energia como o óleo de coco foi tão benéfica para os 50 homens que consumiram-lo como para os 50 homens que consumiram 7% da energia como outros óleos como o óleo de milho ou de açafrão. Ambos os grupos se saíram melhor do que os controles não tratados.
Mais recentemente, Sundram et al (1994) alimentados com dietas Whole Foods para normo saudáveis do sexo masculino colesterolêmico, onde cerca de 30% da energia era gordo. Ácido láurico (C12: 0) e ácido mirístico (C14: 0) a partir de óleo de coco forneceu cerca de 5% da energia. Relativa às medidas basais dos sujeitos, antes da dieta experimental, este ácido láurico e mirístico dieta rica mostrou um aumento no colesterol total de 166,7-170,0 mg / dl (1,9%), redução do colesterol lipoproteína de baixa densidade ( LDL-C) 105,2-104,4 mg / dl (-0,1%), aumento do colesterol de lipoproteínas de alta densidade (HDL-C) 42,9-45,6 mg / dl (6,3%). Houve uma diminuição de 2,4% na relação LDL-C/HDL-C 2,45-2,39. Estes resultados indicam uma alteração favorável no balanço de lipoproteína sérica foi obtida quando o óleo de coco foi incluído na dieta alimentar toda a 5% de energia.
Tholstrup et al (1994) relatam resultados semelhantes com dietas de alimentos integrais ricos em ácido láurico e mirístico a partir de óleo de palmiste. Os níveis de colesterol HDL aumentou significativamente em relação aos valores basais (37,5-46,0 mg / dl, P <0,01) e LDL-C/HDL-C diminuiu 3,08-2,69. O aumento do colesterol total foi de 154,7 (base) para 170,9 mg / dl na dieta experimental.
Ng et al (1991) alimentados com 75% da ração a gordura como óleo de coco (24% de energia) a 83 normocholesterolemics adultos (61 machos e 22 fêmeas). Relativo aos valores iniciais, os valores mais elevados na dieta experimental para o colesterol total foi 17% maior (169,6-198,4 mg / dl), colesterol HDL aumentou 21,4% (44,3-53,8 mg / dl), e os LDL-C/HDL relação C diminuiu 3,6% (2,51-2,42).
Quando o óleo de coco não processada é adicionado a uma dieta normal, caso contrário, não há frequentemente nenhuma alteração no colesterol, embora alguns estudos têm mostrado uma diminuição no colesterol total. Por exemplo, quando Ginsberg et al previsto um "americano médio" dieta com 2-3 vezes mais ácido mirístico (C14: 0), 4,5 vezes mais ácido láurico (C12: 0), e 1,2 vezes mais ácido palmítico e esteárico (C16: 0 e C18: 0) que seus "Mono [insaturados]" dieta e do National Cholesterol Education Program Step "1" dieta, não houve aumento do colesterol e, de fato, os níveis de colesterol sérico para este grupo de dieta caiu cerca de 3% de 177,1 mg% para 171,8 mg% durante o experimento 22 semanas.
Afigura-se de muitos dos relatórios de pesquisa que o óleo de coco tem efeito sobre o colesterol sérico é o oposto, em indivíduos com valores baixos de colesterol sérico e aquelas com valores elevados do soro. Nós vemos que pode haver um aumento dos níveis séricos de colesterol total, colesterol LDL e HDL colesterol, especialmente em indivíduos com colesterol baixo. Por outro lado, há redução do colesterol total eo colesterol LDL em doentes com hipercolesterolemia como descrito acima.
Estudos mostraram que, supostamente, um efeito de hipercolesterolemia da alimentação de óleo de coco, de fato, normalmente, apenas mostrou que o óleo de coco não foi tão eficaz na redução do colesterol sérico como era o mais gordura insaturada que estão sendo comparados. Esta parece ser, em parte porque o óleo de coco não conduzir o colesterol para os tecidos como o faz o mais gorduras poliinsaturadas. A análise química do ateroma mostra que os ácidos graxos dos ésteres de colesterol são 74% de insaturados (41% é poliinsaturados) e apenas 24% estão saturados. Nenhum dos ácidos graxos saturados foram relatados para ser ácido láurico e ácido mirístico (Felton et al 1994).
Óleo de coco deve ser usada para prevenir a doença cardíaca coronária?
Há um outro aspecto para o quadro de doença cardíaca coronariana. Isto está relacionado com o início do ateromas, que são relatados para estar a bloquear as artérias. Uma pesquisa recente sugere que há um papel causal para o vírus do herpes e citomegalovírus na formação inicial de placas ateroscleróticas ea recloging das artérias após a angioplastia. (New York Times 1991) O que é tão interessante é que o vírus do herpes e citomegalovírus são ambos inibidos pela monolaurin lipídico antimicrobianos; monolaurin mas não é formado no corpo a menos que haja uma fonte de ácido láurico na dieta. Assim, ironicamente, pode-se considerar as recomendações para evitar coco e outros óleos láurico como contribuindo para o aumento da incidência de doença coronariana.
Talvez mais importante do que qualquer efeito do óleo de coco no colesterol sérico é o efeito adicional de óleo de coco sobre a doença capacidade de combate do animal ou pessoa que consome o óleo de coco.
IV. Óleo de coco e Câncer
Lim-Sylianco (1987) reviu 50 anos de literatura mostrando efeitos anticarcinogenic do óleo de coco na dieta. Estes estudos em animais mostram claramente o efeito nonpromotional de alimentação de óleo de coco.
Em um estudo realizado por Ribeiro et al (1984) o óleo de coco bi foi mais do que o óleo MCT inibitória à indução de tumores do cólon por azoximetano. Adenocarcinomas induzido quimicamente diferente 10 vezes entre o óleo de milho (32%) e óleo de coco (3%) no cólon. Tanto o azeite eo óleo de coco desenvolveu a níveis baixos (3%) dos adenocarcinomas de cólon, mas no intestino delgado dos animais alimentados com óleo de coco não desenvolver todos os tumores, enquanto 7% dos animais alimentados com azeite fez.
Estudos realizados por Cohen et al (1986) mostraram que os efeitos nonpromotional de óleo de coco também foram observados no câncer de mama induzido quimicamente. Neste modelo, a pequena elevação do colesterol sérico nos animais alimentados com óleo de coco como era protetora dos animais alimentados com o óleo mais poliinsaturada reduziu o colesterol sérico e mais tumores. Os autores notaram que "… uma tendência inversa foi observada entre o total lipídios totais e incidência do tumor de 4 [gorda] grupos."
Esta é uma área que precisa ser perseguido.
V. óleo de coco Antimicrobial Benefícios
Gostaria agora de rever para você algumas das razões para a utilização do óleo de coco como alimento, que servirá como matéria-prima para fornecer níveis potencialmente útil da atividade antimicrobiana no indivíduo.
O ácido láurico em óleo de coco é utilizada pelo corpo para fazer a mesma doença de combate monolaurin de ácidos graxos derivado de que os bebês fazem a partir do ácido láurico que recebem de suas mães = leite. O monolaurin monoglicerídeo é a substância que mantém crianças de contrair infecções virais ou bacterianas ou protozoários. Até há pouco tempo, este importante benefício tem sido largamente ignorado pela comunidade médica e nutricional.
O reconhecimento da atividade antimicrobiana do monoglicerídeo de ácido láurico (monolaurina) tem sido relatada desde 1966. O trabalho seminal pode ser creditado a Jon Kabara. Esta pesquisa inicial foi direcionado para os efeitos virucidal por causa de possíveis problemas relacionados à conservação de alimentos. Alguns dos primeiros trabalhos de Hierholzer e Kabara (1982) que mostraram efeitos de virucidal monolaurin em RNA envolto e vírus de DNA foi feito em conjunto com o Centro de Controle de Doenças do Serviço de Saúde Pública E.U. com protótipos selecionados ou reconhecidos estirpes representativas de envolta humanos vírus. O enquadramento desses vírus é uma membrana lipídica.
Kabara (1978) e outros relataram que certos ácidos graxos (por exemplo, ácidos gordos saturados de cadeia média) e seus derivados (por exemplo, monoglicerídeos) pode ter efeitos negativos sobre diversos microorganismos: os microorganismos são inativados que incluem as bactérias, leveduras, fungos, e envolto vírus.
O meio-cadeia de ácidos graxos saturados e seus derivados agir por perturbar o membranas lipídicas dos organismos (Isaacs e Thormar 1991) (Isaacs et al 1992). Em particular, os vírus são inativados envolto em ambos leite humano e bovino adicionado por ácidos graxos (CC) e monoglicerídeos (MGS) (Isaacs et al 1991), bem como pela FAS endógenos e MGs (Isaacs et al 1986, 1990, 1991, 1992 ; Thormar et al 1987).
Todos os três monoésteres de ácido láurico são mostrados para ser antimicrobianos ativos, ou seja, alfa-, alfa'-e beta-MG. Além disso, é relatado que o efeito antimicrobiano do CC e MGs são aditivos e total concentração é fundamental para inactivar vírus (Isaacs e Thormar 1990).
As propriedades que determinam a ação anti-infecciosa dos lipídeos estão relacionados com a sua estrutura, por exemplo, monoglicerídeos, ácidos graxos livres. Os monoglicerídeos são ativos, diglicerídeos e triglicerídeos estão inativos. Dos ácidos graxos saturados, o ácido láurico tem maior atividade antiviral do que qualquer um ácido caprílico (C-10) ou o ácido mirístico (C-14).
A ação atribuída ao monolaurin é a de solubilizar os lipídios e fosfolipídios no envelope do vírus que causa a desintegração do envelope do vírus. Com efeito, é relatado que os ácidos graxos e monoglicerídeos produzem sua matança / inactivação efeito por lise da bicamada lipídica () membrana plasmática. No entanto, há evidências de estudos recentes que uma ação antimicrobiana está relacionada a sua interferência com a transdução de sinal (Projan et al 1994).
Alguns dos vírus inativados por esses lipídios, além de HIV, são os vírus do sarampo, herpes simplex virus-1 (HSV-1), vírus da estomatite vesicular (VSV), vírus visna, e citomegalovírus (CMV). Muitos dos organismos patogênicos relatada a ser inactivada por esses lipídios antimicrobiana são aqueles conhecidos por serem responsáveis por infecções oportunistas em indivíduos HIV-positivos. Por exemplo, a infecção concomitante com o citomegalovírus é reconhecido como uma complicação séria para indivíduos HIV + (Macallan et al 1993). Assim, afigura-se importante investigar os aspectos práticos e os potenciais benefícios de um regime de apoio complemento nutricional para indivíduos infectados pelo HIV, o que irá utilizar as gorduras alimentares que são fontes de anti-viral conhecido, anti-microbiana e anti ácido protozoários monoglicerídeos e ácidos graxos, como monolaurin e seu precursor láurico.
Ninguém na comunidade de integrar a nutrição parece ter reconhecido o potencial adicional de lipídios antimicrobianos no tratamento de infectados pelo HIV ou doentes de SIDA. Esses ácidos graxos antimicrobianos e seus derivados são essencialmente não-tóxico para o homem, pois eles são produzidos in vivo pelo ser humano quando ingerem os alimentos comumente disponíveis que contêm níveis adequados de meio de ácidos graxos de cadeia, como o ácido láurico. Segundo a pesquisa publicada, o ácido láurico é um dos melhores "inactive" ácidos graxos, e seu monoglicerídeo é ainda mais eficaz do que o ácido graxo sozinho (Kabara 1978, Sands et al 1978, Fletcher et al 1985, Kabara 1985).
O revestimento lipídico (envelope) os vírus são dependentes de lipídios anfitrião para os componentes de lipídios. A variabilidade de ácidos graxos nos alimentos de indivíduos representa a variabilidade dos ácidos graxos no envelope do vírus e também explica a variabilidade da expressão da glicoproteína.
Perda de ácido láurico da dieta americana
Cada vez mais, nos últimos 40 anos, a dieta americana tem sofrido grandes mudanças. Muitas dessas mudanças implicam alterações de gorduras e óleos. Houve um aumento da oferta de redes transeuropeias parcialmente hidrogenados contendo óleos vegetais e uma redução do volume do ácido láurico contendo óleos. Como resultado, houve um aumento do consumo de ácidos graxos trans e de ácido linoléico e um decréscimo no consumo de ácido láurico. Este tipo de mudança na dieta tem um efeito sobre os ácidos graxos no organismo tem disponível para atividades metabólicas.
VI. Ácido láurico em Alimentos
Os países produtores de coco
Coco inteiro, bem como extração de óleo de coco tem sido um pilar no fornecimento de alimentos em muitos países em partes da Ásia e do Pacífico ao longo dos séculos. Recentemente, porém, houve alguma substituição de óleo de coco por óleos de sementes. Isso é lamentável, uma vez que os benefícios obtidos de consumir uma quantidade adequada de óleo de coco estão sendo perdidos.
Com base no consumo per capita de óleo de coco, em 1985, como relatado por Kaunitz (1992), o consumo diário per capita de ácido láurico pode ser aproximada. Para os países grandes produtores, como as Filipinas, Indonésia e Sri Lanka e países consumidores, como Singapura, a ingestão diária de ácido láurico foram aproximadamente 7,3 gramas (Filipinas), 4,9 gramas (Sri Lanka), 4,7 gramas (Indonésia), e 2,8 gramas (Singapura). Na Índia, a ingestão de ácido láurico do óleo de coco no coco áreas de cultivo (por exemplo, Rio de Janeiro) variam de cerca de 12 a 20 gramas por dia (Eraly 1995), enquanto a média para o resto do país é inferior a metade de um grama. Uma alta média de aproximadamente 68 gramas de ácido láurico é calculado a partir da ingestão de óleo de coco previamente relatado por Prior et al (1981) para as Ilhas Tokelau. Outros países produtores de coco também pode ter a ingestão de ácido láurico no mesmo intervalo.
A experiência E.U.
Hoje nos Estados Unidos, há muito pouco ácido láurico na maioria dos alimentos. Durante a parte inicial do século 20 e até ao final de 1950 muitas pessoas consumiram creme de leite e de gordura elevado. Estes alimentos poderiam ter fornecido cerca de 3 gramas de ácido láurico por dia para muitas pessoas. Além disso, o coco ralado era um alimento popular em bolos caseiros, tortas e biscoitos, bem como no comercial assados, e 1-2 colheres de sopa de coco ralado teria fornecido 1-2 gramas de ácido láurico. Esses alimentos feitos com o óleo de coco com encurtamentos teria fornecido montantes adicionais.
Até dois anos atrás, alguns dos pipoca vendidos comercialmente, pelo menos nos cinemas, tinha o óleo de coco como o petróleo. Isto significa que para essas pessoas a sorte de consumir este tipo de pipoca a possível ingestão de ácido láurico foi de 6 gramas ou mais de três (3) para o copo.
Algumas fórmulas infantis (mas não todas) têm sido boas fontes de ácido láurico para crianças. No entanto, nos últimos 3-4 anos tem havido uma reformulação com a perda de uma porção de óleo de coco nessas fórmulas, e uma posterior redução dos níveis de ácido láurico.
Apenas um E.U. fabricados fórmula enteral contém ácido láurico (por exemplo, impacto7), o que é normalmente utilizada em hospitais para a alimentação por sonda, é relatada a ser muito eficaz em reverter a perda de peso severa em pacientes com AIDS, mas é interrompido quando os pacientes deixam o hospital porque não é suficientemente aceitável para uso oral. As fórmulas mais amplamente promovida enteral (por exemplo, Ensure7, Nutren7) não são feitos com óleos láurico, e, de fato, muitos são feitos com óleos parcialmente hidrogenados.
Existem actualmente alguns doces vendidos em os E.U. que são feitos com óleo de palmiste, e uma especialidade alguns doces feitos com óleo de coco e coco ralado. Estes podem fornecer pequenas quantidades de ácido láurico.
Cookies como macarons, se feito com coco ralado, são boas fontes de ácido láurico, fornecendo tanto quanto 6 gramas de ácido láurico por macaroon (Red Mill). No entanto, esses cookies formam uma pequena parcela do mercado de biscoitos. A maioria dos cookies nos Estados Unidos já não são feitos com gorduras do óleo de coco, no entanto, houve uma época em que muitos cookies E.U. (por exemplo, Pepperidge Farm), foram cerca de 25% de ácido láurico.
Originalmente, uma das maiores fabricantes de sopas creme de coco óleo usado nas formulações. Muitos fabricantes de biscoito popular usado também o óleo de coco como revestimento de pulverização. Esses produtos fornecidos uma pequena quantidade de ácido láurico em uma base diária para algumas pessoas.
Como o ácido láurico é preciso muito?
Não se sabe exatamente quanta comida feita com óleos láurico é necessária a fim de ter um nível de protecção de ácido láurico na dieta. Bebés provavelmente consomem entre 0,3 e 1 grama por quilo de peso corporal, se eles são alimentados com leite materno ou uma fórmula infantil enriquecido, que contém óleo de coco. Este montante parece ter sido sempre protetora. Adultos provavelmente poderia beneficiar o consumo de 10 a 20 gramas de ácido láurico por dia. Crianças em crescimento provavelmente precisa sobre os montantes que os adultos.
VII. Recomendações
A indústria de óleo de coco tem de fazer o caso do ácido láurico agora. Não se deve esperar para a indústria de colza para promover o argumento para a inclusão de ácido láurico por causa do aumento da procura de laurato. Na verdade ácido láurico pode provar ser um ácido graxo saturado condicionalmente essencial, ea pesquisa para estabelecer esse fato ao redor do mundo precisa ser vigorosamente promovida.
Embora o setor privado precisa lutar por sua mercadoria por intermédio de suas associações profissionais, os vários governos de países produtores de coco necessidade de colocar pressão sobre a OMS, a FAO e do PNUD reconhece a importância da saúde do óleo de coco e outros produtos derivados do coco. Além disso, os representantes que vão fazer a necessidade de persuadir a acreditar que sua mensagem é cientificamente correto – porque é.
Entre os alimentos essenciais e nutrição palavras "buzz" para o século 21 é o termo "alimentos funcionais". Clearly coconut oil fits the designation of a very important functional food.
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Sobre o Autor
Mary G. Enig, PhDMary G. Enig, PhD is an expert of international renown in the field of lipid biochemistry. She has headed a number of studies on the content and effects of trans fatty acids in America and Israel, and has successfully challenged government assertions that dietary animal fat causes cancer and heart disease. Recent scientific and media attention on the possible adverse health effects of trans fatty acids has brought increased attention to her work. Ela é uma nutricionista licenciado, certificado pelo Conselho de Certificação de Especialistas em nutrição, um perito qualificado, consultor de nutrição para os indivíduos, a indústria e os governos estaduais e federal, contribuindo para um editor de número de publicações científicas, Fellow do American College of Nutrition e Presidente da Maryland Nutritionists Association. Ela é autora de mais de 60 trabalhos técnicos e apresentações, bem como um conferencista popular. Dra. Enig está actualmente a trabalhar no desenvolvimento exploratório de uma terapia adjuvante para a Aids através de cadeia média total de ácidos graxos saturados em alimentos integrais. She is Vice-President of the Weston A Price Foundation and Scientific Editor of Wise Traditions as well as the author of Know Your Fats: The Complete Primer for Understanding the Nutrition of Fats, Oils, and Cholesterol, Bethesda Press, May 2000. Ela é mãe de três crianças saudáveis, educados em alimentos integrais, incluindo manteiga, nata, ovos e carne.
Matérial do Site: http://www.westonaprice.org/knowyourfats/coconut_oil.html
Se você é daquelas pessoas que não dispensa uma saborosa água de coco gelada, pode ficar ainda mais feliz: essa deliciosa bebida pode fazer maravilhas por sua saúde.
Um copo desse líquido precioso equivale às calorias de uma laranja ou meia maçã; portanto, é ideal para ser consumida entre as refeições. Dessa forma, aquela vontade de comer um lanchinho à tarde é satisfeita de forma saudável e pouco calórica.
E tem mais ...
Ideal para os dias quentes, a água de coco ajuda no funcionamento do intestino, pois é rica em potássio, e não apresenta grande quantidade de calorias (22 para cada 100ml). Além disso, por possuir composição semelhante ao plasma sanguíneo, essa bebida pode actuar como soro fisiológico, prevenindo casos de diarreia com risco de desidratação.
As pessoas que fazem quimioterapia também podem consumí-la sem medo, pois a bebida costuma ser bem tolerada (coisa que não acontece em relação a outros líquidos).
E os benefícios não param por aí...
A polpa do coco verde, embora extremamente calórica (590 calorias a cada 100 gramas) é bastante nutritiva. O leite dela extraído, após passar por um processo de retirada da gordura, pode ser usado na alimentação infantil para crianças que apresentam intolerância ao leite de vaca.
Mas, cuidado!
Mesmo apresentando tantas vantagens, hipertensos e diabéticos não devem consumir água de coco em excesso, pois o líquido contém muito sódio e carboidrato.
Mais uma recomendação:
Na hora de comprar a fruta, preste atenção para não escolher aquelas que apresentem casca trincada e manchas marrons; e depois de aberta, consuma o líquido imediatamente ( tais cuidados evitarão que o sabor da água seja alterado por causa da acidez).
Fonte: saudeinformacoes

Benefícios do óleo de coco
Por Mary G. Enig, Ph.D.
Saúde e Nutricional Benefícios de óleo de coco: um alimento funcional importante para o Século 21
Apresentado no Simpósio de Óleos AVOC láurico, Ho Chi Min City, no Vietnã, 25 de abril de 1996
Abstract
O óleo de coco tem um papel único na dieta como um alimento importante fisiologicamente funcionais. A saúde e os benefícios nutricionais que podem ser derivados de óleo de coco consumindo ter sido reconhecido em muitas partes do mundo durante séculos. Embora a vantagem do consumo regular de óleo de coco tem sido subestimado pelos consumidores e produtores tanto para os últimos dois ou três décadas, os seus benefícios exclusivos devem ser atraente para a saúde mente do consumidor de hoje. Uma revisão da dieta / doença cardíaca literatura pertinente ao óleo de coco indica claramente que o óleo de coco é pior, neutro em relação a aterogenicidade de gorduras e óleos e, de fato, é provável que seja um óleo benéfico para a prevenção e tratamento de algumas doenças do coração . Além disso, o óleo de coco é uma fonte de lipídios antimicrobiana para os indivíduos com sistemas imunológicos comprometidos e é uma gordura nonpromoting com relação à carcinogênese química.
I. Introdução
Sr. Presidente e os membros da ASEAN Óleos Vegetais clube, eu gostaria de lhe agradecer por me convidar para participar deste Óleos láurico Symposium. Estou contente por ter a oportunidade de rever com você algumas informações que espero ajudar a corrigir alguns dos anti-retórica óleos tropicais que tem sido tão problemático para a sua indústria.
Eu vou estar cobrindo duas áreas importantes na minha apresentação. Na primeira parte, eu gostaria de rever a história do maior desafio da saúde enfrenta o óleo de coco hoje. Esse desafio é baseado em um suposto papel negativo desempenhado por gordura saturada na doença cardíaca. Espero poder dissipar qualquer aceitação dessa noção com a informação que irá apresentar a você hoje. Eu vou te mostrar como ambos os estudos em animais e estudos humanos exonerado óleo de coco de causar o problema.
Na segunda parte da minha palestra vou sugerir alguns novos rumos, onde importantes benefícios positivos para a saúde são vistas para o óleo de coco. Estes benefícios resultam da utilização de óleo de coco como um alimento com grandes benefícios antimicrobiana e anticâncer. Vou apresentar-vos algumas das razões para este efeito e alguma da literatura de apoio.
Os benefícios nutricionais e de saúde derivados do óleo de coco é único e irresistível. Embora o padeiro e processador de alimentos têm reconhecido as vantagens funcionais de óleo de coco em suas indústrias, a maior parte dos óleos concorrentes, por muitos anos, acredito que estes benefícios são subestimados hoje, tanto o produtor eo consumidor. É hora de educar e reeducar toda a mangueira de t que abrigam esta desinformação.
Historicamente, cocos e seu óleo extraído ter servido o homem como alimentos importantes para milhares de anos. O uso do óleo de coco como um encurtamento foi anunciado nos Estados Unidos, em livros de culinária popular no final do século 19. Tanto a promoção da saúde atributos de óleo de coco e as propriedades funcionais úteis para a dona de casa foram reconhecidas 100 anos atrás. Estes mesmos atributos, além de alguns mais recentemente descobertos, devem ser de grande interesse para ambos os países produtores, bem como os países consumidores.
II. Origens da dieta / coração Hipótese
Embora a literatura popular de estudos epidemiológicos geralmente atributo de um aumento do risco de doença arterial coronariana (DAC) para níveis elevados de colesterol, que por sua vez, são pensados para resultar de uma ingestão de gorduras saturadas e colesterol. Mas, gorduras saturadas podem ser considerados um culpado principal para CHD somente se as relações entre colesterol e doença coronária, e entre gordura saturada e colesterol sérico são cada firmemente estabelecida. Décadas de testes de larga escala e as conclusões daí que pretendia estabelecer a primeira ligação. Na verdade, essa relação atingiu o nível de dogma. Através dos anos, enfermaria metabólica e estudos em animais afirmam que dieta as gorduras saturadas aumentam os níveis séricos de colesterol, assim, supostamente, que institui a segunda ligação. Mas a base científica para essas relações já foi contestada como resultante de interpretações em grande escala e deturpação dos dados. (1991 Enig, Mann 1991, Smith 1991, Ravnskov 1995)
Ancel Keys é o maior responsável por iniciar o anti-gordura saturada agenda nos Estados Unidos. De 1953-1957 Chaves fez uma série de declarações relativas a aterogenicidade de gorduras. Estes pronunciamentos foram:
“Todas as gorduras aumentam o colesterol sérico; Quase metade do total de gorduras vem de gorduras e óleos vegetais; Não houve diferença entre as gorduras animais e vegetais em vigor na DAC (1953), tipo de gordura não faz diferença, a necessidade de reduzir a margarina eo encurtamento (1956) ; Todas as gorduras são comparáveis, gorduras saturadas e gorduras poliinsaturadas elevar colesterol sérico; gorduras vegetais hidrogenadas são o problema; gorduras animais são o problema (1957-1959). “
Como pode ser visto, seus resultados foram inconsistentes.
Qual foi o papel da indústria de óleo comestível na promoção da dieta / hipótese de coração?
É importante perceber que, naquela época (1960), a indústria de óleo comestível nos Estados Unidos aproveitaram a oportunidade para promover os seus ácidos gordos polinsaturados. A indústria fez isso através do desenvolvimento de um problema de saúde enfocando Key’s anti-preconceito de gordura saturada. Com a ajuda da indústria de óleo comestível de lobby nos Estados Unidos, as metas do governo federal na dieta e diretrizes foram aprovadas incorporar essa idéia equivocada de que o consumo de gordura saturada estava causando a doença cardíaca. Este anti-gordura saturada questão tornou-se a agenda do governo e agências privadas de os E.U. e na medida em outras partes do mundo. Esta é a agenda que tem tido um efeito tão devastador sobre a indústria de coco para a década passada. Ao longo da década de 1960, 1970, 1980, e 1990, a retórica anti-gordura saturada aumentou em intensidade.
Quais são algumas das contradições com a hipótese de culpar a gordura saturada?
Recentemente, um editorial de Harvard por Walter Willett, MD no American Journal of Public Health (1990) reconheceu que, embora
“O foco das recomendações dietéticas geralmente é uma redução do consumo de gordura saturada, nenhuma relação entre consumo de gordura saturada e do risco de doença coronária foi observado no estudo prospectivo mais informativo a data.”
Um outro editorial, desta vez por William Framingham P. Castelli no Archives of Internal Medicine (1992), declaradas para o registro que
“… em Framingham, Mass, a mais de gordura saturada comeu, o que comiam mais colesterol, mais calorias um comeu, a diminuir o colesterol da pessoa soro … o oposto do que as equações fornecidas por Hegsted at al (1965 ) e Chaves et al (1957) faria prever … “
Castelli ainda admitiu que
“… Em Framingham, por exemplo, descobrimos que as pessoas que comeram a maioria de colesterol, comiam mais gordura saturada, comeu mais calorias, pesavam menos, e foram os mais ativos fisicamente.”
III. Óleo de coco ea dieta / Coração Hipótese
Para as últimas décadas que você já ouviu falar sobre animais e estudos humanos alimentação de óleo de coco que supostamente mostrou aumento dos índices de risco cardiovascular. Blackburn et al (1988) reviram a literatura do efeito do óleo de coco no colesterol sérico e aterogênese e concluíram que, quando … [óleo de coco é] fisiologicamente alimentados com outras gorduras ou adequadamente suplementada com ácido linoléico, óleo de coco é um neutro gordura em termos de aterogenicidade. Depois de analisar esta mesma literatura, Kurup e Rajmohan (1995) realizaram um estudo em 64 voluntários e encontrou … não houve alteração estatisticamente significativa no colesterol total, colesterol HDL, o colesterol LDL, colesterol HDL / colesterol total eo colesterol LDL / HDL rácio de colesterol triglicérides a partir dos valores de referência … Um efeito benéfico da adição do kernel do coco para a dieta foi anotado por estes pesquisadores.
Como o óleo de coco obter uma reputação tão negativa?
A pergunta então é: como é que o óleo de coco obter uma reputação tão negativa? A resposta é muito simples, inicialmente, o significado dessas mudanças que ocorreram durante os estudos de alimentação animal foram mal interpretadas. A interpretação errada foi então repetido até que finalmente a desinformação ea desinformação ganhou vida própria.
Os problemas para o óleo de coco começaram há quatro décadas quando pesquisadores animais alimentados com óleo de coco hidrogenado, que foi propositadamente modificado para torná-lo completamente desprovida de ácidos gordos essenciais. O óleo de coco hidrogenado foi selecionado em vez de algodão hidrogenado, óleo de milho ou de soja, porque era uma gordura macia o suficiente para a mistura com dietas devido à presença da menor cadeia de fusão médio de ácidos gordos saturados. A mesma funcionalidade não pode ser obtido a partir do caroço de algodão, milho ou soja, óleos, se eles foram feitos totalmente saturado, uma vez que todos seus ácidos graxos de cadeia longa e de fusão muito elevado e não poderia ser facilmente misturado nem eram tão facilmente digerível.
Os animais alimentados com óleo de coco hidrogenado (como a única fonte de gordura) tornou-se naturalmente ácido graxo essencial deficiente, os seus níveis de colesterol sérico aumentou. Dietas que causam uma deficiência de ácidos graxos essenciais sempre produzem um aumento nos níveis séricos de colesterol, bem como um aumento nos índices de aterosclerose. O mesmo efeito também foi observado quando outros ácidos graxos essenciais deficiente, altamente óleos hidrogenados, tais como algodão, soja, milho ou de óleos ter sido alimentado, por isso é claramente uma função dos produtos hidrogenados, ou porque o petróleo é de ácidos graxos essenciais ( EFA) ou porque deficiente de ácidos graxos trans (TFA).
E sobre os estudos em que os animais foram alimentados com óleo de coco não transformados?
Hostmark et al (1980) comparou os efeitos de dietas contendo 10% de gordura de coco e óleo de girassol 10% na distribuição de lipoproteínas em ratos Wistar. Alimentação de óleo de coco produziu níveis significativamente mais baixos (p = <0,05) do pré-beta lipoproteínas (VLDL) e significativamente superior (p = <0,01) de alfa-lipoproteínas (HDL) em relação à alimentação de óleo de girassol.
Awad (1981) comparou os efeitos de dietas contendo 14% de óleo de coco, óleo de açafrão 14% ou a 5% "controle" (principalmente soja) óleo sobre acumulação de colesterol em tecidos de ratos Wistar. As dietas sintéticas tinha 2% de adição de óleo de milho, com um total de gordura de 16% a acumulação de colesterol total de tecidos de animais sobre a dieta de açafrão era seis vezes maior do que para os animais alimentados com o óleo de coco, e duas vezes maior que dos animais alimentados com o óleo de controle.
A conclusão de que podem ser extraídas algumas dessas pesquisas é que a alimentação animal, óleo de coco hidrogenado desprovido de ácidos graxos essenciais (EFA), em uma dieta de outra forma destituída de EFA leva à deficiência de EFA e potencializa a formação de marcadores de aterosclerose. É de notar que os animais alimentados com óleo de coco regular têm menos colesterol depositado em seus fígados e outras partes de seus corpos.
Que sobre os estudos em que o óleo de coco é parte da dieta normal do ser humano?
Kaunitz e Dayrit (1992) revisaram alguns dos dados epidemiológicos e experimentais a respeito do coco-de comer os grupos e observou que os estudos disponíveis mostram que a população de óleo de coco na dieta não levam a colesterol alto, nem a mortalidade por doença cardíaca coronária ou de alta morbidade. Eles observaram que, em 1989 Mendis et al relataram alterações lipídicas indesejáveis em adultos jovens do sexo masculino do Sri Lanka foram alteradas de suas dietas normais pela substituição de óleo de milho óleo de coco para os seus habituais. Embora o colesterol total diminuiu 18,7% 179,6-146,0 mg / dl e colesterol LDL diminuíram 23,8% 131,6-100,3 mg / dl, o colesterol HDL diminuiu 41,4% 43,4-25,4 mg / dl (colocando os valores de HDL abaixo do limite aceitável) e do LDL / HDL aumentou em 30% de 3,0-3,9. Estas duas últimas alterações seriam considerados bastante indesejáveis. Como mencionado acima, Kurup e Rajmohan (1995) estudou a adição de óleo de coco previamente misturado sozinho para dietas ricas em gordura e relatório não houve diferença significativa.
Anteriormente, Prior et al (1981) mostraram que os ilhéus com alta ingestão de óleo de coco não mostrou nenhuma evidência do consumo de gordura saturada ter um efeito prejudicial nestas populações. Quando estes grupos migraram para a Nova Zelândia no entanto, e reduziu o consumo de óleo de coco, o colesterol total e LDL colesterol aumentado, e seus níveis de colesterol HDL diminuído.
Que sobre os estudos em que o óleo de coco foi deliberadamente alimentado para seres humanos?
Alguns dos estudos apresentados e mais de trinta anos atrás, deveria ter aprovado o óleo de coco de qualquer implicação no desenvolvimento da doença arterial coronariana (DAC).
Por exemplo, quando Frantz e Carey (1961) alimentados com uma 810 kcal / dia adicionais suplemento de gordura por um mês inteiro de homens com níveis elevados de colesterol sérico normal, não houve diferença significativa em relação aos níveis originais mesmo que o suplemento de gordura hidrogenada foi o óleo de coco .
Halden e Lieb (1961) também apresentaram resultados semelhantes em um grupo de hyperchole-sterolemics quando o óleo de coco foi incluído em suas dietas. Original níveis de colesterol sérico foram relatadas como 170-370 mg / dl. Óleo de coco Straight produziu uma série 170-270 mg / dl. O óleo de coco combinado com 5% de óleo de girassol e 5% do azeite produzido um intervalo de 140 a 240 mg / dl.
Anteriormente, Hashim e colegas (1959) mostraram claramente que um suplemento alimentar de gordura para doentes com hipercolesterolemia, onde a metade do complemento (21% de energia) foi o óleo de coco (ea outra metade era de cártamo), resultou em reduções significativas no total colesterol sérico. A redução média de -29% e variou de -6,8 a -41,2%.
E mesmo antes, Ahrens e colegas (1957) mostraram que a adição de óleo de coco para a dieta dos doentes com hipercolesterolemia reduz o colesterol de soro, por exemplo, 450 mg / dl a 367 mg / dl. Isto é quase um efeito de aumento de colesterol.
Bierenbaum et al (1967) seguiram 100 homens jovens com infarto do miocárdio documentado por 5 anos com rações contendo gordura limitada a 28% da energia. Não houve diferença significativa entre as duas diferentes misturas de gorduras (óleos de milho 50/50 e 50/50 cártamo ou óleos de coco e amendoim), que foram alimentados com a metade do subsídio de gordura total, ambas as dietas reduziu o colesterol sérico. Este estudo mostrou claramente que 7% da energia como o óleo de coco foi tão benéfica para os 50 homens que consumiram-lo como para os 50 homens que consumiram 7% da energia como outros óleos como o óleo de milho ou de açafrão. Ambos os grupos se saíram melhor do que os controles não tratados.
Mais recentemente, Sundram et al (1994) alimentados com dietas Whole Foods para normo saudáveis do sexo masculino colesterolêmico, onde cerca de 30% da energia era gordo. Ácido láurico (C12: 0) e ácido mirístico (C14: 0) a partir de óleo de coco forneceu cerca de 5% da energia. Relativa às medidas basais dos sujeitos, antes da dieta experimental, este ácido láurico e mirístico dieta rica mostrou um aumento no colesterol total de 166,7-170,0 mg / dl (1,9%), redução do colesterol lipoproteína de baixa densidade ( LDL-C) 105,2-104,4 mg / dl (-0,1%), aumento do colesterol de lipoproteínas de alta densidade (HDL-C) 42,9-45,6 mg / dl (6,3%). Houve uma diminuição de 2,4% na relação LDL-C/HDL-C 2,45-2,39. Estes resultados indicam uma alteração favorável no balanço de lipoproteína sérica foi obtida quando o óleo de coco foi incluído na dieta alimentar toda a 5% de energia.
Tholstrup et al (1994) relatam resultados semelhantes com dietas de alimentos integrais ricos em ácido láurico e mirístico a partir de óleo de palmiste. Os níveis de colesterol HDL aumentou significativamente em relação aos valores basais (37,5-46,0 mg / dl, P <0,01) e LDL-C/HDL-C diminuiu 3,08-2,69. O aumento do colesterol total foi de 154,7 (base) para 170,9 mg / dl na dieta experimental.
Ng et al (1991) alimentados com 75% da ração a gordura como óleo de coco (24% de energia) a 83 normocholesterolemics adultos (61 machos e 22 fêmeas). Relativo aos valores iniciais, os valores mais elevados na dieta experimental para o colesterol total foi 17% maior (169,6-198,4 mg / dl), colesterol HDL aumentou 21,4% (44,3-53,8 mg / dl), e os LDL-C/HDL relação C diminuiu 3,6% (2,51-2,42).
Quando o óleo de coco não processada é adicionado a uma dieta normal, caso contrário, não há frequentemente nenhuma alteração no colesterol, embora alguns estudos têm mostrado uma diminuição no colesterol total. Por exemplo, quando Ginsberg et al previsto um "americano médio" dieta com 2-3 vezes mais ácido mirístico (C14: 0), 4,5 vezes mais ácido láurico (C12: 0), e 1,2 vezes mais ácido palmítico e esteárico (C16: 0 e C18: 0) que seus "Mono [insaturados]" dieta e do National Cholesterol Education Program Step "1" dieta, não houve aumento do colesterol e, de fato, os níveis de colesterol sérico para este grupo de dieta caiu cerca de 3% de 177,1 mg% para 171,8 mg% durante o experimento 22 semanas.
Afigura-se de muitos dos relatórios de pesquisa que o óleo de coco tem efeito sobre o colesterol sérico é o oposto, em indivíduos com valores baixos de colesterol sérico e aquelas com valores elevados do soro. Nós vemos que pode haver um aumento dos níveis séricos de colesterol total, colesterol LDL e HDL colesterol, especialmente em indivíduos com colesterol baixo. Por outro lado, há redução do colesterol total eo colesterol LDL em doentes com hipercolesterolemia como descrito acima.
Estudos mostraram que, supostamente, um efeito de hipercolesterolemia da alimentação de óleo de coco, de fato, normalmente, apenas mostrou que o óleo de coco não foi tão eficaz na redução do colesterol sérico como era o mais gordura insaturada que estão sendo comparados. Esta parece ser, em parte porque o óleo de coco não conduzir o colesterol para os tecidos como o faz o mais gorduras poliinsaturadas. A análise química do ateroma mostra que os ácidos graxos dos ésteres de colesterol são 74% de insaturados (41% é poliinsaturados) e apenas 24% estão saturados. Nenhum dos ácidos graxos saturados foram relatados para ser ácido láurico e ácido mirístico (Felton et al 1994).
Óleo de coco deve ser usada para prevenir a doença cardíaca coronária?
Há um outro aspecto para o quadro de doença cardíaca coronariana. Isto está relacionado com o início do ateromas, que são relatados para estar a bloquear as artérias. Uma pesquisa recente sugere que há um papel causal para o vírus do herpes e citomegalovírus na formação inicial de placas ateroscleróticas ea recloging das artérias após a angioplastia. (New York Times 1991) O que é tão interessante é que o vírus do herpes e citomegalovírus são ambos inibidos pela monolaurin lipídico antimicrobianos; monolaurin mas não é formado no corpo a menos que haja uma fonte de ácido láurico na dieta. Assim, ironicamente, pode-se considerar as recomendações para evitar coco e outros óleos láurico como contribuindo para o aumento da incidência de doença coronariana.
Talvez mais importante do que qualquer efeito do óleo de coco no colesterol sérico é o efeito adicional de óleo de coco sobre a doença capacidade de combate do animal ou pessoa que consome o óleo de coco.
IV. Óleo de coco e Câncer
Lim-Sylianco (1987) reviu 50 anos de literatura mostrando efeitos anticarcinogenic do óleo de coco na dieta. Estes estudos em animais mostram claramente o efeito nonpromotional de alimentação de óleo de coco.
Em um estudo realizado por Ribeiro et al (1984) o óleo de coco bi foi mais do que o óleo MCT inibitória à indução de tumores do cólon por azoximetano. Adenocarcinomas induzido quimicamente diferente 10 vezes entre o óleo de milho (32%) e óleo de coco (3%) no cólon. Tanto o azeite eo óleo de coco desenvolveu a níveis baixos (3%) dos adenocarcinomas de cólon, mas no intestino delgado dos animais alimentados com óleo de coco não desenvolver todos os tumores, enquanto 7% dos animais alimentados com azeite fez.
Estudos realizados por Cohen et al (1986) mostraram que os efeitos nonpromotional de óleo de coco também foram observados no câncer de mama induzido quimicamente. Neste modelo, a pequena elevação do colesterol sérico nos animais alimentados com óleo de coco como era protetora dos animais alimentados com o óleo mais poliinsaturada reduziu o colesterol sérico e mais tumores. Os autores notaram que "… uma tendência inversa foi observada entre o total lipídios totais e incidência do tumor de 4 [gorda] grupos."
Esta é uma área que precisa ser perseguido.
V. óleo de coco Antimicrobial Benefícios
Gostaria agora de rever para você algumas das razões para a utilização do óleo de coco como alimento, que servirá como matéria-prima para fornecer níveis potencialmente útil da atividade antimicrobiana no indivíduo.
O ácido láurico em óleo de coco é utilizada pelo corpo para fazer a mesma doença de combate monolaurin de ácidos graxos derivado de que os bebês fazem a partir do ácido láurico que recebem de suas mães = leite. O monolaurin monoglicerídeo é a substância que mantém crianças de contrair infecções virais ou bacterianas ou protozoários. Até há pouco tempo, este importante benefício tem sido largamente ignorado pela comunidade médica e nutricional.
O reconhecimento da atividade antimicrobiana do monoglicerídeo de ácido láurico (monolaurina) tem sido relatada desde 1966. O trabalho seminal pode ser creditado a Jon Kabara. Esta pesquisa inicial foi direcionado para os efeitos virucidal por causa de possíveis problemas relacionados à conservação de alimentos. Alguns dos primeiros trabalhos de Hierholzer e Kabara (1982) que mostraram efeitos de virucidal monolaurin em RNA envolto e vírus de DNA foi feito em conjunto com o Centro de Controle de Doenças do Serviço de Saúde Pública E.U. com protótipos selecionados ou reconhecidos estirpes representativas de envolta humanos vírus. O enquadramento desses vírus é uma membrana lipídica.
Kabara (1978) e outros relataram que certos ácidos graxos (por exemplo, ácidos gordos saturados de cadeia média) e seus derivados (por exemplo, monoglicerídeos) pode ter efeitos negativos sobre diversos microorganismos: os microorganismos são inativados que incluem as bactérias, leveduras, fungos, e envolto vírus.
O meio-cadeia de ácidos graxos saturados e seus derivados agir por perturbar o membranas lipídicas dos organismos (Isaacs e Thormar 1991) (Isaacs et al 1992). Em particular, os vírus são inativados envolto em ambos leite humano e bovino adicionado por ácidos graxos (CC) e monoglicerídeos (MGS) (Isaacs et al 1991), bem como pela FAS endógenos e MGs (Isaacs et al 1986, 1990, 1991, 1992 ; Thormar et al 1987).
Todos os três monoésteres de ácido láurico são mostrados para ser antimicrobianos ativos, ou seja, alfa-, alfa'-e beta-MG. Além disso, é relatado que o efeito antimicrobiano do CC e MGs são aditivos e total concentração é fundamental para inactivar vírus (Isaacs e Thormar 1990).
As propriedades que determinam a ação anti-infecciosa dos lipídeos estão relacionados com a sua estrutura, por exemplo, monoglicerídeos, ácidos graxos livres. Os monoglicerídeos são ativos, diglicerídeos e triglicerídeos estão inativos. Dos ácidos graxos saturados, o ácido láurico tem maior atividade antiviral do que qualquer um ácido caprílico (C-10) ou o ácido mirístico (C-14).
A ação atribuída ao monolaurin é a de solubilizar os lipídios e fosfolipídios no envelope do vírus que causa a desintegração do envelope do vírus. Com efeito, é relatado que os ácidos graxos e monoglicerídeos produzem sua matança / inactivação efeito por lise da bicamada lipídica () membrana plasmática. No entanto, há evidências de estudos recentes que uma ação antimicrobiana está relacionada a sua interferência com a transdução de sinal (Projan et al 1994).
Alguns dos vírus inativados por esses lipídios, além de HIV, são os vírus do sarampo, herpes simplex virus-1 (HSV-1), vírus da estomatite vesicular (VSV), vírus visna, e citomegalovírus (CMV). Muitos dos organismos patogênicos relatada a ser inactivada por esses lipídios antimicrobiana são aqueles conhecidos por serem responsáveis por infecções oportunistas em indivíduos HIV-positivos. Por exemplo, a infecção concomitante com o citomegalovírus é reconhecido como uma complicação séria para indivíduos HIV + (Macallan et al 1993). Assim, afigura-se importante investigar os aspectos práticos e os potenciais benefícios de um regime de apoio complemento nutricional para indivíduos infectados pelo HIV, o que irá utilizar as gorduras alimentares que são fontes de anti-viral conhecido, anti-microbiana e anti ácido protozoários monoglicerídeos e ácidos graxos, como monolaurin e seu precursor láurico.
Ninguém na comunidade de integrar a nutrição parece ter reconhecido o potencial adicional de lipídios antimicrobianos no tratamento de infectados pelo HIV ou doentes de SIDA. Esses ácidos graxos antimicrobianos e seus derivados são essencialmente não-tóxico para o homem, pois eles são produzidos in vivo pelo ser humano quando ingerem os alimentos comumente disponíveis que contêm níveis adequados de meio de ácidos graxos de cadeia, como o ácido láurico. Segundo a pesquisa publicada, o ácido láurico é um dos melhores "inactive" ácidos graxos, e seu monoglicerídeo é ainda mais eficaz do que o ácido graxo sozinho (Kabara 1978, Sands et al 1978, Fletcher et al 1985, Kabara 1985).
O revestimento lipídico (envelope) os vírus são dependentes de lipídios anfitrião para os componentes de lipídios. A variabilidade de ácidos graxos nos alimentos de indivíduos representa a variabilidade dos ácidos graxos no envelope do vírus e também explica a variabilidade da expressão da glicoproteína.
Perda de ácido láurico da dieta americana
Cada vez mais, nos últimos 40 anos, a dieta americana tem sofrido grandes mudanças. Muitas dessas mudanças implicam alterações de gorduras e óleos. Houve um aumento da oferta de redes transeuropeias parcialmente hidrogenados contendo óleos vegetais e uma redução do volume do ácido láurico contendo óleos. Como resultado, houve um aumento do consumo de ácidos graxos trans e de ácido linoléico e um decréscimo no consumo de ácido láurico. Este tipo de mudança na dieta tem um efeito sobre os ácidos graxos no organismo tem disponível para atividades metabólicas.
VI. Ácido láurico em Alimentos
Os países produtores de coco
Coco inteiro, bem como extração de óleo de coco tem sido um pilar no fornecimento de alimentos em muitos países em partes da Ásia e do Pacífico ao longo dos séculos. Recentemente, porém, houve alguma substituição de óleo de coco por óleos de sementes. Isso é lamentável, uma vez que os benefícios obtidos de consumir uma quantidade adequada de óleo de coco estão sendo perdidos.
Com base no consumo per capita de óleo de coco, em 1985, como relatado por Kaunitz (1992), o consumo diário per capita de ácido láurico pode ser aproximada. Para os países grandes produtores, como as Filipinas, Indonésia e Sri Lanka e países consumidores, como Singapura, a ingestão diária de ácido láurico foram aproximadamente 7,3 gramas (Filipinas), 4,9 gramas (Sri Lanka), 4,7 gramas (Indonésia), e 2,8 gramas (Singapura). Na Índia, a ingestão de ácido láurico do óleo de coco no coco áreas de cultivo (por exemplo, Rio de Janeiro) variam de cerca de 12 a 20 gramas por dia (Eraly 1995), enquanto a média para o resto do país é inferior a metade de um grama. Uma alta média de aproximadamente 68 gramas de ácido láurico é calculado a partir da ingestão de óleo de coco previamente relatado por Prior et al (1981) para as Ilhas Tokelau. Outros países produtores de coco também pode ter a ingestão de ácido láurico no mesmo intervalo.
A experiência E.U.
Hoje nos Estados Unidos, há muito pouco ácido láurico na maioria dos alimentos. Durante a parte inicial do século 20 e até ao final de 1950 muitas pessoas consumiram creme de leite e de gordura elevado. Estes alimentos poderiam ter fornecido cerca de 3 gramas de ácido láurico por dia para muitas pessoas. Além disso, o coco ralado era um alimento popular em bolos caseiros, tortas e biscoitos, bem como no comercial assados, e 1-2 colheres de sopa de coco ralado teria fornecido 1-2 gramas de ácido láurico. Esses alimentos feitos com o óleo de coco com encurtamentos teria fornecido montantes adicionais.
Até dois anos atrás, alguns dos pipoca vendidos comercialmente, pelo menos nos cinemas, tinha o óleo de coco como o petróleo. Isto significa que para essas pessoas a sorte de consumir este tipo de pipoca a possível ingestão de ácido láurico foi de 6 gramas ou mais de três (3) para o copo.
Algumas fórmulas infantis (mas não todas) têm sido boas fontes de ácido láurico para crianças. No entanto, nos últimos 3-4 anos tem havido uma reformulação com a perda de uma porção de óleo de coco nessas fórmulas, e uma posterior redução dos níveis de ácido láurico.
Apenas um E.U. fabricados fórmula enteral contém ácido láurico (por exemplo, impacto7), o que é normalmente utilizada em hospitais para a alimentação por sonda, é relatada a ser muito eficaz em reverter a perda de peso severa em pacientes com AIDS, mas é interrompido quando os pacientes deixam o hospital porque não é suficientemente aceitável para uso oral. As fórmulas mais amplamente promovida enteral (por exemplo, Ensure7, Nutren7) não são feitos com óleos láurico, e, de fato, muitos são feitos com óleos parcialmente hidrogenados.
Existem actualmente alguns doces vendidos em os E.U. que são feitos com óleo de palmiste, e uma especialidade alguns doces feitos com óleo de coco e coco ralado. Estes podem fornecer pequenas quantidades de ácido láurico.
Cookies como macarons, se feito com coco ralado, são boas fontes de ácido láurico, fornecendo tanto quanto 6 gramas de ácido láurico por macaroon (Red Mill). No entanto, esses cookies formam uma pequena parcela do mercado de biscoitos. A maioria dos cookies nos Estados Unidos já não são feitos com gorduras do óleo de coco, no entanto, houve uma época em que muitos cookies E.U. (por exemplo, Pepperidge Farm), foram cerca de 25% de ácido láurico.
Originalmente, uma das maiores fabricantes de sopas creme de coco óleo usado nas formulações. Muitos fabricantes de biscoito popular usado também o óleo de coco como revestimento de pulverização. Esses produtos fornecidos uma pequena quantidade de ácido láurico em uma base diária para algumas pessoas.
Como o ácido láurico é preciso muito?
Não se sabe exatamente quanta comida feita com óleos láurico é necessária a fim de ter um nível de protecção de ácido láurico na dieta. Bebés provavelmente consomem entre 0,3 e 1 grama por quilo de peso corporal, se eles são alimentados com leite materno ou uma fórmula infantil enriquecido, que contém óleo de coco. Este montante parece ter sido sempre protetora. Adultos provavelmente poderia beneficiar o consumo de 10 a 20 gramas de ácido láurico por dia. Crianças em crescimento provavelmente precisa sobre os montantes que os adultos.
VII. Recomendações
A indústria de óleo de coco tem de fazer o caso do ácido láurico agora. Não se deve esperar para a indústria de colza para promover o argumento para a inclusão de ácido láurico por causa do aumento da procura de laurato. Na verdade ácido láurico pode provar ser um ácido graxo saturado condicionalmente essencial, ea pesquisa para estabelecer esse fato ao redor do mundo precisa ser vigorosamente promovida.
Embora o setor privado precisa lutar por sua mercadoria por intermédio de suas associações profissionais, os vários governos de países produtores de coco necessidade de colocar pressão sobre a OMS, a FAO e do PNUD reconhece a importância da saúde do óleo de coco e outros produtos derivados do coco. Além disso, os representantes que vão fazer a necessidade de persuadir a acreditar que sua mensagem é cientificamente correto – porque é.
Entre os alimentos essenciais e nutrição palavras "buzz" para o século 21 é o termo "alimentos funcionais". Clearly coconut oil fits the designation of a very important functional food.
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Sobre o Autor
Mary G. Enig, PhDMary G. Enig, PhD is an expert of international renown in the field of lipid biochemistry. She has headed a number of studies on the content and effects of trans fatty acids in America and Israel, and has successfully challenged government assertions that dietary animal fat causes cancer and heart disease. Recent scientific and media attention on the possible adverse health effects of trans fatty acids has brought increased attention to her work. Ela é uma nutricionista licenciado, certificado pelo Conselho de Certificação de Especialistas em nutrição, um perito qualificado, consultor de nutrição para os indivíduos, a indústria e os governos estaduais e federal, contribuindo para um editor de número de publicações científicas, Fellow do American College of Nutrition e Presidente da Maryland Nutritionists Association. Ela é autora de mais de 60 trabalhos técnicos e apresentações, bem como um conferencista popular. Dra. Enig está actualmente a trabalhar no desenvolvimento exploratório de uma terapia adjuvante para a Aids através de cadeia média total de ácidos graxos saturados em alimentos integrais. She is Vice-President of the Weston A Price Foundation and Scientific Editor of Wise Traditions as well as the author of Know Your Fats: The Complete Primer for Understanding the Nutrition of Fats, Oils, and Cholesterol, Bethesda Press, May 2000. Ela é mãe de três crianças saudáveis, educados em alimentos integrais, incluindo manteiga, nata, ovos e carne.
Matérial do Site: http://www.westonaprice.org/knowyourfats/coconut_oil.html
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quarta-feira, 24 de março de 2010
O Poder de Cura das Frutas-USO MEDICINAL DE FRUTAS
O Poder de Cura das Frutas
USO MEDICINAL DE FRUTAS

Por: Adriano Stephan Nascente, Eng. Agr. M.Sc. Fitotecnia, Pesquisador Embrapa Rondônia, nascente@cpafro.embrapa.br
As frutas são largamente conhecidas pela sua importância alimentar. Elas são excelentes fontes de nutrientes, principalmente vitaminas e sais minerais. Além destes nutrientes, muitas frutas apresentam substâncias com acção medicinal, e seu uso como medicamento é um hábito utilizado pela humanidade há mais de 5.000 anos.
Algumas destas frutas já apresentam confirmação científica de seus efeitos terapêuticos, outras estão em fase de pesquisa e existe ainda, aquelas que, apesar de não haver comprovação científica, nem estar em fase de pesquisa, através do conhecimento popular, são amplamente utilizadas pelas populações. A grande maioria das frutas apresenta propriedades medicinais. Umas são adstringentes, outras emolientes. Umas excitam as funções gástricas, outras activam as funções intestinais. Umas desintoxicam o organismo, dissolvendo e expelindo substâncias tóxicas; outras suprem o organismo de vitaminas e sais minerais. Neste sentido, este trabalho fará um relato de uma série de fruteiras que apresentam valor medicinal, comprovado ou não, devendo toda utilização ser acompanhada de orientação médica.
Nas folhas do maracujazeiro existe as substâncias farmacêuticas: maracujina, passiflorina e a calmofilase. A infusão destas é utilizada em casos de alcoolismo crónico, asma, coqueluche, convulsão infantil, delirium-tremens, diarreia, disenteria, dor de cabeça nervosa, erisipelas, úlceras, nevralgias, tétano, crises nervosas e neurasténicas, insónias e tosses de origem nervosa. As folhas são usadas, ainda, como diurético, emenagogo, calmante, anticonceptivo e antifebril. As raízes são empregadas como anti-inflamatório e anti-helmíntico. As sementes, também, têm acção anti-helmíntica.
O guaraná é uma planta usada como diurético, anti-térmico, anti-neurálgico, analgésico, antigripal e afrodisíaco, sendo que em suas sementes concentra-se a maior fonte natural de cafeína. Devido a suas propriedades estimulantes e medicinais as sementes secas e o pó de guaraná são muito utilizados pela indústria farmacêutica.
A banana auxilia no tratamento de certas enfermidades, tais como: tuberculose, paralisia, reumatismo, artrites, prisão de ventre, diarreia, desidratação, e, ainda, doenças de estômago, rins, fígado, intestinos e nervos, úlceras da pele, dermatites, queimaduras de sol, diarreia, feridas, fraqueza pulmonar, resfriados, tosse crónica, tosse de fumante, bronquite crónica.
O caqui( Dióspiro em Portugal) tem acção como calmante, vermífugo e laxativo, é recomendado no combate a gastrite infantil, contra problemas no fígado, transtornos intestinais, enfermidades das vias respiratórias. É um excelente alimento para tuberculosos, anémicos, desnutridos e descalcificados.
O limão pode ser utilizado nas afecções febris (gripes e resfriados), tosse, circulação sanguínea (micro varizes), afecções estomacais, como digestivo, combate a aftas, feridas, pele seca e sem brilho (rosto e pescoço), unhas que desfolham, unhas fracas e ressecamento da cutícula.
A amora preta é considerada uma planta anti-cancerígena, pela acção do ácido elegido, e também no combate a osteoporose, devido sua concentração elevada de cálcio (46 mg/100g fruto). Outra utilização crescente, é como tónico muscular para utilização durante práticas desportivas, devido ao alto teor de potássio encontrado no fruto (245 mg/100g fruto).
O caju pode ser utilizado, como vermífugo, diurético e anti-inflamatório.
O abacaxi apresenta a bromelina, enzima proteolítica, usada como digestivo, anti-inflamatório e solventes de mucosidades, como por exemplo, as que se acumulam nas vias respiratórias nas afecções bronco-pulmonares. É utilizada pela indústria farmacêutica para distúrbios digestivos e respiratórios. Pode, ainda ser utilizada no combate a dor de garganta, acne (espinhas), cravos, psoríases, psoríase vermelha, psoríase escamativa, esclerodermias, feridas, úlceras, chagas, máscara rejuvenescedora, digestivo e diurético.
O coco apresenta propriedades medicinais como calmante, diurético, mineralizante, febrífugo, aperiente, depurativo do sangue, oxidante, anti-flogístico e tonifico. Pelo seu teor de sais de potássio e sódio, é recomendado para arteriosclerose, excelente para promover o desenvolvimento do tórax, nervos, cérebro e pulmões. E também é excelente para as pessoas Diabéticas.
O fruto da melancia é um alimento refrescante, desinfectante, depurativo e ligeiramente laxante.
As folhas da gravioleira, são usadas, em forma de chá para problemas de fígado. O óleo das folhas para neuralgia, reumatismo e dores artríticos. O suco é considerado um bom diurético, usado nos problemas do aparelho urinário, especialmente, no caso de retenção de líquidos. A casca das raízes e as folhas são usados para controle de diabetes. A fruta ou o suco são usados para febres, diarreias e contra parasitas.
Flores e brotos são usados como remédio para catarro, tosse e febre. A casca da raiz para disenteria e verminose. A semente como insecticida, especialmente para piolhos. As folhas amassadas na água e aplicadas na pele para combate a coceiras. A infusão das folhas, também é usada como anti-sudorífico, anti-espasmódica e eméticica
E finalmente, a fruta madura é utilizada contra o escorbuto e a verde para disenteria.
Graças ao seu conteúdo em fibra (especialmente pectina), carbohidratros, magnésio, sódio e potássio, a ameixa é laxativa, recomendada contra a prisão de ventre. Possui propriedades afrodisíacas, é recomendada para controle de reumatismo, artrite, gota; arteriosclerose e nefrites.
A ameixa é um anti-nevrálgico ciliar, é indicada contra hemorróidas e hipocondria. É ainda, é usada como desobstruente do fígado, depurativa do sangue, desintoxicante do aparelho digestivo e no tratamento das afecções das vias respiratórias (anginas, catarros etc.)

As folhas da figueira são usadas cozida para dor de estômago, para baixar a glicemia, para tosse e problemas do peito como bronquite. Folhas esquentadas em água fervendo são usadas como cataplasma sobre calos. O fruto é considerado um laxativo suave. Na coqueluche, é usado para aliviar a tosse. São também úteis na prevenção das anemias nutricionais por serem ricos em cobre e ferro. O leite e o látex que sai do fruto verde e do talo é cáustico e utilizado sobre calos e verrugas, e por via oral, é utilizado contra vermes (trichiuria e áscaris). A casca do tronco cortada fina e colocada dentro da narina serve para estancar hemorragias.
A ingestão do fruto do pessegueiro auxilia no bom funcionamento dos órgãos digestivos.
O consumo de acerola é indicado para o combate da gripe e afecções pulmonares, controle de hemorragias nasais e gengivais, auxilia no tratamento de doenças do fígado, além de evitar a perda de apetite e dores musculares.
O chá-de-cascas de jabuticaba é usado para tratar anginas, disenteria e erisipelas; a entrecasca do fruto, em chá, destina-se ao tratamento de asma.
A uva possui propriedades rejuvenescedoras, diuréticas e depurativa. A fruta pode ser usada como creme nutritivo para a pele (recuperador de cicatrizes profundas, protector da pele seca e prevenção das estrias), fragilidade capilar, hemorragia uterina, diarreia disfunção intestinal e laxante suave.
O abacate pode ser utilizado para combater diarreias, dores reumáticas, contusões, dores de cabeça, como creme amaciante para face e mãos, diurético, insuficiência hepática e retenção da secreção biliar .
A laranja combate a falta da vitamina C, é estimulante do apetite, reguladora intestinal, laxante, diurética, combate o reumatismo, calmante, digestiva, antifebril, anti-hemorrágica, combate a nevralgia, restaura o fluxo menstrual, quando escasso ou ausente, combate a nefrite, depurativa e usada contra verminose.
O principal uso medicinal do mamão é como um agente digestivo. O látex que vem do tronco da arvore também é aplicado externamente para acelerar o tratamento de feridas, úlceras, furúnculos, tumores e calos. As sementes são usadas para tratamento de vermes. Um chá feito da fruta madura ajuda em tratamento de diarreia e disenteria em crianças. As folhas também, são usado para ajudar na cicatrização de feridas.
A goiaba é utilizada no combate à tuberculose incipiente, promove metabolismo das proteínas, e ajuda a prevenir a acidez e a fermentação dos carbo-hidratros durante a digestão, cicatrizante de feridas e no combate à diarreia. As folhas da goiabeira, em decocção, empregam-se contra as hemorragias uterinas, incontinência da urina, inchação das pernas e pés, cólera infantil e gastroenterite. A casca da raiz têm as mesmas aplicações.
A pêra pode ser utilizada como diurético, no combate a cistites, pielonefrites, cálculo renal, reumatismo (gota), antidiarreico, alimento nutritivo (na convalescença), hipertensão arterial, máscara refrescante (protege a pele do rosto e pescoço) e elimina o cansaço.
A maçã pode ajudar a respirar melhor, dados de pesquisa de cientistas ingleses mostraram que pessoas que comem 5 maçãs por semana têm uma função pulmonar mais forte. Ela também retarda o envelhecimento, pois, a fruta com casca apresenta propriedades antioxidantes e anticancerígena. Além disso a fruta é utilizada na prevenção de várias doenças, tais como: Rouquidão, acidose, machucada, arteriosclerose, esgotamento nervoso, reumatismo, anemia cerebral, gota, tosse, hemorróidas, inflamação nos olhos, palpitações do coração, inflamação da bexiga, hipercloridia, tuberculose, bronquite, asma, catarros pulmonares, afecções de garganta, inflamações do aparelho urinário, difteria, febres, cálculos do fígado e rins.
O morango é utilizado na prevenção de : gota, artritismo, icterícia, pedras da bexiga, anemia, diarréia, problemas renais, vermes, afecções hepáticas, areias vesicais, cálculos biliares e reumatismos.
A carambola é usada na cura de hemorróidas, diurética, vermífugo e antídoto contra venenos.
Outras frutas com efeito medicinal:
ABIU - Combate as afecções das vias respiratórias.
AMÊNDOA - É boa contra as enfermidades das vias respiratórias e a irritação das vias urinárias.
ARAÇA - Calmante.
AZEITONA - A verde é adstringente, ao passo que a preta é laxativa.
CAMBUCÁ - É bom para o estômago.
CAQUI( Dióspiro) - Alcalinizante, bom para as afecções do fígado e os catarros da bexiga.
CASTANHA - É benéfica para os rins e o fígado, e muito útil na diarreia das crianças.
CEREJA - Alcalinizante, remineralizante, combate a desinteria, e eficaz contra a arteriosclerose.
FRUTA-DO-CONDE - É estimulante do apetite.
JENIPAPO - É indicado na má digestão e nas afecções do fígado e do baço.
GRUMIXAMA - É estimulante do apetite, reanimadora.
LIMA - É alcalificante e combate a falta da vitamina C.
MANGA - É anti-catarral, combate a falta da vitamina C, depurativa, refrescante, tem a propriedade de fazer suar e digestiva.
MANGABA - É digestiva.
MARMELO - É adstringente, fortificante do aparelho digestivo.
MELÃO - É calmante e diurético.
NOZ - É bom remédio para o cérebro e para o sistema nervoso em geral.
PITANGA - É refrigerante e anti-beribérica. As folhas combatem a febre, mesmo nas maleitas rebeldes.
ROMÃ - As raízes são usadas para expulsar a ténia (ou solitária).
TAMARINDO - É laxante e até purgativo.
LITERATURA CONSULTADA
BALBACH. A. As frutas na medicina doméstica. São Paulo, p. 163-167.
CASA DA AGRICULTURA. Jabuticabeira, Planta Nativa V.2 N.º 6 nov/dez/1980. São Paulo
CUNHA, G.A.P.; CABRAL, J.R.S.; SOUZA, L.F.S.; O Abacaxizeiro. Cultivo, agroindústria e economia. Embrapa Mandioca e Fruticultura (Cruz das Almas, BA). Brasília: Embrapa Comunicação para Transferência de Tecnologia, 1999. 480p.
MATTOS, JOÃO MATTOS - JABOTICABEIRAS. Publicação IPRNR N.º 10 - Porto Alegre 1983. Governo do Estado do Rio Grande do Sul.
NASCIMENTO, W.A. O cultivo do maracujá. Goiânia, GO: Emater-GO, 1997. 57p. (Emater-GO. Boletim Técnico, 01).
PAIVA, J.R. Melhoramento genético de espécies agroindustriais na Amazônia. Estratégias e novas abordagens. Brasília: EMBRAPA-SPI. Fortaleza: EMBRAPA-CNPAT, 135p. 1998.
SASSO, I.B. Receitas caseiras com bananas. 2.ed. – Brasília: IBICT; (Florianópolis) : EPAGRI, 1993. 20p. – (Banco de Soluções; n.8).
SILVA, C.P.; SILVA-ALMEIDA, M.F. O uso medicinal do maracujá. Informe Agropecuário, Belo Horizonte, v.21, n. 206, p. 86-88, set. /out. 2000.
SONNENBERG, P.E. A cultura da melancia. In: SONNENBERG, P.E. Olericultura especial. 3.ed. Goiânia: UFG, v.2, p.124-131,1985.
SOUZA, A.G.C.; SOUSA, N.R.; SILVA, S.E.L.; NUNES, C.D.M.; CANTO, A.C.; CRUZ, L.A.A. Fruteiras da Amazônia. Brasília: Embrapa-SPI; Manaus: Embrapa-CPAA, 204p. 1996.
Sites pesquisados:
www.casaecia.arq.br/plantas_aromaticasl.htm
www.mko.com.br/jornalagapomi
www.cnmp.org.br/new/html/alimenticia.htm
www.krausburg.com.br
www.nib.unicamp.br
USO MEDICINAL DE FRUTAS

Por: Adriano Stephan Nascente, Eng. Agr. M.Sc. Fitotecnia, Pesquisador Embrapa Rondônia, nascente@cpafro.embrapa.br
As frutas são largamente conhecidas pela sua importância alimentar. Elas são excelentes fontes de nutrientes, principalmente vitaminas e sais minerais. Além destes nutrientes, muitas frutas apresentam substâncias com acção medicinal, e seu uso como medicamento é um hábito utilizado pela humanidade há mais de 5.000 anos.
Algumas destas frutas já apresentam confirmação científica de seus efeitos terapêuticos, outras estão em fase de pesquisa e existe ainda, aquelas que, apesar de não haver comprovação científica, nem estar em fase de pesquisa, através do conhecimento popular, são amplamente utilizadas pelas populações. A grande maioria das frutas apresenta propriedades medicinais. Umas são adstringentes, outras emolientes. Umas excitam as funções gástricas, outras activam as funções intestinais. Umas desintoxicam o organismo, dissolvendo e expelindo substâncias tóxicas; outras suprem o organismo de vitaminas e sais minerais. Neste sentido, este trabalho fará um relato de uma série de fruteiras que apresentam valor medicinal, comprovado ou não, devendo toda utilização ser acompanhada de orientação médica.
Nas folhas do maracujazeiro existe as substâncias farmacêuticas: maracujina, passiflorina e a calmofilase. A infusão destas é utilizada em casos de alcoolismo crónico, asma, coqueluche, convulsão infantil, delirium-tremens, diarreia, disenteria, dor de cabeça nervosa, erisipelas, úlceras, nevralgias, tétano, crises nervosas e neurasténicas, insónias e tosses de origem nervosa. As folhas são usadas, ainda, como diurético, emenagogo, calmante, anticonceptivo e antifebril. As raízes são empregadas como anti-inflamatório e anti-helmíntico. As sementes, também, têm acção anti-helmíntica.
O guaraná é uma planta usada como diurético, anti-térmico, anti-neurálgico, analgésico, antigripal e afrodisíaco, sendo que em suas sementes concentra-se a maior fonte natural de cafeína. Devido a suas propriedades estimulantes e medicinais as sementes secas e o pó de guaraná são muito utilizados pela indústria farmacêutica.
A banana auxilia no tratamento de certas enfermidades, tais como: tuberculose, paralisia, reumatismo, artrites, prisão de ventre, diarreia, desidratação, e, ainda, doenças de estômago, rins, fígado, intestinos e nervos, úlceras da pele, dermatites, queimaduras de sol, diarreia, feridas, fraqueza pulmonar, resfriados, tosse crónica, tosse de fumante, bronquite crónica.
O caqui( Dióspiro em Portugal) tem acção como calmante, vermífugo e laxativo, é recomendado no combate a gastrite infantil, contra problemas no fígado, transtornos intestinais, enfermidades das vias respiratórias. É um excelente alimento para tuberculosos, anémicos, desnutridos e descalcificados.
O limão pode ser utilizado nas afecções febris (gripes e resfriados), tosse, circulação sanguínea (micro varizes), afecções estomacais, como digestivo, combate a aftas, feridas, pele seca e sem brilho (rosto e pescoço), unhas que desfolham, unhas fracas e ressecamento da cutícula.
A amora preta é considerada uma planta anti-cancerígena, pela acção do ácido elegido, e também no combate a osteoporose, devido sua concentração elevada de cálcio (46 mg/100g fruto). Outra utilização crescente, é como tónico muscular para utilização durante práticas desportivas, devido ao alto teor de potássio encontrado no fruto (245 mg/100g fruto).
O caju pode ser utilizado, como vermífugo, diurético e anti-inflamatório.
O abacaxi apresenta a bromelina, enzima proteolítica, usada como digestivo, anti-inflamatório e solventes de mucosidades, como por exemplo, as que se acumulam nas vias respiratórias nas afecções bronco-pulmonares. É utilizada pela indústria farmacêutica para distúrbios digestivos e respiratórios. Pode, ainda ser utilizada no combate a dor de garganta, acne (espinhas), cravos, psoríases, psoríase vermelha, psoríase escamativa, esclerodermias, feridas, úlceras, chagas, máscara rejuvenescedora, digestivo e diurético.
O coco apresenta propriedades medicinais como calmante, diurético, mineralizante, febrífugo, aperiente, depurativo do sangue, oxidante, anti-flogístico e tonifico. Pelo seu teor de sais de potássio e sódio, é recomendado para arteriosclerose, excelente para promover o desenvolvimento do tórax, nervos, cérebro e pulmões. E também é excelente para as pessoas Diabéticas.
O fruto da melancia é um alimento refrescante, desinfectante, depurativo e ligeiramente laxante.
As folhas da gravioleira, são usadas, em forma de chá para problemas de fígado. O óleo das folhas para neuralgia, reumatismo e dores artríticos. O suco é considerado um bom diurético, usado nos problemas do aparelho urinário, especialmente, no caso de retenção de líquidos. A casca das raízes e as folhas são usados para controle de diabetes. A fruta ou o suco são usados para febres, diarreias e contra parasitas.
Flores e brotos são usados como remédio para catarro, tosse e febre. A casca da raiz para disenteria e verminose. A semente como insecticida, especialmente para piolhos. As folhas amassadas na água e aplicadas na pele para combate a coceiras. A infusão das folhas, também é usada como anti-sudorífico, anti-espasmódica e eméticica
E finalmente, a fruta madura é utilizada contra o escorbuto e a verde para disenteria.
Graças ao seu conteúdo em fibra (especialmente pectina), carbohidratros, magnésio, sódio e potássio, a ameixa é laxativa, recomendada contra a prisão de ventre. Possui propriedades afrodisíacas, é recomendada para controle de reumatismo, artrite, gota; arteriosclerose e nefrites.
A ameixa é um anti-nevrálgico ciliar, é indicada contra hemorróidas e hipocondria. É ainda, é usada como desobstruente do fígado, depurativa do sangue, desintoxicante do aparelho digestivo e no tratamento das afecções das vias respiratórias (anginas, catarros etc.)

As folhas da figueira são usadas cozida para dor de estômago, para baixar a glicemia, para tosse e problemas do peito como bronquite. Folhas esquentadas em água fervendo são usadas como cataplasma sobre calos. O fruto é considerado um laxativo suave. Na coqueluche, é usado para aliviar a tosse. São também úteis na prevenção das anemias nutricionais por serem ricos em cobre e ferro. O leite e o látex que sai do fruto verde e do talo é cáustico e utilizado sobre calos e verrugas, e por via oral, é utilizado contra vermes (trichiuria e áscaris). A casca do tronco cortada fina e colocada dentro da narina serve para estancar hemorragias.
A ingestão do fruto do pessegueiro auxilia no bom funcionamento dos órgãos digestivos.
O consumo de acerola é indicado para o combate da gripe e afecções pulmonares, controle de hemorragias nasais e gengivais, auxilia no tratamento de doenças do fígado, além de evitar a perda de apetite e dores musculares.
O chá-de-cascas de jabuticaba é usado para tratar anginas, disenteria e erisipelas; a entrecasca do fruto, em chá, destina-se ao tratamento de asma.
A uva possui propriedades rejuvenescedoras, diuréticas e depurativa. A fruta pode ser usada como creme nutritivo para a pele (recuperador de cicatrizes profundas, protector da pele seca e prevenção das estrias), fragilidade capilar, hemorragia uterina, diarreia disfunção intestinal e laxante suave.
O abacate pode ser utilizado para combater diarreias, dores reumáticas, contusões, dores de cabeça, como creme amaciante para face e mãos, diurético, insuficiência hepática e retenção da secreção biliar .
A laranja combate a falta da vitamina C, é estimulante do apetite, reguladora intestinal, laxante, diurética, combate o reumatismo, calmante, digestiva, antifebril, anti-hemorrágica, combate a nevralgia, restaura o fluxo menstrual, quando escasso ou ausente, combate a nefrite, depurativa e usada contra verminose.
O principal uso medicinal do mamão é como um agente digestivo. O látex que vem do tronco da arvore também é aplicado externamente para acelerar o tratamento de feridas, úlceras, furúnculos, tumores e calos. As sementes são usadas para tratamento de vermes. Um chá feito da fruta madura ajuda em tratamento de diarreia e disenteria em crianças. As folhas também, são usado para ajudar na cicatrização de feridas.
A goiaba é utilizada no combate à tuberculose incipiente, promove metabolismo das proteínas, e ajuda a prevenir a acidez e a fermentação dos carbo-hidratros durante a digestão, cicatrizante de feridas e no combate à diarreia. As folhas da goiabeira, em decocção, empregam-se contra as hemorragias uterinas, incontinência da urina, inchação das pernas e pés, cólera infantil e gastroenterite. A casca da raiz têm as mesmas aplicações.
A pêra pode ser utilizada como diurético, no combate a cistites, pielonefrites, cálculo renal, reumatismo (gota), antidiarreico, alimento nutritivo (na convalescença), hipertensão arterial, máscara refrescante (protege a pele do rosto e pescoço) e elimina o cansaço.
A maçã pode ajudar a respirar melhor, dados de pesquisa de cientistas ingleses mostraram que pessoas que comem 5 maçãs por semana têm uma função pulmonar mais forte. Ela também retarda o envelhecimento, pois, a fruta com casca apresenta propriedades antioxidantes e anticancerígena. Além disso a fruta é utilizada na prevenção de várias doenças, tais como: Rouquidão, acidose, machucada, arteriosclerose, esgotamento nervoso, reumatismo, anemia cerebral, gota, tosse, hemorróidas, inflamação nos olhos, palpitações do coração, inflamação da bexiga, hipercloridia, tuberculose, bronquite, asma, catarros pulmonares, afecções de garganta, inflamações do aparelho urinário, difteria, febres, cálculos do fígado e rins.
O morango é utilizado na prevenção de : gota, artritismo, icterícia, pedras da bexiga, anemia, diarréia, problemas renais, vermes, afecções hepáticas, areias vesicais, cálculos biliares e reumatismos.
A carambola é usada na cura de hemorróidas, diurética, vermífugo e antídoto contra venenos.
Outras frutas com efeito medicinal:
ABIU - Combate as afecções das vias respiratórias.
AMÊNDOA - É boa contra as enfermidades das vias respiratórias e a irritação das vias urinárias.
ARAÇA - Calmante.
AZEITONA - A verde é adstringente, ao passo que a preta é laxativa.
CAMBUCÁ - É bom para o estômago.
CAQUI( Dióspiro) - Alcalinizante, bom para as afecções do fígado e os catarros da bexiga.
CASTANHA - É benéfica para os rins e o fígado, e muito útil na diarreia das crianças.
CEREJA - Alcalinizante, remineralizante, combate a desinteria, e eficaz contra a arteriosclerose.
FRUTA-DO-CONDE - É estimulante do apetite.
JENIPAPO - É indicado na má digestão e nas afecções do fígado e do baço.
GRUMIXAMA - É estimulante do apetite, reanimadora.
LIMA - É alcalificante e combate a falta da vitamina C.
MANGA - É anti-catarral, combate a falta da vitamina C, depurativa, refrescante, tem a propriedade de fazer suar e digestiva.
MANGABA - É digestiva.
MARMELO - É adstringente, fortificante do aparelho digestivo.
MELÃO - É calmante e diurético.
NOZ - É bom remédio para o cérebro e para o sistema nervoso em geral.
PITANGA - É refrigerante e anti-beribérica. As folhas combatem a febre, mesmo nas maleitas rebeldes.
ROMÃ - As raízes são usadas para expulsar a ténia (ou solitária).
TAMARINDO - É laxante e até purgativo.
LITERATURA CONSULTADA
BALBACH. A. As frutas na medicina doméstica. São Paulo, p. 163-167.
CASA DA AGRICULTURA. Jabuticabeira, Planta Nativa V.2 N.º 6 nov/dez/1980. São Paulo
CUNHA, G.A.P.; CABRAL, J.R.S.; SOUZA, L.F.S.; O Abacaxizeiro. Cultivo, agroindústria e economia. Embrapa Mandioca e Fruticultura (Cruz das Almas, BA). Brasília: Embrapa Comunicação para Transferência de Tecnologia, 1999. 480p.
MATTOS, JOÃO MATTOS - JABOTICABEIRAS. Publicação IPRNR N.º 10 - Porto Alegre 1983. Governo do Estado do Rio Grande do Sul.
NASCIMENTO, W.A. O cultivo do maracujá. Goiânia, GO: Emater-GO, 1997. 57p. (Emater-GO. Boletim Técnico, 01).
PAIVA, J.R. Melhoramento genético de espécies agroindustriais na Amazônia. Estratégias e novas abordagens. Brasília: EMBRAPA-SPI. Fortaleza: EMBRAPA-CNPAT, 135p. 1998.
SASSO, I.B. Receitas caseiras com bananas. 2.ed. – Brasília: IBICT; (Florianópolis) : EPAGRI, 1993. 20p. – (Banco de Soluções; n.8).
SILVA, C.P.; SILVA-ALMEIDA, M.F. O uso medicinal do maracujá. Informe Agropecuário, Belo Horizonte, v.21, n. 206, p. 86-88, set. /out. 2000.
SONNENBERG, P.E. A cultura da melancia. In: SONNENBERG, P.E. Olericultura especial. 3.ed. Goiânia: UFG, v.2, p.124-131,1985.
SOUZA, A.G.C.; SOUSA, N.R.; SILVA, S.E.L.; NUNES, C.D.M.; CANTO, A.C.; CRUZ, L.A.A. Fruteiras da Amazônia. Brasília: Embrapa-SPI; Manaus: Embrapa-CPAA, 204p. 1996.
Sites pesquisados:
www.casaecia.arq.br/plantas_aromaticasl.htm
www.mko.com.br/jornalagapomi
www.cnmp.org.br/new/html/alimenticia.htm
www.krausburg.com.br
www.nib.unicamp.br
sábado, 12 de dezembro de 2009
Recipes The Diet For Your
A Sample of Paleo and Paleolithic Recipes
Basic Paleo Recipe Principles
When you make Stone Age recipes with modern foods, remember you want to insure that all of the ingredients are free of (1) grains, (2) legumes including peanuts, beans, peas, soybeans, tofu, soy milk and flour, (3) dairy products, (4) salt, (5) yeast including baked goods, pickled foods, vinegar, fermented foods and fermented beverages (all contain yeast), (6) processed sugars, (7) starchy root vegetables including potatoes, yams, and sweet potatoes, and (8) excessive added fats except for permitted oils. You should try to choose the leanest cuts of domestic meats and trim away any visible fat. Remember, the mainstays of The Paleo Diet are fresh fruits, vegetables, lean meats, and seafood.
Stone Age Food Substitutions
Salt: Powdered garlic, powdered onion, lemon juice, lime juice, lemon crystals, lemon pepper free of salt, cayenne pepper, chili powder, commercially available salt-free spice mixes, black pepper, cumin, turmeric, ground cloves, oregano, ground allspice, celery seeds, coriander seeds, ground cardamom seeds, or any spice or combination of spices can be used to replace salt. I do not recommend using any of the so-called "lite" salts or potassium chloride salts because chloride, like sodium, is undesirable when it comes to your health.
Vinegar: Substitute small amounts of vinegar with lemon or lime juice (fresh or reconstituted from fresh).
Butter/Fat: Replace butter, margarine, shortening, lard etc. with olive oil, flaxseed oil, walnut oil, canola oil, or avocado oil. Olive oil has a wonderful flavor and is high in the health promoting monounsaturated fats but generally has a poor omega-6 to omega-3 fat ratio (~13). The same situation exists for avocado oil, and these two oils should be frequently complemented by or blended together with other oils containing better (lower) omega-6 to omega-3 ratios such as flaxseed (0.24), canola (2.0) or walnut (5.1) oils.
Sugars: Concentrated sugars of any kind even natural sugars (honey, maple sugar, date sugar), really were not a staple component in most pre-agricultural diets. Sugars should be obtained primarily from fruits and vegetables and not from concentrated sources. That being said, fruit purees, flavored with lemon juice and spices (cinnamon, nutmeg, mint leaves, ginger, vanilla, and other spices), can be used in recipes to add sweetness to sauces, condiments, and desserts.
Alcohol: Alcoholic beverages were clearly not a component of true Stone Age diets, and should be limited to an occasional glass of wine, beer or spirits as a part of your "open meals." Wine, as long as it does not contain salt (as most cooking wines do), can be used to marinate meats and add flavor to many cooked dishes. When wine is used in this context, the amount of added alcohol and sugar is negligible – furthermore, wine contains a number of health promoting phytochemicals and antioxidants.
Cereals: Nut flours (almond, pecan, walnut, hazelnut, etc.) can be made in food processors or can be purchased at some health food or specialty stores and can be used to thicken sauces or to add flavor to condiments. Again, these products need to be used sparingly, as they have the potential to unbalance diet and disrupt health when they are used excessively or in combination with oils, honey, dried fruit or fruit purees.
Recipes
Seafood
Domestic Low-Fat Meat Entrees (Beef, Pork, Chicken)
Organ Meat Entrees
Game Meat Entrees
Dried Meats (Jerky)
Vegetable Dishes
Salads
Condiments, Dips, Salsas, Salad Dressings, Marinades
Soups
Fruit Dishes and Desserts
Seafood
Chez Lorraine's Baked Salmon
4 salmon steaks (about 1 ¾ pounds)
4 tablespoons lemon juice
1 teaspoon dill weed
2 tablespoons finely chopped fresh chives
Lime wedges
Place individual salmon steaks on pieces of aluminum foil large enough to wrap each steak. Pour a tablespoon of lemon juice over each steak, sprinkle with dill and seal each steak in an aluminum pouch. Put the aluminum sealed steaks in a Pyrex dish and bake at 350 F for 30 minutes or until the fish flakes easily with a fork. Serve salmon with sprinkled chives and lime wedges.
Grilled Cod with Cayenne Citrus Marinade
¼ cup fresh orange juice
1 ½ tablespoon lemon juice
3 tablespoons lime juice
1/8 teaspoon cayenne pepper
2 minced garlic cloves
2 tablespoons olive oil
1 lb cod filets
2 tablespoons finely chopped fresh chives
1 tablespoon finely chopped fresh thyme
Combine orange, lemon and lime juices in a bowl with cayenne pepper, garlic, olive oil and 1/3 cup of water to make the marinade. Place fish in a flat dish and pour in the marinade and then marinate the fish 15 minutes. Light your grill and add the fish – grill fish 3 to 4 minutes per side, basting often with the marinade. Serve the fish with a spoonful of marinade and sprinkle with chives and thyme.
Red Snapper Azteca
4 red snapper fillets (4 ounces each)
¼ cup fresh lime juice
1 tablespoon fresh lemon juice
1 teaspoon chili powder
1 plum tomato coarsely chopped
4 green onions, sliced in ½ inch sections
½ cup chopped Anaheim pepper
½ cup chopped red bell pepper
Cilantro for garnish
Place red snapper in a shallow baking dish. Combine lime juice, lemon juice and chili powder in a measuring cup. Pour over snapper. Marinate 10 minutes, turning once or twice. Sprinkle onions, tomato and peppers over snapper. Cover. Bake at 350 for 30 minutes or just until snapper flakes in center. Let stand, covered, 4 minutes before serving. Garnish with fresh cilantro.
Toad in the Hole Almond Trout
6 fresh trout
1 cup sliced almonds
¼ cup raisins
2 tablespoons olive oil
2 shallots
½ bunch parsley
½ teaspoon pepper
¼ cup olive oil
Lemon, parsley, and seedless red grapes for garnish
Rinse and dry trout and rub body cavity with olive oil. In a bowl, mix almonds, raisins and olive oil with chopped shallots, parsley and pepper. Stuff the trout with this mixture. Put ¼ cup olive oil in a skillet and sauté each trout for about 8-10 minutes on each side until nicely browned. Serve with a garnish of lemon, parsley and seedless red grapes.
From: Loren McHuron's Toad in the Hole Restaurant, Hollywood, CA
Parsley, Lemon Filet of Sole
1 pound sole fillets
¼ cup lemon juice
1 teaspoon olive oil
1 small onion, thinly sliced
1 teaspoon dried parsley flakes
Cut fish into serving-size pieces. Place in an un-greased baking dish. Drizzle with lemon juice and oil; sprinkle with pepper. Arrange onion slices over fish; sprinkle with parsley. Cover and let stand for 5 minutes. Bake at 350 F for 20 minutes or until fish flakes easily with a fork.
Poached Halibut Steaks
2 or 3 green onions, cut into 2 inch long pieces
1 tablespoon olive oil
1 red onion, cut lengthwise into thin slices
1 carrot, cut into thin matchstick pieces
2 Halibut steaks (½ pound)
2 lemons
Heat oil in a deep skillet over medium heat. Add onion and sauté three minutes. Add carrot and cook three more minutes. Stir in green onions. Spread vegetables evenly over bottom of skillet. Lay halibut steaks on the vegetable bed in the skillet. Add a small amount of water just to cover the bottom of the skillet. Cover and cook until the fish flakes easily with a fork – about 10 minutes. Transfer the fish to a serving plate and top with vegetables and lemon juice.
N'Orleans Broiled Catfish Fillets
1 teaspoon paprika
4 catfish fillets
½ teaspoon dried thyme
¼ teaspoon garlic powder
¼ teaspoon black pepper
¼ teaspoon oregano
1/8 teaspoon cayenne pepper
¼ cup lemon juice
Mix spices together in a shallow dish. Put lemon juice in a bowl. Dip fillets in the lemon juice and then coat lightly with seasoning mixture. Preheat broiler. Spray rack of unheated pan with nonstick spray. Put fish on rack and broil 4 inches from heat until fish flakes easily with fork (4 to 6 minutes). Turn once while broiling.
Barbecued Juneau Shrimp
¼ cup virgin olive oil
3 garlic gloves minced
2 tablespoons lemon juice
1/8 teaspoon of cayenne paprika
Dash of cayenne pepper to taste
Shelled shrimp with tail left on (2 ½ pounds)
Lime wedges and parsley
Mix olive oil, spices and lemon juice in a bowl. Fire up grill. Brush shrimp with mixture, place on hot grill, turn (1-2 minutes per side) at once and remove. Garnish with lime wedges and parsley.
Shrimp Stuffed Avocados
3 medium sized avocados
2 tablespoons lemon juice
1 ½ pound small or medium sized shrimp, cooked, shelled, deveined and chilled
Cut avocados in half; remove seed and skin. Stuff with shrimp; add lemon juice.
Luscious Lime Shrimp
3 Tablespoons fresh lime juice
1 green onion, chopped
2 tablespoons chopped fresh cilantro
1 teaspoon minced, seeded jalapeno peppers
1 teaspoon olive oil
½ teaspoon minced garlic
20 large shrimp (about 1 pound) peeled and deveined
1 tablespoon minced red peppers
20 cucumber slices
Stir together lime juice, green onion, cilantro, jalapeno peppers, oil and garlic in medium bowl. Toss the shrimp with two tablespoons of the dressing in another medium bowl. Cover and refrigerate shrimp for 30 minutes. Preheat broiler or grill. Broil shrimp about 3 inches from heat for 1 ½ minutes per side or until opaque. Immediately toss hot shrimp with the remaining dressing and red pepper and cool to room temperature. Arrange shrimp on cucumber slices.
Trout Simmered in White Wine Sauce
2 trout
2 tablespoons of olive or canola oil
1/3 cup minced shallots or onions
2/3 cup minced carrots
2/3 cup chopped fresh mushrooms
1 cup white wine
1 tablespoon fresh thyme
3 tablespoons fresh parsley
Sauté the shallots, carrots, and mushrooms in oil until the shallots are soft. Add wine and seasonings. Simmer for several minutes. Add trout and cook about 6 minutes per side.
From: Artemis Simopoulos, The Omega Plan
Dill and Lime Crab
2 Large Dungeness crabs, cooked, cracked and shelled and chilled (yield ¾ to 1 pound)
Lime juice
Paprika
Dried, ground dill weed
Lime wedges
Parsley
Boil fresh crab, prepare the meat and chill it or buy cooked crab. Drizzle meat with lime juice and sprinkle with paprika and dill. Serve with lime wedges and garnish with parsley.
Domestic Low Fat Meat Entrees (Beef, Pork, Chicken)
Stir Fried Beef with Vegetables
2 tablespoons canola oil
1 clove garlic, pressed
12 ounces boneless sirloin steak, trimmed of all visible fat, thinly sliced
¼ cup burgundy wine
1 yellow onion cut thinly into wedges
1 red pepper, seeded and cut into slender strips
2 celery stalks, chopped
4 ounces of sliced mushrooms
4 ounces thinly sliced carrots
3 tablespoons lemon juice
Sauté the beef in the oil with garlic and half of the red wine until the beef is browned. Remove from skillet. Heat the residual oil in the skillet. Sauté the onion, celery, red pepper, and carrots until the onion is tender – about 4 minutes. Add the remainder of the red wine. Add the mushrooms; stir-fry everything together for about another 3 minutes. Combine the vegetables with the meat.
London Broil with Herbs
London broil beef (1-1 ½ lbs.) trimmed of all visible fat and cut into four pieces
1 tablespoon canola oil
2 minced garlic cloves
2 teaspoons minced fresh rosemary or 1 teaspoon dried
2 teaspoons minced fresh basil or 1 teaspoon dried
2 teaspoons minced fresh thyme or 1 teaspoon dried
Fresh ground pepper
Place meat in a shallow dish. Rub both sides with oil, garlic and herbs. Add pepper and let stand for one hour. Prepare barbeque (high heat) or preheat broiler. Cook meat two inches from heat source to desired state (four minutes per side for rare).
Maine Pot Roast
3 pound lean beef roast trimmed of all visible fat
¼ teaspoon pepper
2 quartered onions
4 quartered carrots
1 celery stalk cut into eight pieces
1 bay leaf
5 cups of water
1 small cabbage cut into wedges
Sprinkle meat with seasonings. Place onions, carrots and celery into a crock-pot. Top with meat. Add bay leaf and water. Cover pot and cook on low for five to seven hours or until meat is tender. Remove meat; turn on high. Add cabbage wedges, cover and cook on high 15-20 minutes or until cabbage is done.
Broiled Pork Tenderloin Zesty Rub
1 minced garlic clove
1 tablespoon paprika
1 tablespoon dry mustard
1 tablespoon ground coriander
1 tablespoon canola oil
1 tablespoon olive oil
1 tablespoon red wine
1 pound of very lean pork tenderloin, trimmed of all visible fat
Mix dry spices and garlic in a mortar and pestle – add in the oils and wine to make into a paste. Rub the paste onto the pork one hour before broiling. Broil pork 2 to 3 inches from heat source for about six minutes per side or until it is cooked to desired condition.
Grilled Pork Chops
¼ cup fresh lemon juice
2 tablespoons canola oil
3 garlic minced garlic cloves
¼ teaspoon ground thyme
¼ teaspoon black pepper
¼ teaspoon dried oregano
6 lean pork chops, one inch thick and trimmed of all visible fat
In a shallow pan blend all ingredients except the pork. Add pork chops and cover and refrigerate overnight. Grill chops over hot coals for 15-20 minutes per side or until done, while frequently basting chops with marinade.
Green Chile Pork Stew
24 green chilies, fresh or canned
2 tablespoons canola oil
2 pounds of lean pork loin, trimmed of all visible fat
2 large yellow onions, finely chopped
3 minced garlic cloves
3 cups stewed fresh tomatoes
1 six-ounce can of salt free tomato paste
2 cups of water
½ teaspoon cumin
If chilies are fresh, parch and peel them, and remove the ribs, seeds and tops. In a large stew pot, heat canola oil and add pork cubes and sauté until lightly brown. Add onions and garlic and brown. Cut chilies into one inch slices and add to the pork and onions. Add remaining ingredients and cook about one hour until the stew is thickened. Adjust the seasonings to your pleasure.
Chicken Breasts with Red Pepper Sauce
2 medium tomatoes, peeled, seeded and chopped
1 small onion, chopped
1 medium red bell pepper, chopped
1 tablespoon fresh parsley, chopped
1 tablespoon fresh basil, chopped
¼ teaspoon dried thyme
1/8 teaspoon cayenne pepper
¼ teaspoon fresh ground pepper
4 skinless, boneless breast halves, pounded to ¼ inch thickness
2 tablespoons canola oil
½ cup white wine
Combine vegetables and spices in a medium saucepan. Bring to a boil, reduce heat, and simmer 20 minutes. Transfer to a food processor or blender, and puree until smooth. Pour into a small saucepan and keep warm over very low heat. In a large fry pan, heat oil. Add chicken breasts; cook three minutes a side until chicken turns white. Add wine; reduce heat and simmer for 10 minutes. Spoon red pepper sauce on plate and arrange chicken on top.
Poached Chicken Lunkowski
four boneless, skinless chicken breast halves
2 tablespoons canola oil
1 cup sliced scallions
2 garlic cloves, crushed
1/8 teaspoon cayenne pepper
1 bay leaf
½ teaspoon ground cloves
4 medium tomatoes, peeled, seeded, chopped
1/8 teaspoon ground saffron (optional)
1/8 teaspoon ground pepper
1 tablespoon red wine
In a large frying pan, heat oil over medium heat. Add scallions and cook until lightly browned (about three minutes). Add garlic and cayenne pepper; cook one minute. Add tomatoes, red wine, bay leaf, cloves, saffron and pepper. Bring to a boil; reduce heat and simmer uncovered for 15 minutes. Place chicken on top of sauce; cover and simmer for 15-20 minutes until chicken is tender and opaque.
Barbequed Spicy Honey Chicken
3 tablespoons honey
2 tablespoons fresh lemon juice
1 tablespoon fresh orange juice
2 scallions, finely chopped
1 teaspoon finely chopped fresh tarragon
1 teaspoon finely chopped fresh thyme
1 teaspoon finely chopped fresh sage
1 teaspoon fennel seeds, toasted and crushed
Freshly ground black pepper to taste
4 boneless, skinless, chicken breast halves (about 1 pound)
In a large bowl combine honey, lemon and orange juices, herbs, scallions, pepper and fennel seeds. Put the chicken in the bowl and marinate for 1-2 hours. Fire up the barbeque and grill the chicken, turning constantly while basting with the marinade until the breasts are cooked.
Organ Meat Entrees
Beefheart
1 Beefheart
¼ cup fresh ground pepper
4 large yellow onions, sliced as thinly as possible
2 garlic cloves very finely diced
Preheat oven to 250 F. Mix the garlic and pepper together.Using a sharp knife, cut down into the heart about one inch. Carefully cut in a spiral towards the center keeping the cuts one inch apart. Lay the heart out in one long strip. Spread the pepper/garlic mix evenly over the meat. It will be a very thin layer and does not have to coat the entire heart.The idea is to not have any clumps of the mix. Evenly layer the thinly sliced onion on the heart. Roll the heart back together, jelly roll fashion. Secure with twine. Put heart into a shallow pan and put into the oven. Using a meat thermometer to determine internal temperature, cook until: 1) rare: red center, 110 F, 2) medium rare: still red center, 120 F, 3) Medium: 135 F, 4) Medium well: a little pink in the center, 145 F, 5) Well Done: no pink at all, 160 F.
When internal temperature reaches desired level, remove meat from oven and cover lightly with foil. The heat in the center will continue to rise for another five degrees F. Times will be determined by the size of the heart.
Luigi's Basque Tongue Stew
1 Beef tongue (3 ½ pounds)
2 chopped carrots
½ bunch parsley
2 bay leaves
10 black peppercorns
1 medium yellow onion, peeled and quartered
1 recipe tomato sauce (below)
In a 6-quart pot, place tongue, onion, carrots, parsley, bay leaves, and peppercorns. Add just enough water to cover. Simmer, covered for 2 ½ hours. Remove tongue, cool, peel, and slice ¼ inch thick crosswise sections. Add the tongue to the prepared tomato sauce. Simmer, covered for one hour. Then uncover and simmer gently for 1 ½ hours, stirring occasionally.
Appetizing Tomato Sauce
¼ cup canola oil
8 minced garlic cloves
2 cups diced, yellow onions
1½ cups cored, seeded and diced green bell peppers
3 cups ripe tomatoes
1 four-ounce can of whole green chilies, pureed
¼ cup chopped parsley
5 cups beef stock (no salt added)
Black pepper to taste
In a 6-quart saucepan sauté the garlic, onion and green pepper in the oil until tender. Add the tomatoes, pureed chilies, and parsley and simmer until very tender. Add beef stock. Cover and simmer one hour. Uncover and simmer one more hour to reduce and thicken the sauce. Stir and pepper to taste
Sautéed Rocky Mountain Chicken Livers
1 pound of chicken livers
¼ cup burgundy wine
1 medium yellow onion, diced
2 minced garlic cloves
1 Anaheim pepper, diced
1 tablespoon olive oil
1 tablespoon canola oil
Sauté the onions, garlic and green peppers in the oil mixture with ½ of the red wine. Then add in the livers and remaining wine and sauté the livers until they are firm and brown.
From: Michael Hugh Small, The Painter's Van
Game Meat Entrees
Rabbit Roasted with Herbs
2 tablespoons canola oil
1 rabbit (about 2 ½ pound, cut into 6-8 pieces)
Fresh ground black pepper
1 medium yellow onion, halved lengthwise and slivered
1 large, minced garlic clove
2/3 cup chicken or vegetable broth, salt free
1 teaspoon fresh rosemary or ½ teaspoon dried
2 tablespoons flat leafed parsley, chopped
Preheat the oven to 350 F. Place the oil in a large, heavy skillet over medium-high heat. Brown the rabbit pieces in batches until golden, about 5 to 7 minutes per side, sprinkling with pepper. Place the browned rabbit into a shallow baking pan. Add the onion to the skillet and cool over low heat for 7 to 10 minutes to soften. Add the garlic and cook two minutes more, stirring. Add broth and raise the heat; bring to a boil, scraping up the browned bits on the bottom of the skillet. Reduce the heat; add the rosemary and cook sauce for two minutes longer. Pour the sauce over the rabbit and bake for 45 minutes. To serve, place the rabbit pieces on a serving platter and pour all the remaining pan juices over the top of the rabbit pieces. Sprinkle with chopped parsley and serve immediately. Serves four.
Roast Pheasant with Fruit and Nut Stuffing
1 pheasant (2-3 pounds)
Fresh ground pepper
Garlic powder
Olive oil
1 ½ cups freshly squeezed orange juice
½ cup raisins
3 cloves
½ cup dried and coarsely chopped apricots (non-sulfured)
½ teaspoon grated orange peel
1 cup chopped pecans
Preheat oven to 350 F. Wash and dry the pheasant and brush with olive oil inside and out. Sprinkle inside and out with pepper and garlic powder. In a saucepan combine the orange juice, raisins and cloves. Bring to a boil, reduce the heat and simmer five minutes. Strain the mixture, discarding the cloves and reserving the orange juice and raisins. In a mixing bowl combine the raisins, apricots, ginger, orange peel and the nuts. Mix well and use the mixture to stuff the pheasant. Place the pheasant breast up on a rack in a roasting pan, and roast until tender, about 30 minutes per pound, brushing frequently with the remaining orange juice. Place the pheasant on a serving platter and trickle the liquid from the roasting pan over the pheasant.
Barbequed Venison Steaks with Herbs
4 venison steaks (4 ounces each)
2 tablespoons chopped rosemary
2 tablespoons chopped garlic
2 tablespoons chopped thyme
1/8 cup olive oil
1/8 cup olive oil
Fresh ground pepper to taste
Make a marinade by combining the oils and herbs in a mixing bowl. Marinate the venison for four hours in a refrigerator, covered. Remove the steaks from the marinade and shake off excess oil. Place the steaks on the grill and season with pepper and frequently brush with marinade. Cook the meat for about 2-4 minutes per side until it is done to the desired state.
Dried Meats (Jerky)
Simple Beef Jerky
2 pounds lean beef, trimmed of all visible fat, cut into 1 inch wide, 1/8 inch thick
Place beef strips on the racks of a home food dryer (available at any large discount store) and dry the meat until it is tough and chewy (usually overnight). Or dry in your oven on un-greased cookie sheets. Set oven at lowest baking temperature and keep the door propped open. The temperature should not exceed 140-150 F. The drying time is dependent upon your oven and may take from 4-12 hours. Take out when meat is tough and chewy
Spicy Beef Jerky
2 pounds lean beef, trimmed of all visible fat, cut into 1 inch wide, 1/8 inch thick (Almost any meat can be dried -- try lean pork, venison, buffalo, even poultry and fish)
Chili powder
Cumin
Garlic powder
Onion powder
Dry Mustard
Cayenne pepper
Lemon pepper
Turmeric
Coarse ground black pepper
Curry powder
White pepper
Mix any and all combinations of the spices listed above in a medium sized bowl to make a dry rub. Let your personal tastes and imagination guide you. Our favorite is cumin, garlic powder, coarse ground black pepper, turmeric and cayenne pepper mixed in equal parts. Dip each meat strip in the bowl of spices. Lightly coat and then marinate for at least 30 minutes – its better if you have time to marinate the meat overnight in a covered bowl in the refrigerator.
Vegetable Dishes
Sautéed Kale
1 pound fresh kale trimmed and chopped
1 large garlic clove, crushed
1 tablespoon olive oil
2 tablespoons walnuts, lightly toasted
2 tablespoons lemon juice
Cook the kale in a large pot of boiling water until tender (about 10 minutes); drain well. Coat a large skillet with oil. Sauté garlic over medium heat until just golden, about three minutes. Add kale to skillet. Stir in the olive oil, sauté until heated through (about five minutes). Stir in pine nuts, remove skillet from heat. Sprinkle kale mixture with lemon juice. Transfer to a shallow serving dish and serve immediately.
Sautéed Broccoli ala Madrid
1 teaspoon extra virgin olive oil
2 or 3 garlic cloves, minced
1 onion, diced
4 or 5 button mushrooms, thinly sliced
1 or 2 tomatoes, diced
1 head broccoli, cut into small flowerets, withy stems peeled and thinly sliced
Bring a large pot of water to boil over high heat. Add broccoli and cook until bright green but not completely tender, about three minutes. Plunge into cold water to stop the cooking process and preserve the bright color. Heat oil in a skillet over medium heat. Add garlic, onion and cook, stirring for two to three minutes. Remove cover and stir in broccoli. Simmer uncovered for two to three minutes.
Grilled Polish Vegetables
1 small cabbage, cored
2 tablespoons olive oil
½-1 teaspoon onion powder (optional)
1/8-¼ teaspoon black ground pepper
4 medium carrots cut into 1-inch pieces
2 celery ribs cut into 1- inch pieces
1 small onion cut into wedges
½ pound whole fresh mushrooms
1 small green pepper cut into pieces
Cut cabbage into 6 wedges; spread oil on cut sides. Place cabbage on a piece of heavy-duty foil, about 24 inches by 18 inches. Sprinkle with onion powder, if desired and pepper. Arrange remaining vegetables around cabbage. Seal the foil tightly. Grill, covered, over medium-hot heat for 30 minutes or until vegetables are tender, turning occasionally.
Honey Dill Carrots
Baby carrots
Honey
Dill
Steam baby carrots, then drizzle with just a bit of honey (don't overdo the honey, it doesn't take much). Add dill
Mongolian Spicy Cauliflower
1 head cauliflower, about 1 ¼ pounds
2 small bunches of scallions
2 teaspoons black mustard seeds
2 teaspoons cumin seeds
1 teaspoon fennel seeds
½ teaspoon turmeric
1/3 cup warm water (105 F)
¼ cup olive oil
1/3 cup chopped fresh coriander or 8 fresh curry leaves
Separate and cut the cauliflower into 1-inch florets. Peel the cauliflower stem and cut into thin slices. Set aside. Trim the scallions and chop them, including the entire green part. Set aside. Measure out the spices and place them, as well as the water, right next to the stove. Heat the oil in a wok or a sauté pan over high heat. When the oil is hot, add the mustard, cumin, and fennel. When the seeds stop sputtering, add the turmeric and immediately add the cauliflower. Stir fry the cauliflower until it's evenly coated with spice-infused oil. Add the scallions and water; mix and cover with a lid. Cook over medium heat and toss a couple times until the cauliflower is soft, about 10 minutes. Uncover, fold in the coriander, and continue stir-frying until excess moisture evaporates and the cauliflower looks glazed, about 5 minutes.
Italian Brussels Sprouts
12-15 fresh chestnuts
1 teaspoon extra virgin olive oil
2 cloves garlic, minced
2 pounds of Brussels sprouts, trimmed
Juice and grated zest of 1 lemon
2 cups vegetable broth or vegetable stock (no added salt)
Make a slit in the flat side of each chestnut. Cook in boiling water over high heat for 15 minutes. Drain the chestnuts, wrap in a towel to keep them warm, and set aside 10 minutes. Peel off both the hard outer shell and the inner papery layer. Set chestnuts aside. Heat oil in a deep skillet over medium heat. Add garlic and cook 1-2 minutes. Add sprouts and cook, stirring to combine. Add chestnuts and broth, cover and simmer over low heat until sprouts are just tender, 10-12 minutes. Simmer 3-4 minutes. Remove from heat and drain well if any liquid remains. Stir in lemon juice and zest and transfer to a serving bowl, serve warm.
Zesty Marinated Mushrooms
2 pounds of fresh mushrooms
½ cup lemon juice
1 cup olive oil
3 medium onions, thinly sliced
¼ teaspoon ground black pepper
1 teaspoon dry mustard
1 teaspoon thyme
½ teaspoon oregano
1 tablespoon basil
2 teaspoons honey
Combine all ingredients and cook for 5-10 minutes over medium heat. Cool. Cover and refrigerate overnight.
Marinated Corsican Tomatoes
5 large ripe tomatoes
¼ cup olive oil
1 ½ tablespoon lemon juice
½ clove garlic, minced
½ teaspoon oregano
1/8 teaspoon ground black pepper
Peel tomatoes and cut into thick slices. Combine remaining ingredients and pour over tomatoes. Chill thoroughly, stirring once or twice. Garnish with parsley.
Chopped Jamaican Zucchini
1 medium zucchini squash, chopped
¼ red onion, chopped
½ red pepper, chopped
½ to 1 jalapeno pepper, chopped (to taste)
¼ cup chopped cilantro (or more, to taste)
1 small clove garlic, minced
Pinch of ground coriander seed
Dash lemon juice
Toss all ingredients together; adjust seasonings as desired.
Zucchini with Tomatoes, Apples & Onions
1 ½ pound small zucchini, thinly sliced
2 tablespoons olive oil
2 tablespoons canola oil
1 medium onion, chopped
2 apples, chopped
2 fresh tomatoes, peeled and chopped
2 tablespoons fresh chopped parsley
Fresh ground black pepper to taste
Set a small pan of water to boil. Drop the zucchini slices into the boiling water for 30 seconds. Remove immediately and drain. Heat the oil in a fry pan and sauté the onion until it is transparent. Add the apples and stir well to coat. Add the tomatoes and the blanched zucchini. Stir well, and then add the parsley. Season this mixture, and leave it to cook, covered over a gentle heat for 5-10 minutes, until the zucchini is soft. Serve hot.
Salads
Colorado Spinach Salad
1 small bunch fresh spinach
12 dandelion leaves
½ cup pink sorrel leaves, loosely packed
1 apple, cored and cut into bite sized pieces
½ cup walnut halves
You may substitute appropriate fresh greens for the dandelion and sorrel leaves. Wash and de-stem spinach. Coarsely chop dandelion leaves, and tear spinach, then toss dandelion, sorrel and spinach together in a stainless steel bowl. Put aside in refrigerator to drain and cool. When drained, pour off excess water and add apple and pecans. Toss with dressing (see next section) and serve.
Spinach Salad ala Cordani
½ pound pork tenderloin sliced and chopped into fine pieces
1 tablespoon olive oil
1 tablespoon canola oil
1 pound of fresh spinach, washed, drained and torn into desired piece size
1 can sliced water chestnuts (no salt added)
1 pound fresh mushrooms, sliced thinly
4 hard boiled eggs, sliced
Sauté the pork tenderloin pieces in the oil mixture until lightly browned. Drain spinach well and put into a large bowl and mix well with the water chestnuts and mushrooms. Top the salad with slice hardboiled eggs and pork tenderloin pieces. Allow diners to add their own dressing (see next section for dressing recipes).
From: The Recipes of Joseph Campbell Cordani.
Watercress and Walnut Salad
¼ cup olive oil
1 pound watercress, finely chopped
1 large garlic clove
½ cup cooked and finely diced chicken pieces
¼ cup walnuts, finely chopped
¼ cup hazelnuts, finely chopped
½ teaspoon pepper
In a heavy 12-inch skillet, heat the olive oil. Cut the garlic in half lengthwise and add it to the oil. Cook for two minutes, stirring constantly. Remove the garlic and discard. Add all the nuts and cook for 5 to 6 minutes or until they are browned. Add the chicken and pepper. Cook 2 to 3 minutes. Dry watercress before you add it to the oil. Working fast, toss the watercress into the mixture in the pan; making sure it is well coated and barely heated through. If left too long it loses some of its crispness. Serve immediately.
Salsa Salad
1 bunch cilantro
5-6 Roma tomatoes
1 small yellow or red onion
1 small chili pepper
2 ripe avocados
Handful of whole dulse leaf
Chop cilantro, dice tomatoes, dice onion, and finely dice chili pepper, dice avocado. After dicing each ingredient add them to a large bowl. Tear whole dulse leaf into bite size pieces, and add to the bowl. When finished -- toss.
Honey Apple Coleslaw
2 cups packaged coleslaw mix
1 unpeeled tart apple, chopped
½ cup chopped celery
½ cup chopped green pepper
¼ cup flaxseed oil
2 tablespoons lemon juice
2 tablespoons honey
1 teaspoon celery seed
In a bowl combine the coleslaw mix, apple, celery and green peppers. In a small bowl, whisk remaining ingredients. Pour over coleslaw and toss to coat.
Luigi Spallanzani's Mushroom Salad
2 tablespoons fresh lemon juice
1 ½ tablespoons flaxseed oil
1 ½ tablespoons olive oil
1 minced garlic clove
2 tablespoons minced fresh parsley
1 teaspoon chopped fresh oregano or ¼ teaspoon dry
¼ teaspoon ground black pepper
1 pound fresh mushrooms, very thinly sliced
Combine everything but mushrooms in a medium bowl, beat with a fork to blend. Then add the mushrooms, toss to coat with dressing and serve immediately.
Lascaux Chicken Waldorf Salad
2 cups of cooked diced chicken
1 large tart apple, cored and diced
1 cup chopped celery
½ cup chopped walnuts
¼ cup homemade mayonnaise (see recipe in next section)
2 teaspoons lime juice
2 teaspoons honey
Black pepper
In a medium size bowl, combine chicken, apple, celery and walnuts. In a small bowl, combine mayonnaise, lime juice and honey; stir to blend well. Season to taste with pepper. Spoon dressing over chicken salad and toss to coat.
Condiments, Dips, Salsas, Salad Dressings, Marinades
Omega-3 Mayonnaise
1 whole egg
1 tablespoon lemon juice
¼ teaspoon dry mustard
½ cup olive oil
½ cup flaxseed oil
Put egg, lemon juice and mustard in blender and blend for 3-5 seconds. Continue blending and slowly add oils. Blend until the mayonnaise is thick. Scrape mayonnaise into a snap lock plastic container and refrigerate. The Mayonnaise should keep for 5-7 days.
Ray's Catsup
3 ½ pounds tomatoes (washed and sliced)
2 medium onions (sliced)
1/8 clove garlic
½ bay leaf
½ red pepper
¼ cup unsweetened fruit juice (white grape, pear, or apple)
1 teaspoon whole allspice
1 teaspoon whole cloves
1 teaspoon whole mace
1 teaspoon celery seeds
1 teaspoon black peppercorns
½ inch cinnamon stick
½ cup lemon juice
Pinch of cayenne pepper
Boil tomatoes, onion, garlic, bay leaf and red pepper until soft. Add fruit juice. Mix spices (allspice, cloves, mace, celery seed, peppercorns and cinnamon) and put them into a small cloth spice bag. Add spice bag to mixture, boiling quickly, and stirring frequently until it reduces to half the quantity. Take out the spice bag. Add lemon juice and cayenne pepper. Continue boiling for 10 more minutes. Bottle catsup in clean jars with ¾ inch of space above for expansion. Seal and freeze immediately. Always refrigerate container that is currently in use.
From: Neanderthin: A Caveman's Guide to Nutrition by Ray Audette
Guacamole ala Sacramento
3 ripe avocados
1 teaspoon fresh squeezed lemon juice
1 teaspoon coarse ground black pepper
1 teaspoon garlic powder
1 finely diced, de-stemmed, de-seeded jalapeno pepper
Mash avocados together with a fork or potato masher until smooth and then stir in all other ingredients until well mixed.
Fresh Cilantro Salsa
2 garlic cloves
1 large yellow onion, quartered
1 green bell pepper, quartered and seeded
3 jalapeno peppers
6 tomatoes, peeled, seeded and chopped
1 cup fresh cilantro
Freshly ground pepper to taste
Place the garlic in a food processor bowl and process until minced. Add the onion and pepper and process with on/off pulses until they are barely chopped. Add tomatoes and cilantro and process until combined but slightly chunky. Add pepper. Refrigerate until ready to use.
Peach Salsa
1 cup peeled and finely chopped peaches
¼ cup chopped red onions
¼ cup chopped yellow or green peppers
1 tablespoon lime juice
2 teaspoons fresh cilantro
½ teaspoon honey
Cayenne pepper to taste
In a medium bowl, stir everything together. Cover and chill for up to 6 hours.
Colorado Spinach Salad Dressing
1 tablespoon honey
1/3 cup lemon juice
Fresh ground pepper to taste
1 teaspoon minced fresh tarragon
1/3 cup olive oil
1/3 cup flaxseed oil
Dissolve honey in lemon juice; add pepper and tarragon and stir. Pour this mixture into a cruet, add the oils and shake vigorously to blend.
Honey Mustard Dressing
½ cup spring water
¼ cup olive oil
¼ cup flaxseed oil
1 teaspoon mustard powder
1 pinch white pepper
1/8 teaspoon garlic powder
2 tablespoons honey
Mix all ingredients together in a cruet and thoroughly shake before using.
Paprika, Basil Dressing
2 stalks celery and leaves, very finely chopped
2 small green onions and tops, very finely chopped
1 teaspoon paprika
¼ teaspoon dried basil
1/8 teaspoon marjoram or rosemary
½ cup olive oil
½ cup flaxseed oil
2/3 cup lemon juice
Put all ingredients into a tightly covered jar and shake vigorously until well blended. Allow to stand in refrigerator until flavors are blended.
Ranch Dressing
1 cup "Omega-3 Mayonnaise" from recipe above
1 cup coconut milk
1 teaspoon dried dill
½ teaspoon garlic powder
Pepper to taste
Mix all ingredients together. It is better if refrigerated for one hour before serving but this step is not necessary. It should be noted that this dressing tastes just like regular dressing, with no coconut taste at all. It is also great as a dip for raw veggies.
Tartar Sauce
1 cup "Omega-3 Mayonnaise" from recipe above
¼ cup finely chopped onion
1 tablespoon lemon juice
½ teaspoon dried dill
Mix ingredients together. The flavor is best after chilling for an hour before serving.
Omega-3 Russian Salad Dressing
1 cup fresh tomatoes
½ cup olive, canola or flaxseed oil
½ cup lemon juice
1 tablespoon honey
1 teaspoon paprika
1 small green onion or 1 teaspoon onion powder
1 teaspoon horseradish powder (optional)
1 garlic clove (optional)
Put everything into a blender and blend until smooth.
Omega-3 Tomato Dressing
1/3 cup tomato puree
½ cup olive oil, canola oil or flaxseed oil
1/3 cup lemon juice
1 clove garlic
1 onion, chopped
1 tablespoon honey
Put everything into a blender and blend until smooth.
Blueberry Barbeque Sauce
1 teaspoon olive oil
1 teaspoon canola oil
¼ cup minced onion
1 tablespoon minced fresh jalapeno chile, seeded
¼ cup "Ray's Catsup" (recipe from above)
1 tablespoon honey
¼ teaspoon dry mustard
Dash cayenne pepper
2 cups fresh or frozen blueberries
Fresh ground pepper
Heat the oil in a non-reactive saucepan. Add the onion and jalapeno and cook over moderate heat, stirring, until wilted, about 3 minutes. Add the catsup, honey, mustard and cayenne and bring to a simmer. Add the blueberries and simmer over low heat, stirring until thickened, about 10 minutes. Puree the sauce in a blender or food processor until smooth. Pass through a strainer and season with pepper. Serve at room temperature.
Tangy Oldowan Chicken Marinade
½ cup lime juice
¼ cup olive oil
3 garlic cloves, minced
1 jalapeno pepper, cut in 1/8 inch slices (do not remove seeds)
¼ cup chopped fresh cilantro
Dash white pepper
Combine all ingredients. Pour over one pound skinless/boneless chicken breast halves. Marinate at least 2 hours. Remove chicken from marinade and either grill or broil. Brush with remaining marinade during cooking.
Tijuana 1922 Marinade
¼ cup whole allspice
3 jalapeno peppers, seeded and chopped
10 green onions, chopped
½ cup chopped onion
4 garlic cloves, chopped
4 bay leaves, crushed
1 three inch piece ginger, peeled and chopped
1/3 cup fresh thyme
1 teaspoon freshly ground nutmeg
1 teaspoon freshly ground cinnamon
1 tablespoon freshly ground black pepper
¼ cup olive oil, canola oil or flaxseed oil
¼ cup lime juice
Roast the allspice in a dry skillet until they are aromatic, about two minutes. Remove and crush them to a powder in a mortar or spice mill. Add the powder and the remaining ingredients to a food processor and blend to make a paste or sauce. Remove and store in a jar in the refrigerator; it will keep for a month or more.
Kona Local Marinade
1/3 cup coconut milk
2 tablespoons lime juice
1 tablespoon raw honey
2 tablespoons fresh ginger root, finely grated
Combine ingredients and marinate steak, chicken, fish or pork before barbequing. Baste with marinade during barbequing.
Mojo Grilled Shrimp Marinade
¼ teaspoon dry mustard
Juice of 1 lime or lemon
¼ cup olive, canola oil
½ teaspoon honey
Pepper
Dash cayenne pepper
Mix all ingredients together. Marinate shrimp for several hours.
Shallot, Steak Marinade
1/3 cup mince shallots
½ cup olive oil or canola oil
3 tablespoons fresh thyme
¼ teaspoon white pepper
3 tablespoons freshly squeezed lemon juice
Mix the marinade ingredients in a non-reactive pan. Score the meat, and place it in the pan and turn in the marinade. Marinate for at least two hours at room temperature or up to 24 hours refrigerated. If refrigerated, turn the steak in the marinade occasionally. Remove the steaks from the marinade (retain marinade) and grill to taste. Bring the remaining marinade to a boil in a non-reactive saucepan and remove from heat. Carve the meat in thin diagonal slices across the grain (this makes for a tender cut) and arrange the slices on a warm platter. Pour the carving juices and the marinade over the meat. Garnish with parsley sprigs or watercress.
Soups
Gazpacho
4 ripe tomatoes, quartered
1 small onion, coarsely chopped
1 peeled garlic clove
½ cup water
2 tablespoons lemon juice
Pepper to taste
Cayenne (optional)
1 sprig fresh parsley
4 ice cubes
1 medium cucumber, peeled and coarsely chopped
Blend all ingredients in a blender or food processor, until vegetables are small but not pureed.
Zucchini Parsley Soup
¼ cup diced onion
1 cup thinly sliced carrots
1 cup thinly sliced zucchini
2 teaspoons chopped fresh parsley
¼ teaspoon thyme
1/8 teaspoon pepper
2 cups water
In a 1 ½ quart saucepan, cook onion until translucent; add all other ingredients except water. Cover and cook over low heat, stirring occasionally, until vegetables are tender, about 10 minutes. Add water and bring to a boil. Reduce heat to medium and cook until vegetables are soft, about 20 minutes. Remove from heat and let cool slightly. Remove ½ cup soup from pan and reserve; pour remaining soup into blender and process at low speed until smooth. Combine pureed and reserved mixtures in saucepan and cook, stirring constantly until hot. Makes two servings.
Spicy Cauliflower Celery Soup
1 large head of cauliflower
2-3 celery stalks
1 carrot
2 cloves garlic
1-2 onions
1-2 teaspoons ground cumin
½ teaspoon pepper
Parsley springs
¼ teaspoon sage
Chop head of cauliflower (save a handful of tiny flowerets for a raw garnish) and put in soup pot. Chop and add: celery, carrots, garlic and onions. Add spices. Barely cover with water, bring to boil and simmer until veggies are tender. Blend the contents of the pot and adjust seasonings to taste. Add a little hot water if the soup is too thick. Serve garnished with raw flowerets.
Fruit Dishes and Desserts
Otie's Apple Breakfast
1 large apple (any type), chopped into bite sized pieces
1 medium carrot, grated
Handful of raisins
Cinnamon
Mix the apple, carrot and raisins in a bowl, sprinkle cinnamon over the top.
Carrot Ambrosia Salad
1 pound shredded carrots
20 ounces fresh pineapple
8 ounces coconut milk
¾ cup flaked coconut
¾ cup raisins
2 tablespoon honey
Combine all ingredients, tossing well. Cover and chill.
Fresh Cinnamon Applesauce
6 apples
¼ cup honey
2-3 tablespoons fresh lemon juice
Mix honey and lemon juice. Core and slice apples. Mix with honey and blenderize just until smooth. Sprinkle with cinnamon and serve
Banana Pear Ambrosia
1 ripe avocado
1 pear
1 banana
1 tablespoon honey
Pineapple or lemon juice
Blender all ingredients until smooth. Serve in sherbet glasses.
Baked Walnut-Cinnamon Apples
4 Apples
1 cup raisins
¼ teaspoon cinnamon
½ teaspoon vanilla
½ cup water
¼ cup walnuts
Heat oven to 375 F. Core and piece apples with a fork in several places around the center, to prevent them from bursting. Mix raisins, nuts, cinnamon and vanilla in a small bowl. Fill center of each apple with this mixture. Place in a glass-baking dish and pour water into pan. Cover with foil and bake about 30 minutes or until tender.
Peach Almond Delight
3 fresh peaches
4 ounces slivered almonds
1 teaspoon vanilla
2 tablespoon diced Medjool dates
Cinnamon
Wash the peaches and cut each one into 8 sections. Mix with the almonds and dates and drizzle with vanilla and sprinkle cinnamon on top.
Cantaloupe Stuffed with Blackberries and Pecans
1 half cantaloupe
½ cup blackberries
¼ cup chopped pecans
1 tablespoon honey
Mint or Spearmint leaves
Cut cantaloupe in half (serrated) and scoop out seeds. Fill cavity with blackberries and pecans. Spoon honey over top. Garnish with mint or spearmint leaves.
Raspberry Casaba Treat
½ cup fresh raspberries
½ cup fresh casaba melon chunks (bite-size)
¼ cup chopped hazelnuts
1 tablespoon honey
Combine raspberries, casaba melon and hazelnuts in a medium serving dish and ladle honey over top.
Strawberry/Blueberry Horizon
1 cup fresh strawberries
1 cup fresh blueberries
½ tangerine, sectioned
1 tablespoon fresh squeezed orange juice
1 teaspoon vanilla
Ground nutmeg
Fresh mint
Mix strawberries, blueberries, tangerine sections in a bowl. Drip with orange juice and vanilla, and sprinkle with nutmeg. Serve chilled and garnished with mint.
Basic Paleo Recipe Principles
When you make Stone Age recipes with modern foods, remember you want to insure that all of the ingredients are free of (1) grains, (2) legumes including peanuts, beans, peas, soybeans, tofu, soy milk and flour, (3) dairy products, (4) salt, (5) yeast including baked goods, pickled foods, vinegar, fermented foods and fermented beverages (all contain yeast), (6) processed sugars, (7) starchy root vegetables including potatoes, yams, and sweet potatoes, and (8) excessive added fats except for permitted oils. You should try to choose the leanest cuts of domestic meats and trim away any visible fat. Remember, the mainstays of The Paleo Diet are fresh fruits, vegetables, lean meats, and seafood.
Stone Age Food Substitutions
Salt: Powdered garlic, powdered onion, lemon juice, lime juice, lemon crystals, lemon pepper free of salt, cayenne pepper, chili powder, commercially available salt-free spice mixes, black pepper, cumin, turmeric, ground cloves, oregano, ground allspice, celery seeds, coriander seeds, ground cardamom seeds, or any spice or combination of spices can be used to replace salt. I do not recommend using any of the so-called "lite" salts or potassium chloride salts because chloride, like sodium, is undesirable when it comes to your health.
Vinegar: Substitute small amounts of vinegar with lemon or lime juice (fresh or reconstituted from fresh).
Butter/Fat: Replace butter, margarine, shortening, lard etc. with olive oil, flaxseed oil, walnut oil, canola oil, or avocado oil. Olive oil has a wonderful flavor and is high in the health promoting monounsaturated fats but generally has a poor omega-6 to omega-3 fat ratio (~13). The same situation exists for avocado oil, and these two oils should be frequently complemented by or blended together with other oils containing better (lower) omega-6 to omega-3 ratios such as flaxseed (0.24), canola (2.0) or walnut (5.1) oils.
Sugars: Concentrated sugars of any kind even natural sugars (honey, maple sugar, date sugar), really were not a staple component in most pre-agricultural diets. Sugars should be obtained primarily from fruits and vegetables and not from concentrated sources. That being said, fruit purees, flavored with lemon juice and spices (cinnamon, nutmeg, mint leaves, ginger, vanilla, and other spices), can be used in recipes to add sweetness to sauces, condiments, and desserts.
Alcohol: Alcoholic beverages were clearly not a component of true Stone Age diets, and should be limited to an occasional glass of wine, beer or spirits as a part of your "open meals." Wine, as long as it does not contain salt (as most cooking wines do), can be used to marinate meats and add flavor to many cooked dishes. When wine is used in this context, the amount of added alcohol and sugar is negligible – furthermore, wine contains a number of health promoting phytochemicals and antioxidants.
Cereals: Nut flours (almond, pecan, walnut, hazelnut, etc.) can be made in food processors or can be purchased at some health food or specialty stores and can be used to thicken sauces or to add flavor to condiments. Again, these products need to be used sparingly, as they have the potential to unbalance diet and disrupt health when they are used excessively or in combination with oils, honey, dried fruit or fruit purees.
Recipes
Seafood
Domestic Low-Fat Meat Entrees (Beef, Pork, Chicken)
Organ Meat Entrees
Game Meat Entrees
Dried Meats (Jerky)
Vegetable Dishes
Salads
Condiments, Dips, Salsas, Salad Dressings, Marinades
Soups
Fruit Dishes and Desserts
Seafood
Chez Lorraine's Baked Salmon
4 salmon steaks (about 1 ¾ pounds)
4 tablespoons lemon juice
1 teaspoon dill weed
2 tablespoons finely chopped fresh chives
Lime wedges
Place individual salmon steaks on pieces of aluminum foil large enough to wrap each steak. Pour a tablespoon of lemon juice over each steak, sprinkle with dill and seal each steak in an aluminum pouch. Put the aluminum sealed steaks in a Pyrex dish and bake at 350 F for 30 minutes or until the fish flakes easily with a fork. Serve salmon with sprinkled chives and lime wedges.
Grilled Cod with Cayenne Citrus Marinade
¼ cup fresh orange juice
1 ½ tablespoon lemon juice
3 tablespoons lime juice
1/8 teaspoon cayenne pepper
2 minced garlic cloves
2 tablespoons olive oil
1 lb cod filets
2 tablespoons finely chopped fresh chives
1 tablespoon finely chopped fresh thyme
Combine orange, lemon and lime juices in a bowl with cayenne pepper, garlic, olive oil and 1/3 cup of water to make the marinade. Place fish in a flat dish and pour in the marinade and then marinate the fish 15 minutes. Light your grill and add the fish – grill fish 3 to 4 minutes per side, basting often with the marinade. Serve the fish with a spoonful of marinade and sprinkle with chives and thyme.
Red Snapper Azteca
4 red snapper fillets (4 ounces each)
¼ cup fresh lime juice
1 tablespoon fresh lemon juice
1 teaspoon chili powder
1 plum tomato coarsely chopped
4 green onions, sliced in ½ inch sections
½ cup chopped Anaheim pepper
½ cup chopped red bell pepper
Cilantro for garnish
Place red snapper in a shallow baking dish. Combine lime juice, lemon juice and chili powder in a measuring cup. Pour over snapper. Marinate 10 minutes, turning once or twice. Sprinkle onions, tomato and peppers over snapper. Cover. Bake at 350 for 30 minutes or just until snapper flakes in center. Let stand, covered, 4 minutes before serving. Garnish with fresh cilantro.
Toad in the Hole Almond Trout
6 fresh trout
1 cup sliced almonds
¼ cup raisins
2 tablespoons olive oil
2 shallots
½ bunch parsley
½ teaspoon pepper
¼ cup olive oil
Lemon, parsley, and seedless red grapes for garnish
Rinse and dry trout and rub body cavity with olive oil. In a bowl, mix almonds, raisins and olive oil with chopped shallots, parsley and pepper. Stuff the trout with this mixture. Put ¼ cup olive oil in a skillet and sauté each trout for about 8-10 minutes on each side until nicely browned. Serve with a garnish of lemon, parsley and seedless red grapes.
From: Loren McHuron's Toad in the Hole Restaurant, Hollywood, CA
Parsley, Lemon Filet of Sole
1 pound sole fillets
¼ cup lemon juice
1 teaspoon olive oil
1 small onion, thinly sliced
1 teaspoon dried parsley flakes
Cut fish into serving-size pieces. Place in an un-greased baking dish. Drizzle with lemon juice and oil; sprinkle with pepper. Arrange onion slices over fish; sprinkle with parsley. Cover and let stand for 5 minutes. Bake at 350 F for 20 minutes or until fish flakes easily with a fork.
Poached Halibut Steaks
2 or 3 green onions, cut into 2 inch long pieces
1 tablespoon olive oil
1 red onion, cut lengthwise into thin slices
1 carrot, cut into thin matchstick pieces
2 Halibut steaks (½ pound)
2 lemons
Heat oil in a deep skillet over medium heat. Add onion and sauté three minutes. Add carrot and cook three more minutes. Stir in green onions. Spread vegetables evenly over bottom of skillet. Lay halibut steaks on the vegetable bed in the skillet. Add a small amount of water just to cover the bottom of the skillet. Cover and cook until the fish flakes easily with a fork – about 10 minutes. Transfer the fish to a serving plate and top with vegetables and lemon juice.
N'Orleans Broiled Catfish Fillets
1 teaspoon paprika
4 catfish fillets
½ teaspoon dried thyme
¼ teaspoon garlic powder
¼ teaspoon black pepper
¼ teaspoon oregano
1/8 teaspoon cayenne pepper
¼ cup lemon juice
Mix spices together in a shallow dish. Put lemon juice in a bowl. Dip fillets in the lemon juice and then coat lightly with seasoning mixture. Preheat broiler. Spray rack of unheated pan with nonstick spray. Put fish on rack and broil 4 inches from heat until fish flakes easily with fork (4 to 6 minutes). Turn once while broiling.
Barbecued Juneau Shrimp
¼ cup virgin olive oil
3 garlic gloves minced
2 tablespoons lemon juice
1/8 teaspoon of cayenne paprika
Dash of cayenne pepper to taste
Shelled shrimp with tail left on (2 ½ pounds)
Lime wedges and parsley
Mix olive oil, spices and lemon juice in a bowl. Fire up grill. Brush shrimp with mixture, place on hot grill, turn (1-2 minutes per side) at once and remove. Garnish with lime wedges and parsley.
Shrimp Stuffed Avocados
3 medium sized avocados
2 tablespoons lemon juice
1 ½ pound small or medium sized shrimp, cooked, shelled, deveined and chilled
Cut avocados in half; remove seed and skin. Stuff with shrimp; add lemon juice.
Luscious Lime Shrimp
3 Tablespoons fresh lime juice
1 green onion, chopped
2 tablespoons chopped fresh cilantro
1 teaspoon minced, seeded jalapeno peppers
1 teaspoon olive oil
½ teaspoon minced garlic
20 large shrimp (about 1 pound) peeled and deveined
1 tablespoon minced red peppers
20 cucumber slices
Stir together lime juice, green onion, cilantro, jalapeno peppers, oil and garlic in medium bowl. Toss the shrimp with two tablespoons of the dressing in another medium bowl. Cover and refrigerate shrimp for 30 minutes. Preheat broiler or grill. Broil shrimp about 3 inches from heat for 1 ½ minutes per side or until opaque. Immediately toss hot shrimp with the remaining dressing and red pepper and cool to room temperature. Arrange shrimp on cucumber slices.
Trout Simmered in White Wine Sauce
2 trout
2 tablespoons of olive or canola oil
1/3 cup minced shallots or onions
2/3 cup minced carrots
2/3 cup chopped fresh mushrooms
1 cup white wine
1 tablespoon fresh thyme
3 tablespoons fresh parsley
Sauté the shallots, carrots, and mushrooms in oil until the shallots are soft. Add wine and seasonings. Simmer for several minutes. Add trout and cook about 6 minutes per side.
From: Artemis Simopoulos, The Omega Plan
Dill and Lime Crab
2 Large Dungeness crabs, cooked, cracked and shelled and chilled (yield ¾ to 1 pound)
Lime juice
Paprika
Dried, ground dill weed
Lime wedges
Parsley
Boil fresh crab, prepare the meat and chill it or buy cooked crab. Drizzle meat with lime juice and sprinkle with paprika and dill. Serve with lime wedges and garnish with parsley.
Domestic Low Fat Meat Entrees (Beef, Pork, Chicken)
Stir Fried Beef with Vegetables
2 tablespoons canola oil
1 clove garlic, pressed
12 ounces boneless sirloin steak, trimmed of all visible fat, thinly sliced
¼ cup burgundy wine
1 yellow onion cut thinly into wedges
1 red pepper, seeded and cut into slender strips
2 celery stalks, chopped
4 ounces of sliced mushrooms
4 ounces thinly sliced carrots
3 tablespoons lemon juice
Sauté the beef in the oil with garlic and half of the red wine until the beef is browned. Remove from skillet. Heat the residual oil in the skillet. Sauté the onion, celery, red pepper, and carrots until the onion is tender – about 4 minutes. Add the remainder of the red wine. Add the mushrooms; stir-fry everything together for about another 3 minutes. Combine the vegetables with the meat.
London Broil with Herbs
London broil beef (1-1 ½ lbs.) trimmed of all visible fat and cut into four pieces
1 tablespoon canola oil
2 minced garlic cloves
2 teaspoons minced fresh rosemary or 1 teaspoon dried
2 teaspoons minced fresh basil or 1 teaspoon dried
2 teaspoons minced fresh thyme or 1 teaspoon dried
Fresh ground pepper
Place meat in a shallow dish. Rub both sides with oil, garlic and herbs. Add pepper and let stand for one hour. Prepare barbeque (high heat) or preheat broiler. Cook meat two inches from heat source to desired state (four minutes per side for rare).
Maine Pot Roast
3 pound lean beef roast trimmed of all visible fat
¼ teaspoon pepper
2 quartered onions
4 quartered carrots
1 celery stalk cut into eight pieces
1 bay leaf
5 cups of water
1 small cabbage cut into wedges
Sprinkle meat with seasonings. Place onions, carrots and celery into a crock-pot. Top with meat. Add bay leaf and water. Cover pot and cook on low for five to seven hours or until meat is tender. Remove meat; turn on high. Add cabbage wedges, cover and cook on high 15-20 minutes or until cabbage is done.
Broiled Pork Tenderloin Zesty Rub
1 minced garlic clove
1 tablespoon paprika
1 tablespoon dry mustard
1 tablespoon ground coriander
1 tablespoon canola oil
1 tablespoon olive oil
1 tablespoon red wine
1 pound of very lean pork tenderloin, trimmed of all visible fat
Mix dry spices and garlic in a mortar and pestle – add in the oils and wine to make into a paste. Rub the paste onto the pork one hour before broiling. Broil pork 2 to 3 inches from heat source for about six minutes per side or until it is cooked to desired condition.
Grilled Pork Chops
¼ cup fresh lemon juice
2 tablespoons canola oil
3 garlic minced garlic cloves
¼ teaspoon ground thyme
¼ teaspoon black pepper
¼ teaspoon dried oregano
6 lean pork chops, one inch thick and trimmed of all visible fat
In a shallow pan blend all ingredients except the pork. Add pork chops and cover and refrigerate overnight. Grill chops over hot coals for 15-20 minutes per side or until done, while frequently basting chops with marinade.
Green Chile Pork Stew
24 green chilies, fresh or canned
2 tablespoons canola oil
2 pounds of lean pork loin, trimmed of all visible fat
2 large yellow onions, finely chopped
3 minced garlic cloves
3 cups stewed fresh tomatoes
1 six-ounce can of salt free tomato paste
2 cups of water
½ teaspoon cumin
If chilies are fresh, parch and peel them, and remove the ribs, seeds and tops. In a large stew pot, heat canola oil and add pork cubes and sauté until lightly brown. Add onions and garlic and brown. Cut chilies into one inch slices and add to the pork and onions. Add remaining ingredients and cook about one hour until the stew is thickened. Adjust the seasonings to your pleasure.
Chicken Breasts with Red Pepper Sauce
2 medium tomatoes, peeled, seeded and chopped
1 small onion, chopped
1 medium red bell pepper, chopped
1 tablespoon fresh parsley, chopped
1 tablespoon fresh basil, chopped
¼ teaspoon dried thyme
1/8 teaspoon cayenne pepper
¼ teaspoon fresh ground pepper
4 skinless, boneless breast halves, pounded to ¼ inch thickness
2 tablespoons canola oil
½ cup white wine
Combine vegetables and spices in a medium saucepan. Bring to a boil, reduce heat, and simmer 20 minutes. Transfer to a food processor or blender, and puree until smooth. Pour into a small saucepan and keep warm over very low heat. In a large fry pan, heat oil. Add chicken breasts; cook three minutes a side until chicken turns white. Add wine; reduce heat and simmer for 10 minutes. Spoon red pepper sauce on plate and arrange chicken on top.
Poached Chicken Lunkowski
four boneless, skinless chicken breast halves
2 tablespoons canola oil
1 cup sliced scallions
2 garlic cloves, crushed
1/8 teaspoon cayenne pepper
1 bay leaf
½ teaspoon ground cloves
4 medium tomatoes, peeled, seeded, chopped
1/8 teaspoon ground saffron (optional)
1/8 teaspoon ground pepper
1 tablespoon red wine
In a large frying pan, heat oil over medium heat. Add scallions and cook until lightly browned (about three minutes). Add garlic and cayenne pepper; cook one minute. Add tomatoes, red wine, bay leaf, cloves, saffron and pepper. Bring to a boil; reduce heat and simmer uncovered for 15 minutes. Place chicken on top of sauce; cover and simmer for 15-20 minutes until chicken is tender and opaque.
Barbequed Spicy Honey Chicken
3 tablespoons honey
2 tablespoons fresh lemon juice
1 tablespoon fresh orange juice
2 scallions, finely chopped
1 teaspoon finely chopped fresh tarragon
1 teaspoon finely chopped fresh thyme
1 teaspoon finely chopped fresh sage
1 teaspoon fennel seeds, toasted and crushed
Freshly ground black pepper to taste
4 boneless, skinless, chicken breast halves (about 1 pound)
In a large bowl combine honey, lemon and orange juices, herbs, scallions, pepper and fennel seeds. Put the chicken in the bowl and marinate for 1-2 hours. Fire up the barbeque and grill the chicken, turning constantly while basting with the marinade until the breasts are cooked.
Organ Meat Entrees
Beefheart
1 Beefheart
¼ cup fresh ground pepper
4 large yellow onions, sliced as thinly as possible
2 garlic cloves very finely diced
Preheat oven to 250 F. Mix the garlic and pepper together.Using a sharp knife, cut down into the heart about one inch. Carefully cut in a spiral towards the center keeping the cuts one inch apart. Lay the heart out in one long strip. Spread the pepper/garlic mix evenly over the meat. It will be a very thin layer and does not have to coat the entire heart.The idea is to not have any clumps of the mix. Evenly layer the thinly sliced onion on the heart. Roll the heart back together, jelly roll fashion. Secure with twine. Put heart into a shallow pan and put into the oven. Using a meat thermometer to determine internal temperature, cook until: 1) rare: red center, 110 F, 2) medium rare: still red center, 120 F, 3) Medium: 135 F, 4) Medium well: a little pink in the center, 145 F, 5) Well Done: no pink at all, 160 F.
When internal temperature reaches desired level, remove meat from oven and cover lightly with foil. The heat in the center will continue to rise for another five degrees F. Times will be determined by the size of the heart.
Luigi's Basque Tongue Stew
1 Beef tongue (3 ½ pounds)
2 chopped carrots
½ bunch parsley
2 bay leaves
10 black peppercorns
1 medium yellow onion, peeled and quartered
1 recipe tomato sauce (below)
In a 6-quart pot, place tongue, onion, carrots, parsley, bay leaves, and peppercorns. Add just enough water to cover. Simmer, covered for 2 ½ hours. Remove tongue, cool, peel, and slice ¼ inch thick crosswise sections. Add the tongue to the prepared tomato sauce. Simmer, covered for one hour. Then uncover and simmer gently for 1 ½ hours, stirring occasionally.
Appetizing Tomato Sauce
¼ cup canola oil
8 minced garlic cloves
2 cups diced, yellow onions
1½ cups cored, seeded and diced green bell peppers
3 cups ripe tomatoes
1 four-ounce can of whole green chilies, pureed
¼ cup chopped parsley
5 cups beef stock (no salt added)
Black pepper to taste
In a 6-quart saucepan sauté the garlic, onion and green pepper in the oil until tender. Add the tomatoes, pureed chilies, and parsley and simmer until very tender. Add beef stock. Cover and simmer one hour. Uncover and simmer one more hour to reduce and thicken the sauce. Stir and pepper to taste
Sautéed Rocky Mountain Chicken Livers
1 pound of chicken livers
¼ cup burgundy wine
1 medium yellow onion, diced
2 minced garlic cloves
1 Anaheim pepper, diced
1 tablespoon olive oil
1 tablespoon canola oil
Sauté the onions, garlic and green peppers in the oil mixture with ½ of the red wine. Then add in the livers and remaining wine and sauté the livers until they are firm and brown.
From: Michael Hugh Small, The Painter's Van
Game Meat Entrees
Rabbit Roasted with Herbs
2 tablespoons canola oil
1 rabbit (about 2 ½ pound, cut into 6-8 pieces)
Fresh ground black pepper
1 medium yellow onion, halved lengthwise and slivered
1 large, minced garlic clove
2/3 cup chicken or vegetable broth, salt free
1 teaspoon fresh rosemary or ½ teaspoon dried
2 tablespoons flat leafed parsley, chopped
Preheat the oven to 350 F. Place the oil in a large, heavy skillet over medium-high heat. Brown the rabbit pieces in batches until golden, about 5 to 7 minutes per side, sprinkling with pepper. Place the browned rabbit into a shallow baking pan. Add the onion to the skillet and cool over low heat for 7 to 10 minutes to soften. Add the garlic and cook two minutes more, stirring. Add broth and raise the heat; bring to a boil, scraping up the browned bits on the bottom of the skillet. Reduce the heat; add the rosemary and cook sauce for two minutes longer. Pour the sauce over the rabbit and bake for 45 minutes. To serve, place the rabbit pieces on a serving platter and pour all the remaining pan juices over the top of the rabbit pieces. Sprinkle with chopped parsley and serve immediately. Serves four.
Roast Pheasant with Fruit and Nut Stuffing
1 pheasant (2-3 pounds)
Fresh ground pepper
Garlic powder
Olive oil
1 ½ cups freshly squeezed orange juice
½ cup raisins
3 cloves
½ cup dried and coarsely chopped apricots (non-sulfured)
½ teaspoon grated orange peel
1 cup chopped pecans
Preheat oven to 350 F. Wash and dry the pheasant and brush with olive oil inside and out. Sprinkle inside and out with pepper and garlic powder. In a saucepan combine the orange juice, raisins and cloves. Bring to a boil, reduce the heat and simmer five minutes. Strain the mixture, discarding the cloves and reserving the orange juice and raisins. In a mixing bowl combine the raisins, apricots, ginger, orange peel and the nuts. Mix well and use the mixture to stuff the pheasant. Place the pheasant breast up on a rack in a roasting pan, and roast until tender, about 30 minutes per pound, brushing frequently with the remaining orange juice. Place the pheasant on a serving platter and trickle the liquid from the roasting pan over the pheasant.
Barbequed Venison Steaks with Herbs
4 venison steaks (4 ounces each)
2 tablespoons chopped rosemary
2 tablespoons chopped garlic
2 tablespoons chopped thyme
1/8 cup olive oil
1/8 cup olive oil
Fresh ground pepper to taste
Make a marinade by combining the oils and herbs in a mixing bowl. Marinate the venison for four hours in a refrigerator, covered. Remove the steaks from the marinade and shake off excess oil. Place the steaks on the grill and season with pepper and frequently brush with marinade. Cook the meat for about 2-4 minutes per side until it is done to the desired state.
Dried Meats (Jerky)
Simple Beef Jerky
2 pounds lean beef, trimmed of all visible fat, cut into 1 inch wide, 1/8 inch thick
Place beef strips on the racks of a home food dryer (available at any large discount store) and dry the meat until it is tough and chewy (usually overnight). Or dry in your oven on un-greased cookie sheets. Set oven at lowest baking temperature and keep the door propped open. The temperature should not exceed 140-150 F. The drying time is dependent upon your oven and may take from 4-12 hours. Take out when meat is tough and chewy
Spicy Beef Jerky
2 pounds lean beef, trimmed of all visible fat, cut into 1 inch wide, 1/8 inch thick (Almost any meat can be dried -- try lean pork, venison, buffalo, even poultry and fish)
Chili powder
Cumin
Garlic powder
Onion powder
Dry Mustard
Cayenne pepper
Lemon pepper
Turmeric
Coarse ground black pepper
Curry powder
White pepper
Mix any and all combinations of the spices listed above in a medium sized bowl to make a dry rub. Let your personal tastes and imagination guide you. Our favorite is cumin, garlic powder, coarse ground black pepper, turmeric and cayenne pepper mixed in equal parts. Dip each meat strip in the bowl of spices. Lightly coat and then marinate for at least 30 minutes – its better if you have time to marinate the meat overnight in a covered bowl in the refrigerator.
Vegetable Dishes
Sautéed Kale
1 pound fresh kale trimmed and chopped
1 large garlic clove, crushed
1 tablespoon olive oil
2 tablespoons walnuts, lightly toasted
2 tablespoons lemon juice
Cook the kale in a large pot of boiling water until tender (about 10 minutes); drain well. Coat a large skillet with oil. Sauté garlic over medium heat until just golden, about three minutes. Add kale to skillet. Stir in the olive oil, sauté until heated through (about five minutes). Stir in pine nuts, remove skillet from heat. Sprinkle kale mixture with lemon juice. Transfer to a shallow serving dish and serve immediately.
Sautéed Broccoli ala Madrid
1 teaspoon extra virgin olive oil
2 or 3 garlic cloves, minced
1 onion, diced
4 or 5 button mushrooms, thinly sliced
1 or 2 tomatoes, diced
1 head broccoli, cut into small flowerets, withy stems peeled and thinly sliced
Bring a large pot of water to boil over high heat. Add broccoli and cook until bright green but not completely tender, about three minutes. Plunge into cold water to stop the cooking process and preserve the bright color. Heat oil in a skillet over medium heat. Add garlic, onion and cook, stirring for two to three minutes. Remove cover and stir in broccoli. Simmer uncovered for two to three minutes.
Grilled Polish Vegetables
1 small cabbage, cored
2 tablespoons olive oil
½-1 teaspoon onion powder (optional)
1/8-¼ teaspoon black ground pepper
4 medium carrots cut into 1-inch pieces
2 celery ribs cut into 1- inch pieces
1 small onion cut into wedges
½ pound whole fresh mushrooms
1 small green pepper cut into pieces
Cut cabbage into 6 wedges; spread oil on cut sides. Place cabbage on a piece of heavy-duty foil, about 24 inches by 18 inches. Sprinkle with onion powder, if desired and pepper. Arrange remaining vegetables around cabbage. Seal the foil tightly. Grill, covered, over medium-hot heat for 30 minutes or until vegetables are tender, turning occasionally.
Honey Dill Carrots
Baby carrots
Honey
Dill
Steam baby carrots, then drizzle with just a bit of honey (don't overdo the honey, it doesn't take much). Add dill
Mongolian Spicy Cauliflower
1 head cauliflower, about 1 ¼ pounds
2 small bunches of scallions
2 teaspoons black mustard seeds
2 teaspoons cumin seeds
1 teaspoon fennel seeds
½ teaspoon turmeric
1/3 cup warm water (105 F)
¼ cup olive oil
1/3 cup chopped fresh coriander or 8 fresh curry leaves
Separate and cut the cauliflower into 1-inch florets. Peel the cauliflower stem and cut into thin slices. Set aside. Trim the scallions and chop them, including the entire green part. Set aside. Measure out the spices and place them, as well as the water, right next to the stove. Heat the oil in a wok or a sauté pan over high heat. When the oil is hot, add the mustard, cumin, and fennel. When the seeds stop sputtering, add the turmeric and immediately add the cauliflower. Stir fry the cauliflower until it's evenly coated with spice-infused oil. Add the scallions and water; mix and cover with a lid. Cook over medium heat and toss a couple times until the cauliflower is soft, about 10 minutes. Uncover, fold in the coriander, and continue stir-frying until excess moisture evaporates and the cauliflower looks glazed, about 5 minutes.
Italian Brussels Sprouts
12-15 fresh chestnuts
1 teaspoon extra virgin olive oil
2 cloves garlic, minced
2 pounds of Brussels sprouts, trimmed
Juice and grated zest of 1 lemon
2 cups vegetable broth or vegetable stock (no added salt)
Make a slit in the flat side of each chestnut. Cook in boiling water over high heat for 15 minutes. Drain the chestnuts, wrap in a towel to keep them warm, and set aside 10 minutes. Peel off both the hard outer shell and the inner papery layer. Set chestnuts aside. Heat oil in a deep skillet over medium heat. Add garlic and cook 1-2 minutes. Add sprouts and cook, stirring to combine. Add chestnuts and broth, cover and simmer over low heat until sprouts are just tender, 10-12 minutes. Simmer 3-4 minutes. Remove from heat and drain well if any liquid remains. Stir in lemon juice and zest and transfer to a serving bowl, serve warm.
Zesty Marinated Mushrooms
2 pounds of fresh mushrooms
½ cup lemon juice
1 cup olive oil
3 medium onions, thinly sliced
¼ teaspoon ground black pepper
1 teaspoon dry mustard
1 teaspoon thyme
½ teaspoon oregano
1 tablespoon basil
2 teaspoons honey
Combine all ingredients and cook for 5-10 minutes over medium heat. Cool. Cover and refrigerate overnight.
Marinated Corsican Tomatoes
5 large ripe tomatoes
¼ cup olive oil
1 ½ tablespoon lemon juice
½ clove garlic, minced
½ teaspoon oregano
1/8 teaspoon ground black pepper
Peel tomatoes and cut into thick slices. Combine remaining ingredients and pour over tomatoes. Chill thoroughly, stirring once or twice. Garnish with parsley.
Chopped Jamaican Zucchini
1 medium zucchini squash, chopped
¼ red onion, chopped
½ red pepper, chopped
½ to 1 jalapeno pepper, chopped (to taste)
¼ cup chopped cilantro (or more, to taste)
1 small clove garlic, minced
Pinch of ground coriander seed
Dash lemon juice
Toss all ingredients together; adjust seasonings as desired.
Zucchini with Tomatoes, Apples & Onions
1 ½ pound small zucchini, thinly sliced
2 tablespoons olive oil
2 tablespoons canola oil
1 medium onion, chopped
2 apples, chopped
2 fresh tomatoes, peeled and chopped
2 tablespoons fresh chopped parsley
Fresh ground black pepper to taste
Set a small pan of water to boil. Drop the zucchini slices into the boiling water for 30 seconds. Remove immediately and drain. Heat the oil in a fry pan and sauté the onion until it is transparent. Add the apples and stir well to coat. Add the tomatoes and the blanched zucchini. Stir well, and then add the parsley. Season this mixture, and leave it to cook, covered over a gentle heat for 5-10 minutes, until the zucchini is soft. Serve hot.
Salads
Colorado Spinach Salad
1 small bunch fresh spinach
12 dandelion leaves
½ cup pink sorrel leaves, loosely packed
1 apple, cored and cut into bite sized pieces
½ cup walnut halves
You may substitute appropriate fresh greens for the dandelion and sorrel leaves. Wash and de-stem spinach. Coarsely chop dandelion leaves, and tear spinach, then toss dandelion, sorrel and spinach together in a stainless steel bowl. Put aside in refrigerator to drain and cool. When drained, pour off excess water and add apple and pecans. Toss with dressing (see next section) and serve.
Spinach Salad ala Cordani
½ pound pork tenderloin sliced and chopped into fine pieces
1 tablespoon olive oil
1 tablespoon canola oil
1 pound of fresh spinach, washed, drained and torn into desired piece size
1 can sliced water chestnuts (no salt added)
1 pound fresh mushrooms, sliced thinly
4 hard boiled eggs, sliced
Sauté the pork tenderloin pieces in the oil mixture until lightly browned. Drain spinach well and put into a large bowl and mix well with the water chestnuts and mushrooms. Top the salad with slice hardboiled eggs and pork tenderloin pieces. Allow diners to add their own dressing (see next section for dressing recipes).
From: The Recipes of Joseph Campbell Cordani.
Watercress and Walnut Salad
¼ cup olive oil
1 pound watercress, finely chopped
1 large garlic clove
½ cup cooked and finely diced chicken pieces
¼ cup walnuts, finely chopped
¼ cup hazelnuts, finely chopped
½ teaspoon pepper
In a heavy 12-inch skillet, heat the olive oil. Cut the garlic in half lengthwise and add it to the oil. Cook for two minutes, stirring constantly. Remove the garlic and discard. Add all the nuts and cook for 5 to 6 minutes or until they are browned. Add the chicken and pepper. Cook 2 to 3 minutes. Dry watercress before you add it to the oil. Working fast, toss the watercress into the mixture in the pan; making sure it is well coated and barely heated through. If left too long it loses some of its crispness. Serve immediately.
Salsa Salad
1 bunch cilantro
5-6 Roma tomatoes
1 small yellow or red onion
1 small chili pepper
2 ripe avocados
Handful of whole dulse leaf
Chop cilantro, dice tomatoes, dice onion, and finely dice chili pepper, dice avocado. After dicing each ingredient add them to a large bowl. Tear whole dulse leaf into bite size pieces, and add to the bowl. When finished -- toss.
Honey Apple Coleslaw
2 cups packaged coleslaw mix
1 unpeeled tart apple, chopped
½ cup chopped celery
½ cup chopped green pepper
¼ cup flaxseed oil
2 tablespoons lemon juice
2 tablespoons honey
1 teaspoon celery seed
In a bowl combine the coleslaw mix, apple, celery and green peppers. In a small bowl, whisk remaining ingredients. Pour over coleslaw and toss to coat.
Luigi Spallanzani's Mushroom Salad
2 tablespoons fresh lemon juice
1 ½ tablespoons flaxseed oil
1 ½ tablespoons olive oil
1 minced garlic clove
2 tablespoons minced fresh parsley
1 teaspoon chopped fresh oregano or ¼ teaspoon dry
¼ teaspoon ground black pepper
1 pound fresh mushrooms, very thinly sliced
Combine everything but mushrooms in a medium bowl, beat with a fork to blend. Then add the mushrooms, toss to coat with dressing and serve immediately.
Lascaux Chicken Waldorf Salad
2 cups of cooked diced chicken
1 large tart apple, cored and diced
1 cup chopped celery
½ cup chopped walnuts
¼ cup homemade mayonnaise (see recipe in next section)
2 teaspoons lime juice
2 teaspoons honey
Black pepper
In a medium size bowl, combine chicken, apple, celery and walnuts. In a small bowl, combine mayonnaise, lime juice and honey; stir to blend well. Season to taste with pepper. Spoon dressing over chicken salad and toss to coat.
Condiments, Dips, Salsas, Salad Dressings, Marinades
Omega-3 Mayonnaise
1 whole egg
1 tablespoon lemon juice
¼ teaspoon dry mustard
½ cup olive oil
½ cup flaxseed oil
Put egg, lemon juice and mustard in blender and blend for 3-5 seconds. Continue blending and slowly add oils. Blend until the mayonnaise is thick. Scrape mayonnaise into a snap lock plastic container and refrigerate. The Mayonnaise should keep for 5-7 days.
Ray's Catsup
3 ½ pounds tomatoes (washed and sliced)
2 medium onions (sliced)
1/8 clove garlic
½ bay leaf
½ red pepper
¼ cup unsweetened fruit juice (white grape, pear, or apple)
1 teaspoon whole allspice
1 teaspoon whole cloves
1 teaspoon whole mace
1 teaspoon celery seeds
1 teaspoon black peppercorns
½ inch cinnamon stick
½ cup lemon juice
Pinch of cayenne pepper
Boil tomatoes, onion, garlic, bay leaf and red pepper until soft. Add fruit juice. Mix spices (allspice, cloves, mace, celery seed, peppercorns and cinnamon) and put them into a small cloth spice bag. Add spice bag to mixture, boiling quickly, and stirring frequently until it reduces to half the quantity. Take out the spice bag. Add lemon juice and cayenne pepper. Continue boiling for 10 more minutes. Bottle catsup in clean jars with ¾ inch of space above for expansion. Seal and freeze immediately. Always refrigerate container that is currently in use.
From: Neanderthin: A Caveman's Guide to Nutrition by Ray Audette
Guacamole ala Sacramento
3 ripe avocados
1 teaspoon fresh squeezed lemon juice
1 teaspoon coarse ground black pepper
1 teaspoon garlic powder
1 finely diced, de-stemmed, de-seeded jalapeno pepper
Mash avocados together with a fork or potato masher until smooth and then stir in all other ingredients until well mixed.
Fresh Cilantro Salsa
2 garlic cloves
1 large yellow onion, quartered
1 green bell pepper, quartered and seeded
3 jalapeno peppers
6 tomatoes, peeled, seeded and chopped
1 cup fresh cilantro
Freshly ground pepper to taste
Place the garlic in a food processor bowl and process until minced. Add the onion and pepper and process with on/off pulses until they are barely chopped. Add tomatoes and cilantro and process until combined but slightly chunky. Add pepper. Refrigerate until ready to use.
Peach Salsa
1 cup peeled and finely chopped peaches
¼ cup chopped red onions
¼ cup chopped yellow or green peppers
1 tablespoon lime juice
2 teaspoons fresh cilantro
½ teaspoon honey
Cayenne pepper to taste
In a medium bowl, stir everything together. Cover and chill for up to 6 hours.
Colorado Spinach Salad Dressing
1 tablespoon honey
1/3 cup lemon juice
Fresh ground pepper to taste
1 teaspoon minced fresh tarragon
1/3 cup olive oil
1/3 cup flaxseed oil
Dissolve honey in lemon juice; add pepper and tarragon and stir. Pour this mixture into a cruet, add the oils and shake vigorously to blend.
Honey Mustard Dressing
½ cup spring water
¼ cup olive oil
¼ cup flaxseed oil
1 teaspoon mustard powder
1 pinch white pepper
1/8 teaspoon garlic powder
2 tablespoons honey
Mix all ingredients together in a cruet and thoroughly shake before using.
Paprika, Basil Dressing
2 stalks celery and leaves, very finely chopped
2 small green onions and tops, very finely chopped
1 teaspoon paprika
¼ teaspoon dried basil
1/8 teaspoon marjoram or rosemary
½ cup olive oil
½ cup flaxseed oil
2/3 cup lemon juice
Put all ingredients into a tightly covered jar and shake vigorously until well blended. Allow to stand in refrigerator until flavors are blended.
Ranch Dressing
1 cup "Omega-3 Mayonnaise" from recipe above
1 cup coconut milk
1 teaspoon dried dill
½ teaspoon garlic powder
Pepper to taste
Mix all ingredients together. It is better if refrigerated for one hour before serving but this step is not necessary. It should be noted that this dressing tastes just like regular dressing, with no coconut taste at all. It is also great as a dip for raw veggies.
Tartar Sauce
1 cup "Omega-3 Mayonnaise" from recipe above
¼ cup finely chopped onion
1 tablespoon lemon juice
½ teaspoon dried dill
Mix ingredients together. The flavor is best after chilling for an hour before serving.
Omega-3 Russian Salad Dressing
1 cup fresh tomatoes
½ cup olive, canola or flaxseed oil
½ cup lemon juice
1 tablespoon honey
1 teaspoon paprika
1 small green onion or 1 teaspoon onion powder
1 teaspoon horseradish powder (optional)
1 garlic clove (optional)
Put everything into a blender and blend until smooth.
Omega-3 Tomato Dressing
1/3 cup tomato puree
½ cup olive oil, canola oil or flaxseed oil
1/3 cup lemon juice
1 clove garlic
1 onion, chopped
1 tablespoon honey
Put everything into a blender and blend until smooth.
Blueberry Barbeque Sauce
1 teaspoon olive oil
1 teaspoon canola oil
¼ cup minced onion
1 tablespoon minced fresh jalapeno chile, seeded
¼ cup "Ray's Catsup" (recipe from above)
1 tablespoon honey
¼ teaspoon dry mustard
Dash cayenne pepper
2 cups fresh or frozen blueberries
Fresh ground pepper
Heat the oil in a non-reactive saucepan. Add the onion and jalapeno and cook over moderate heat, stirring, until wilted, about 3 minutes. Add the catsup, honey, mustard and cayenne and bring to a simmer. Add the blueberries and simmer over low heat, stirring until thickened, about 10 minutes. Puree the sauce in a blender or food processor until smooth. Pass through a strainer and season with pepper. Serve at room temperature.
Tangy Oldowan Chicken Marinade
½ cup lime juice
¼ cup olive oil
3 garlic cloves, minced
1 jalapeno pepper, cut in 1/8 inch slices (do not remove seeds)
¼ cup chopped fresh cilantro
Dash white pepper
Combine all ingredients. Pour over one pound skinless/boneless chicken breast halves. Marinate at least 2 hours. Remove chicken from marinade and either grill or broil. Brush with remaining marinade during cooking.
Tijuana 1922 Marinade
¼ cup whole allspice
3 jalapeno peppers, seeded and chopped
10 green onions, chopped
½ cup chopped onion
4 garlic cloves, chopped
4 bay leaves, crushed
1 three inch piece ginger, peeled and chopped
1/3 cup fresh thyme
1 teaspoon freshly ground nutmeg
1 teaspoon freshly ground cinnamon
1 tablespoon freshly ground black pepper
¼ cup olive oil, canola oil or flaxseed oil
¼ cup lime juice
Roast the allspice in a dry skillet until they are aromatic, about two minutes. Remove and crush them to a powder in a mortar or spice mill. Add the powder and the remaining ingredients to a food processor and blend to make a paste or sauce. Remove and store in a jar in the refrigerator; it will keep for a month or more.
Kona Local Marinade
1/3 cup coconut milk
2 tablespoons lime juice
1 tablespoon raw honey
2 tablespoons fresh ginger root, finely grated
Combine ingredients and marinate steak, chicken, fish or pork before barbequing. Baste with marinade during barbequing.
Mojo Grilled Shrimp Marinade
¼ teaspoon dry mustard
Juice of 1 lime or lemon
¼ cup olive, canola oil
½ teaspoon honey
Pepper
Dash cayenne pepper
Mix all ingredients together. Marinate shrimp for several hours.
Shallot, Steak Marinade
1/3 cup mince shallots
½ cup olive oil or canola oil
3 tablespoons fresh thyme
¼ teaspoon white pepper
3 tablespoons freshly squeezed lemon juice
Mix the marinade ingredients in a non-reactive pan. Score the meat, and place it in the pan and turn in the marinade. Marinate for at least two hours at room temperature or up to 24 hours refrigerated. If refrigerated, turn the steak in the marinade occasionally. Remove the steaks from the marinade (retain marinade) and grill to taste. Bring the remaining marinade to a boil in a non-reactive saucepan and remove from heat. Carve the meat in thin diagonal slices across the grain (this makes for a tender cut) and arrange the slices on a warm platter. Pour the carving juices and the marinade over the meat. Garnish with parsley sprigs or watercress.
Soups
Gazpacho
4 ripe tomatoes, quartered
1 small onion, coarsely chopped
1 peeled garlic clove
½ cup water
2 tablespoons lemon juice
Pepper to taste
Cayenne (optional)
1 sprig fresh parsley
4 ice cubes
1 medium cucumber, peeled and coarsely chopped
Blend all ingredients in a blender or food processor, until vegetables are small but not pureed.
Zucchini Parsley Soup
¼ cup diced onion
1 cup thinly sliced carrots
1 cup thinly sliced zucchini
2 teaspoons chopped fresh parsley
¼ teaspoon thyme
1/8 teaspoon pepper
2 cups water
In a 1 ½ quart saucepan, cook onion until translucent; add all other ingredients except water. Cover and cook over low heat, stirring occasionally, until vegetables are tender, about 10 minutes. Add water and bring to a boil. Reduce heat to medium and cook until vegetables are soft, about 20 minutes. Remove from heat and let cool slightly. Remove ½ cup soup from pan and reserve; pour remaining soup into blender and process at low speed until smooth. Combine pureed and reserved mixtures in saucepan and cook, stirring constantly until hot. Makes two servings.
Spicy Cauliflower Celery Soup
1 large head of cauliflower
2-3 celery stalks
1 carrot
2 cloves garlic
1-2 onions
1-2 teaspoons ground cumin
½ teaspoon pepper
Parsley springs
¼ teaspoon sage
Chop head of cauliflower (save a handful of tiny flowerets for a raw garnish) and put in soup pot. Chop and add: celery, carrots, garlic and onions. Add spices. Barely cover with water, bring to boil and simmer until veggies are tender. Blend the contents of the pot and adjust seasonings to taste. Add a little hot water if the soup is too thick. Serve garnished with raw flowerets.
Fruit Dishes and Desserts
Otie's Apple Breakfast
1 large apple (any type), chopped into bite sized pieces
1 medium carrot, grated
Handful of raisins
Cinnamon
Mix the apple, carrot and raisins in a bowl, sprinkle cinnamon over the top.
Carrot Ambrosia Salad
1 pound shredded carrots
20 ounces fresh pineapple
8 ounces coconut milk
¾ cup flaked coconut
¾ cup raisins
2 tablespoon honey
Combine all ingredients, tossing well. Cover and chill.
Fresh Cinnamon Applesauce
6 apples
¼ cup honey
2-3 tablespoons fresh lemon juice
Mix honey and lemon juice. Core and slice apples. Mix with honey and blenderize just until smooth. Sprinkle with cinnamon and serve
Banana Pear Ambrosia
1 ripe avocado
1 pear
1 banana
1 tablespoon honey
Pineapple or lemon juice
Blender all ingredients until smooth. Serve in sherbet glasses.
Baked Walnut-Cinnamon Apples
4 Apples
1 cup raisins
¼ teaspoon cinnamon
½ teaspoon vanilla
½ cup water
¼ cup walnuts
Heat oven to 375 F. Core and piece apples with a fork in several places around the center, to prevent them from bursting. Mix raisins, nuts, cinnamon and vanilla in a small bowl. Fill center of each apple with this mixture. Place in a glass-baking dish and pour water into pan. Cover with foil and bake about 30 minutes or until tender.
Peach Almond Delight
3 fresh peaches
4 ounces slivered almonds
1 teaspoon vanilla
2 tablespoon diced Medjool dates
Cinnamon
Wash the peaches and cut each one into 8 sections. Mix with the almonds and dates and drizzle with vanilla and sprinkle cinnamon on top.
Cantaloupe Stuffed with Blackberries and Pecans
1 half cantaloupe
½ cup blackberries
¼ cup chopped pecans
1 tablespoon honey
Mint or Spearmint leaves
Cut cantaloupe in half (serrated) and scoop out seeds. Fill cavity with blackberries and pecans. Spoon honey over top. Garnish with mint or spearmint leaves.
Raspberry Casaba Treat
½ cup fresh raspberries
½ cup fresh casaba melon chunks (bite-size)
¼ cup chopped hazelnuts
1 tablespoon honey
Combine raspberries, casaba melon and hazelnuts in a medium serving dish and ladle honey over top.
Strawberry/Blueberry Horizon
1 cup fresh strawberries
1 cup fresh blueberries
½ tangerine, sectioned
1 tablespoon fresh squeezed orange juice
1 teaspoon vanilla
Ground nutmeg
Fresh mint
Mix strawberries, blueberries, tangerine sections in a bowl. Drip with orange juice and vanilla, and sprinkle with nutmeg. Serve chilled and garnished with mint.
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